quarta-feira, 29 de março de 2017

A Igreja e Asmodeus - parte II





Desde o início de sua história, a Igreja havia ensinado e praticado a vida ascética. De fato, esta é uma das características que a distinguem do mundo, e que de fato corrobora a própria autenticidade de sua Fé . Pois, como Ela poderia viver e converter tais multidões para uma vida mortificada e casta tão em desacordo com a natureza caída, se a Fé que Ela pregava não fosse verdadeira?

Até o século XX, esse espírito de ascetismo prevaleceu na Igreja: até que começou a ser minado por um espírito oposto: o do Mundo, ou seja, da natureza caída. Este último espírito, ao longo dos séculos, cresceu em extensão e poder, e estava agora no curso de penetrar as mentes e as almas dos próprios homens da Igreja. A fé vacilante, a má formação doutrinária, a fraqueza moral, a falta de coragem, a superficialidade e o sentimentalismo por parte da hierarquia certamente desempenharam um papel em seus esforços subsequentes para acomodar esse espírito à Fé Católica. O momento da sua entrada oficial na Igreja foi marcado pelo Concílio Vaticano II.

No que diz respeito à sexualidade, esse espírito se manifesta em uma nova ênfase em um “amor” indefinido no coração da ética marital.

Chesterton, o intelectual anglicano que se fez católico

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Tradução: Airton Vieira


Gilbert Keith Chesterton nunca se convenceu do protestantismo. Buscou a Verdade até encontrá-la na Igreja Católica. Nunca se sentiu à vontade no ambiente protestante de sua juventude. Se rebelou profundamente contra ele, intuindo que ali não estava a verdadeira Igreja de Cristo. Só quem nada contra a correnteza tem a certeza de estar vivo”.


Chesterton igualmente a outros muitos intelectuais como Edith Stein, Alexis Carrell, André Frossard…buscou a Verdade com seriedade e rigor e a encontrou na Igreja Católica. Ali se sentiu realmente livre e encontrou a fé mui razoável. Afirmava que “a Igreja nos pede que ao entrar nela nos tiremos o chapéu, não a cabeça”. Encontrou uma solidez de pensamento e uma lógica demolidora, algo que nunca viu no fanatizado mundo protestante. “Por tudo isso merece a pena assinalar que é o católico o único que logra pensar por sua própria conta”.

Descobriu grandeza e veracidade da Igreja Católica frente à pequenez de olhares e falsidade do protestantismo. O mesmo diria que “a mediocridade consiste em estar adiante da grandeza e não dar-se conta”. Ele não foi medíocre, pois soube ver a grandeza da Igreja que havia seduzido a outros intelectuais de referência como o Cardeal Newman.

terça-feira, 28 de março de 2017

A Igreja e Asmodeus - parte I



Irmã Lúcia de Fátima escreveu ao Cardeal Caffara que o confronto final entre o diabo e da Igreja seria na área do casamento e família. Um estudo desapaixonado da recente história da Igreja nos ajuda a garantir que o conflito já começou, ou seja, com a entrada na Igreja do demônio Asmodeus: o espírito de fornicação.


A questão que quero abordar neste ensaio é como a Santa Mãe Igreja, que tem resistido por 2.000 anos, tem sido capaz de superar, e, na verdade purgado e combatido todas as sutilezas de hereges em todos os atos de violência, crueldade e desumanidade de seus perseguidores, agora está sucumbindo a algo tão básico e tão primitivo como a concupiscência da carne.

Para tentar responder a esta pergunta, vamos descrever brevemente o seguinte:

1) A atitude tradicional da Igreja em relação à sexualidade, em contraste com o que acontece no mundo.

2) A atitude em relação à sexualidade da Igreja contemporânea (ou melhor, dos homens da igreja moderna) a partir do Concílio Vaticano II até a chegada do Papa Francisco; e finalmente

3) A atitude expressa na Exortação Amoris Laetitia.

segunda-feira, 27 de março de 2017

A grande apostasia dos Estados: renunciar a confessionalidade católica

Tradução: Airton Vieira de Souza


Uma das nefastas consequências do Concílio Vaticano II foi que alguns Estados confessionalmente católicos como a Espanha se viram obrigados a mudar sua legislação para adotar “a liberdade religiosa” e por conseguinte passaram com o tempo a ser Estados aconfessionais, com a conseguinte ruína para a verdadeira religião que isto supôs.
José María Permuito atesoura uma dilatada vida profissional no âmbito educativo. Conferencista e autor de numerosos artigos relacionados cm a doutrina tradicional da Igreja. Nesta ocasião nos explica a importância de que os Estados sejam confessionalmente católicos.

Pode explicar-nos de que maneira professa um Estado a Religião católica e quais são os ensinamentos da Igreja com respeito a este tema?
A Igreja tem ensinado sempre que todas as sociedades, sem excluir as comunidades políticas (municípios, Estados, organismos supranacionais), têm para com Cristo e sua Igreja umas obrigações morais de inescusável cumprimento. Tais obrigações são:
Dar culto público a Deus, e não qualquer, mas o culto católico, que é o que Deus mesmo estabeleceu e manifestou querer.

A inspiração cristã das leis, de tal maneira que sua Constituição e toda sua legislação se ajustem aos preceitos da lei eterna, revelada e natural.

O respeito à independência da Igreja e o acatamento de sua autoridade e no que se refere às verdades de fé e moral.

A defesa e propagação da fé católica, protegendo a Igreja e colaborando com ela na evangelização, governo e santificação das almas.

Democracia: uma ditadura universal

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Durval Cardoso


­­Por repetição exaustiva das milícias infernais; rádio, cinema, televisão, artistas, parlamentares, escolas, universidades etc, a apóstata sociedade ocidental, outrora católica atualmente pagã, se convenceu de que vivemos numa democracia em que o povo escolhe seus representantes pelo voto da maioria garantido pelo sufrágio universal. A suposta democracia garante assim a suposta soberania popular e coitado de quem critique esse sistema tão real quanto uma mula-sem-cabeça.


Primeiramente, antes de falar sobre esse delírio coletivo, é necessário entendermos a estrutura da sociedade a começar pelo entendimento do indivíduo. Nenhum ser humano é peça isolada na sociedade. Todos são frutos da união entre um homem e uma mulher, e, portanto, pertencemos a uma família. Assim sendo, a sociedade é nada mais nada menos que um conjunto de células chamadas FAMÍLIA (célula bastante atacada nas democracias atuais).

Sendo a sociedade esse conjunto de famílias, e não de indivíduos soltos, o governo que melhor representa essa sociedade, logicamente é um governo onde uma família represente todas as outras, ou seja, a Monarquia. Não só cada família é representada mas a continuidade da sociedade no tempo também é representada na Monarquia pela sucessão hereditária da família real. A Igreja sempre expressou a Monarquia como a melhor forma de governo, o que não significa perfeição absoluta.

DEPOIMENTO: SOU CATÓLICA E MÃE DE OITO FILHOS

Cântico das peregrinações. Felizes os que temem o Senhor, os que andam em seus caminhos.
Poderás viver, então, do trabalho de tuas mãos, serás feliz e terás bem-estar.

Tua mulher será em teu lar como uma vinha fecunda. Teus filhos em torno à tua mesa serão como brotos de oliveira. (Salmo 127:3)




Família católica com oito filhosMe chamo Mariana, tenho 34 anos e sou mãe de oito filhos (nenhum gêmeo). Meu marido e eu somos casados há 12 anos e, desde o tempo de namoro, havíamos decidido sermos abertos à vida, ou seja, aceitar os filhos que Deus nos enviasse. E assim veio nosso primeiro filho, ainda no primeiro ano de casamento, por meio de uma cesárea de urgência (estávamos nas 40 semanas e ele entrou em sofrimento). Foram chegando os outros filhos (no total são quatro meninos e quatro meninas, com distância de mais ou menos um ano), com idades entre 11 anos a 9 meses, e todos nasceram por meio de cesariana, por conta da minha saúde.

As pessoas sempre questionam essa nossa escolha por deixar que o Senhor conduza nossa história e, dessa forma, ter uma família numerosa. Perguntam se eu “não sei evitar”, se foi “por acidente” (como assim?), se eu tenho alergia à anticoncepcional, se meu marido “concorda” com isso (oi?), se eu não vou fazer laqueadura (ou o marido, vasectomia), por que eles nasceram por parto cesárea, se são todos do mesmo pai. Me disseram que eu estava estragando meu corpo, que eu era irresponsável por “ter filhos no mundo de hoje”, que eu devia ser rica (kkkkkkk), que eu era louca.

domingo, 26 de março de 2017

A aurora da Primeira Comunhão

Como a mãe é necessária na formação para a primeira comunhão das meninas


Transcorre o tempo, passa o ano da primeira comunhão, e chega-se presto ao momento apetecido que o deve terminar. À proporção que se aproxima, deve redobrar a atenção da mãe sobre a filha e da filha sobre si própria; são-lhes comuns os sentimentos, os desejos, os votos e as orações, pois se assim não fosse não se amariam. É preciso que cresçam diariamente o ardor de uns e o fervor de outros, é preciso que formem a bola de neve. Rolando de contínuo aumentará progressivamente, e no seu rápido e firme curso aplanará as protuberâncias do orgulho, derrubará os obstáculos da vontade, igualará as sinuosidades do caráter, preparará a via do Senhor e tornará retas  e planas as suas veredas (São Mateus), e até as aformoseará com sua deslumbrante bravura.

Deste modo se chega ao dia precioso e santo, prelúdio de outro dia ainda mais santo e mais precioso. Dia de arrependimento e de perdão, cuja pena e doce tristeza dispõe para a serena e perfeita felicidade do dia seguinte; porque as emoções que vêm de Deus, dores ou alegrias, consolações ou sofrimentos, trazem consigo alguma coisa do seu imutável repouso, e quando entra Jesus Cristo numa alma, é para dizer-lhe: A Paz seja contigo!

Ah! Ditosa mãe se preparaste bem essa formosa alma infantil! Goza com ela essa paz que o mundo não pode dar (São João), e pela qual, uma vez experimentada, se diria adeus sem pena assim a ele como a todas suas venturas. Se a dispuseste bem, não te recusará Deus,  nem tão pouco a ela, essas alegrias tão plácidas e não obstantes tão vivas, essas emoções tão forte e todavia tão doce.

sábado, 25 de março de 2017

A Anunciação do anjo. Por santo Afonso de Ligório


Antigamente a Anunciação era considerada festa do Senhor, tendo o nome de Anunciação de Jesus Cristo. Começo da Redenção. Prevaleceu, entretanto, o uso de consagrar a festa à Santíssima Virgem. A prova mais antiga sobre o fato, temo-la no Sermão de São Proclo, Arcebispo de Constantinopla (morto em 446). A festa era muito estimada em Ravena, como se deduz as pregações de São Pedro Crisólogo (morto em 450). Encontramo-la na Espanha, pelo ano de 650, celebrada aos 18 de dezembro, porque não se celebravam festa na Quaresma. A partir do século VI fixou-se a sua data para 25 de março, como ainda é de uso em nossos dias festejá-la.


Maria, na Encarnação do Verbo, não podia humilhar-se mais do que se humilhou; Deus, pelo contrário, não podia exaltá-la mais do que exaltiu


“Quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado” (Mt 23,12). Esta é a palavra do Senhor; não pode falhar. Havia Deus determinado fazer-se homem para remir o homem decaído, e assim manifestar ao mundo sua bondade infinita. Entre todas observou uma, e foi a virgenzinha Maria, que muito mais era perfeita nas virtudes, tanto mais simples e humilde era no seu conceito: “Há um sem-número de virgens (a meu serviço) diz o Senhor -  mas uma só é minha pomba, a minha eleita” (Ct 6, 7-8). Por isso disse Deus, seja esta escolhida para minha Mãe.


25 de Março: dia da Anunciação


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25 de Março

OBS: Caso esta festa caia na Semana Santa, transfere-se para a segunda-feira que segue ao Domingo in albis (primeiro domingo após a Páscoa).

Festejamos hoje aquela em que o Verbo se fez carne, na qual o Filho de Deus se uniu para sempre à nossa humanidade para nos fazer partilhar da sua divindade. O Mistério da Encarnação valeu à Maria o seu mais belo título de glória, o de Mãe de Deus. Pela mesma razão passou também a ser mãe dos cristãos, porque somos de Cristo e participamos da sua vida. veneremos a Virgem Maria e invoquemo-la como mãe de Cristo e Mãe nossa. A festa da Anunciação é muito antiga. Encontra-se no Ocidente no século VII, e no Oriente no século V, como festa da Conceição de Jesus. Tendo sido fixada no dia 25 de Março, nove meses antes do Natal, faz partes das festas relacionadas com o nascimento do Salvador. A admirável narrativa de São Lucas, no Evangelho, fornece o tema central da missa e do ofício. Os cristãos nunca se cansarão de ouvir cantar e de meditar este diálogo repleto da manifestação dos grandes desígnios de Deus, em que a Santíssima Virgem tem parte tão excepcional, aparecendo ao mesmo tempo tão humilde e tão grandiosa.

O fato da Anunciação da Virgem Maria está relacionada em Lucas, 1:26-38. O evangelista nos diz que, no sexto mês após a concepção de São João Batista, o anjo Gabriel foi enviado por Deus à Virgem Maria, em Nazaré, uma pequena cidade nas montanhas da Galiléia. Maria era da casa de David, e foi casada com São José, da mesma família real. Ela, no entanto, ainda não estava na casa de seu marido, mas ainda estava na casa de sua mãe. E o anjo após ter tomado a figura e forma de homem, entrou na casa e disse-lhe: "Ave, cheia de graça (a quem foi dada a graça, favorecida), o Senhor é convosco". Maria ouvindo as palavras de saudação não falava; ela ficou incomodado no espírito, já que ela não sabia a causa de sua vinda, nem o significado da saudação. E o anjo continuou e disse: "Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis que tu conceberás no teu ventre, e dará à luz um filho; e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo; eo Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó. E seu reino não terá fim. "A Virgem entendeu que se tratava da questão da vinda do Redentor. Mas, por que ela deveria ser eleita entre as mulheres para a esplêndida dignidade de ser a mãe do Messias, depois de ter jurado a sua virgindade a Deus? (Santo Agostinho). Mas cheia de medo e espanto, ela disse: "Como se fará isso, porque eu não conheço homem?"

sexta-feira, 24 de março de 2017

A incorruptibilidade do manto de Guadalupe: a ciência não encontra explicações

"Deus troveja com uma voz maravilhosa, faz prodígios que nos são incompreensíveis." (Jó: 37-5)

O extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”, afirma investigador

O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.
Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe.
O especialista disse que “todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.
Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe.

terça-feira, 21 de março de 2017

São Bento

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21 de Março

Fundador do monaquismo ocidental, nascido em Nursia, no ano 480; Morreu em Monte Cassino em 547. A única vida autêntica de Bento de Nursia é aquela contida no segundo livro de “Diálogos” de São Gregório. Trata-se antes de um esboço de caráter do que de uma biografia e consiste, na maior parte, em uma série de incidentes milagrosos que, embora ilustrem a vida do santo, dão pouca ajuda para um relato cronológico de sua carreira. A autoridade usada por São Gregório, por tudo o que ele relata, foram os próprios discípulos do santo. Constantino, que lhe sucedeu como abade do Monte Cassino; E Honoratus, que foi Abade de Subiaco quando São Gregório escreveu seus “Diálogos”.


Bento era filho de um nobre romano de Nursia, uma pequena cidade perto de Spoleto, e uma tradição, que São Beda aceita, conta que ele era gêmeo de Santa Escolástica. Sua infância foi em Roma, onde viveu com seus pais e frequentou a escola até que ele tivesse atingido seus estudos superiores. Então, “dando os seus livros e deixando a casa e a riqueza de seu pai, com a mente apenas para servir a Deus, buscou um lugar onde pudesse atingir o desejo do seu santo propósito, e desse modo partiu [de Roma] , instruído com a ignorância aprendida e decorado com sabedoria ignorante”. Há muita diferença de opinião quanto à idade de Bento na época. De modo geral, é aceita como catorze, mas um exame cuidadoso da narrativa de São Gregório torna impossível supor que ele tinha menos de dezenove ou vinte anos. Tinha idade suficiente para estar no meio de seus estudos literários, para entender o verdadeiro significado e valor da vida dissoluta e licenciosa de seus companheiros, e ter-se profundamente afetado pelo amor de uma mulher. Ele era capaz de pesar todas estas coisas em comparação com a vida ensinada nos Evangelhos, e escolheu o último, ele estava no início da vida, e ele tinha à sua disposição os meios para uma carreira como um nobre romano; Claramente não era uma criança, como o expressa São Gregório, “ele estava no mundo e era livre para desfrutar das vantagens que o mundo oferece, mas recuou o pé que tinha, por assim dizer, já estabelecido no Mundo”. Se aceitarmos a data de 480 para o seu nascimento, poderemos fixar a data em que ele abandonou as escolas e saiu de casa por volta de 500 dC.

domingo, 19 de março de 2017

São José: esposo de Maria e pai virginal de Cristo

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!9 de Março



<<A Igreja celebrou com solenidade especial a festa de São José, porque é um dos maiores santos, Esposo da Virgem Maria, pai legal de Jesus Cristo, e porque foi declarado patrono da Igreja universal>>. A Liturgia da Missa descreve com rasgos eloquentes a missão que Deus Lhe confiou:

<<Ele é o homem justo que deste por marido da Virgem Mãe de Deus; o servo fiel e prudente que puseste à frente de sua Família, para que, agindo como um pai, cuidara do seu Filho único, concebido pelo Espírito Santo, Jesus Cristo, nosso Senhor.>>

Marido de Maria e pai virginal de Jesus Cristo. Aqui começa a grandeza de São José e, em virtude desses títulos, forma parte integrante do mistério da Encarnação.



Suarez sugeriu que há certos ministérios que tocam a ordem da união hipostática, e que nesta ordem está São José, ainda em seu ínfimo grau. Isto mesmo defenderam muitos teólogos depois de Suarez, alguns dos quais argumentam que São José intrinsecamente pertence a esta ordem. Mas é melhor e mais comum dizer que pertence unicamente extrínseca ,moral e mediatamente, forma na que - como defende o padre Lhamera - cooperou São José para a constituição da ordem hipostática, concluindo que <<São José  está dentro do decreto divino da Encarnação>>. Esta opinião argumenta José María Bover:

<<Em relação ao Filho de Deus, enquanto homem, era a verdadeira autoridade o poder paterno:  Jesus Cristo, enquanto homem, estava sujeito a José, a quem devia obediência. No que diz respeito à Mãe de Deus, a paternidade de José era como o complemento congênito da maternidade divina de Maria, cujo status foi elevado. Em relação a Deus Pai, foi uma participação misteriosa, a comunicação ou  extensão da paternidade divina.
Sob esta relação tripla, a paternidade inefável de São José se conectava à ordem da união hipostática.

E esta ordem suprema pertencia, consequentemente, a graça de José: não de ordem ministerial – como a de São João Batista ou dos apóstolos - mas a graça de ordem e caráter hipostático, como era a graça da Mãe de Deus, embora que em um grau inferior a dela.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Pecados mortais cometidos com toda tranquilidade hoje em dia



- Faltar a missa aos domingos e / ou dias de obrigação.


- Ficar mais de um ano sem confessar.

- Receber a comunhão sem ter confessado pecado mortal.

- Não praticar voluntariamente ao jejum eucarístico (não comer qualquer coisa uma hora antes de receber a Comunhão).

- Faltar voluntariamente a abstinência de carne às sextas-feiras durante a Quaresma.

- Blasfemar contra Deus.

- Jurar falsamente colocando Deus como testemunha.

quinta-feira, 16 de março de 2017

O acaso!


O acaso não existe. É uma palavra sem sentido, vazia, a laicização da Providência, para uso dos corações maus, que querem livrar-se da submissão, da oração e do reconhecimento. Uma alma cristã não usa esta linguagem bárbara: "É o destino!... um acaso! a fatalidade inevitável!" E a Providência? A Divina Providência! Oh! Tanta gente que se diz devota e piedosa e, contudo, crê, como os pagãos, num destino cego! O homem admite a fatalidade, porque desconhece as combinações e planos

quarta-feira, 15 de março de 2017

Neocatecumenal: uma seita judaizante

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Um dos sintomas mais inquietantes da protestação geral que é verificado no seio da igreja católica a partir do pontificado de João XXIII é dado pela extraordinária difusão do caminho neocatecumenal, que muitos membros da hierarquia celebram como ideal intérprete dos Impulsos inovadores promovidos pelo Concilio Vaticano II.

Declarando fazer alcançar o redescobrimento da vocação batismal a seus próprios adeptos, o movimento fundado por Kiko Arguello e Carmen Hernández, seguro pelo decisivo apoio e das reiteradas aprovações dos Padres pós-conciliares, consideram-se mesmo  representantes privilegiados de uma Nova “Igreja”, febrilmente propensa a libertar da tutela opressiva de estruturas hierárquicas e de princípios dogmáticos hostis à espontânea efervescência carismática, anunciadora de uma religiosidade mais vital e positiva.

terça-feira, 14 de março de 2017

A conspiração maçônica na Restauração da Monarquia francesa após a queda do Império

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Luís XVIII



 A Restauração corresponde ao período em que reinaram Luís XVIII (1815-1825) e Carlos X (1825-1830), irmãos de Luís XVI.


Desmoronado o império, a França julgou que somente aqueles que a tinham construído poderiam, após tanta desordem e tanta ruína, reerguê-la e fazê-la reentrar em seus caminhos. Ela voltou, pois, os olhos para os filhos de São Luís. Já em 1799 seu coração os chamava. A Franco-Maçonaria teria querido, se o regime monárquico se impusesse novamente, entregarnos a príncipes estrangeiros. Mirabeau tinha adiantado a candidatura do duque de Brunswick e, desde 1791, Carro tinha proposto ao chefe dos jacobinos a candidatura do duque de York, filho do rei da Inglaterra. Mas a seita sentia tão bem que o desejoda nação pedia o retorno dos Bourbons, e que um dia ou outro esse desejo irresistível venceria, que ela quis tomar a dianteira e assenhorear-se do movimento para dominálo e dirigi-lo. Dois maçons eméritos, os generais Malet e Oudet, fundadores da sociedade dos Filadelfos em Besançon, entabularam negociações com Luís XVIII. Eles foram preteridos por Sieyès e aqueles que, como ele, preparavam a ditadura que foi inaugurada com o golpe de Estado de 18 do Brumário.

O que maçonaria queria, por um meio ou outro, era, mesmo sujeitando-se às necessidades que se impunham, salvar a Revolução, manter seu espírito e resguardar o mais possível suas conquistas. A seita obtivera isso de Napoleão pelo despotismo;de Luís XVIII ela pretendia obter pelo que ela chamava de “liberdade”. O que Malet e Oudet tinham querido negociar com Luís XVIII era, fato que se deu quinze anos mais tarde, o estabelecimento do regime constitucional, do mecanismo parlamentar que permitiria continuar a guerra contra a Igreja.

Em 1799 Luís XVIII teria podido se livrar mais facilmente do aperto maçônico. Ele teria sido mais livre para restaurar a antiga constituição nacional, despojada de seus abusos. O restabelecimento do culto católico se impunha, já o vimos, a ponto de Napoleão não ver nada de mais urgente do que negociar com o Papa. Se Luís XVIII, em vez de Napoleão, tivesse negociado a Concordata, ela teria sido outra. Ele mostrou bem isso através das negociações cuja iniciativa ele tomou junto à Santa Sé após a segunda Restauração, com o objetivo de melhorar aquela que Napoleão lhe havia legado; e, livre, a Igreja de França, purificada pelo martírio, desembaraçada das manchas do jansenismo, teria podido recolocar a nação cristianíssima nas vias da verdadeira civilização.

sábado, 11 de março de 2017

Crux Fidelis



Música para meditação na Sexta-Feira Santa e período de Quaresma:

Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet.

Pange lingua gloriosi lauream certaminis, et super crucis trophæo dic triumphum nobilem: qualiter Redemptor orbis immolatus vicerit.

Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine.

De parentis protoplasti Fraude Factor condolens, quando pomi noxialis in necem morsu ruit: Ipse lignum tune notavit, Damna lignus ut solveret.

 Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet.

Aequa Patri Filioque,inclito Paraclito,sempiterna sit beatae Trinitati gloria,
cuius alma nos redemit atque servat gratia
.


Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. (tradução em seguida).

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pio XII conseguiu salvar 63,04% dos judeus de Roma durante a perseguição nazista

Vem abaixo, cada vez mais retumbante, a covarde lenda negra contra o Papa Pacelli


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Tentaram despejar sobre a figura do venerável Papa Pio XII uma covarde quantidade de lendas negras a propósito da sua suposta “colaboração” com os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A investigação histórica séria, no entanto, vem desmontando essas mentiras uma por uma. A mais recente a desabar (mais uma vez) é a da alegada falta de ajuda aos judeus durante a perseguição nazista.
Já havia numerosos testemunhos e documentos sobre as ações do Papa em favor dos judeus, apresentados amplamente, em 2014, durante o Congresso “Pio XII, o Papa da Caridade”. Agora, “estamos em posse de novos testemunhos de judeus, de novos documentos e arquivos”, explica o diácono Domenico Oversteyns, que confirmam e revelam ainda mais claramente a amplitude da ajuda que o Papa Pacelli prestou aos judeus.

terça-feira, 7 de março de 2017

O perigosíssimo “Abortoduto” está prestes a ser votado. Manifeste-se!

Por Thiago Pontes de Moraes
O PL 7371/2014, que será votado no Plenário da Câmara na semana do dia 8 de março, tem por principal finalidade construir um gigantesco “abortoduto” internacional que financiará o treinamento e a prática do aborto nos seis mil hospitais de todo o Sistema Único de Saúde brasileiro, segundo um modelo muito bem conhecido que já foi utilizado no Uruguai, quando o aborto ainda era ilegal. No Uruguai o projeto ficou conhecido como Iniciativas Sanitárias, e consistia basicamente em uma metodologia para violar sistematicamente a lei para então modificar a lei.

Vídeo: O que eles tramam às (nem tanto) escondidas.

Arcebispo do Vaticano aparece em mural homoerótico encomendado por ele mesmo.


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Tradução: Gercione Lima

O arcebispo que agora está no comando da Pontifícia Academia para a Vida pagou a um artista homossexual para pintar um mural homoerótico blasfemo em sua igreja-catedral em 2007. No mural está incluída uma imagem do próprio arcebispo.

O arcebispo, Vincenzo Paglia, também foi recentemente nomeado pelo Papa Francisco como presidente do Pontifício Instituto João Paulo II de Estudos sobre Casamento e Família.

O enorme mural ainda cobre o lado oposto da fachada da igreja catedral da Diocese de Terni-Narni-Amelia. Ele retrata Jesus puxando duas redes para o céu cheia de homossexuais nus e semi-nus, transexuais, prostitutas e traficantes de drogas, misturados entre si em abraços eróticos.

Incluído em uma das redes está Monsenhor Paglia, que era então bispo diocesano. A imagem do Salvador foi pintada usando como modelo o rosto de um cabeleireiro local e suas partes íntimas podem ser vistas através de suas vestes translúcidas.

De acordo com o artista, um argentino homossexual chamado Ricardo Cinalli, conhecido por suas pinturas de corpos masculinos, Dom Paglia o selecionou em uma lista onde constavam dez artistas internacionalmente conhecidos, com a tarefa específica de pintar a parede interna da fachada. Monsenhor Paglia, juntamente com Padre Fabio Leonardis, supervisionou cada detalhe da obra de Cinalli. De acordo com Cinalli, que diz em tom de aprovação que Monsenhor Paglia nunca lhe perguntou se ele acreditava ou não na doutrina cristã da salvação.

"Trabalhar com ele foi humanamente e profissionalmente fantástico", disse Cinalli ao jornal italiano La Repubblica, em março do ano passado. "Nunca, em quatro meses, durante os quais nos víamos quase três vezes por semana, Paglia jamais me perguntou se eu acreditava ou não na salvação. Ele nunca me colocou numa posição desconfortável. "

"Não houve nenhum detalhe que fosse feito livremente, só por acaso", acrescentou Cinalli. "Tudo foi analisado. Tudo foi discutido. Nunca me permitiram trabalhar sozinho.

segunda-feira, 6 de março de 2017

A verdade sobre o Dia Internacional da Mulher

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O que dizer quando a propaganda comunista soviético é consagrada no Ocidente?


Os Illuminati (maçônicos) banqueiros judeus que criaram o comunismo também subverteram o Ocidente. Ao controlar o crédito, eles controlam os negócios, o governo, a cultura e os meios de comunicação.

Esse culto satânico nos submete à mesma engenharia social que a URSS. Nós temos o comunismo de fato e nem o sabemos.

O Dia Internacional da Mulher (8 de março) é uma ferramenta de propaganda comunista de longa data. O que  dizer quando um feriado oficial soviético é consagrado em nossa cultura cotidiana? Claramente, o comunismo não está morto; Ele se transformou em outras formas como o feminismo.

Isso confirma a famosa afirmação de Norman Dodd de que o presidente da Fundação Ford, Rowan Gaither, lhe disse, em 1954, que a agenda era a “engenharia social” da vida dos EUA para que “pudesse ser confortavelmente fundida com a União Soviética” como parte do controle dos banqueiros sobre o governo mundial.

Todos os anos, os meios supostamente capitalistas, ecoam os antigos brometos soviéticos sobre a opressão das mulheres e a edição da violência doméstica.

domingo, 5 de março de 2017

Ora pro Nobis!


“Sereis chamados papistas, clericais, retrógrados, intransigentes; honrai-vos disso e não prestais atenção ao deboche dos perversos. Sede fortes, não cedais onde não há o que ceder. Deveis combater, não com meios ternos, mas com coragem; não em segredo, mas em público; não a portas fechadas, mas a céu aberto”. (S. Pio X - Carta Pastoral 5/9/1894)
“Esperamos com tranquilidade que se calem todas estas vozes que pretendem que já passou o tempo da Igreja católica, que suas doutrinas pereceram para sempre, que logo ela se verá coagida ou a aceitar as conclusões de uma ciência e de uma civilização que rejeitam Deus, ou a romper totalmente com a sociedade humana.” (S. Pio X - Encíclica Jucunda Sane)