segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Stálin financiou Hitler

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Os queridos Illluminatis Hitler e Stálin

O nazismo e o comunismo eram uma oposição dialética,
Construídos na mesma fundição Illuminati.
Embora sejam supostamente inimigos,
Eles se ajudaram se ajudaram mutuamente no financiamento inicial de Stalin
Ao Partido Nazista até a véspera de sua guerra fratricida.

Depois que Hitler assumiu o comando do incipiente Partido Nazista em 21 de julho de 1921, ele investiu massivamente em propaganda e recrutamento.
Não houve escassez de fundos durante este estágio crítico. Os nazistas obviamente tinham amigos ricos. Mas quem eram eles?

Wall Street e a indústria alemã não entraram em ação até o final da década de 1920. O exército alemão estava financiando os nazistas, mas não explicou o dinheiro aparentemente ilimitado nas mãos de Hitler.

  No livro "A Field of Red: The Communist International and the Coming of World War II" (Uma Seara Vermelha: A Internacional Comunista e a Chegada da II Guerra Mundial, (1981, pp. 245-246)), os autores, Anthony Cave Brown e Charles MacDonald relatam que em 1923, Hitler voltou de Zurique  “com um baú de navio recheado com francos suíços e dólares americanos”. Havia outras fontes misteriosas de fundos na Tchecoslováquia, na Hungria e na Letônia.

sábado, 19 de agosto de 2017

Unesco e a destruição da família e da inocência infantil



  









Quem quiser governar as nações tem de mudar a forma de pensar dos indivíduos. A planejada ditadura mundial só pode ser alcançada mediante uma reforma radical
da consciência das pessoas.

O Dr. Brock Chrisholm, primeiro diretor geral da United Nations World Health Organization (Organização Mundial da Saúde) e membro dos iluminados, disse durante uma reunião: “Para formar um governo mundial é preciso tirar da mente dos homens seu individualismo, sua lealdade às tradições familiares, seu patriotismo nacional e seus dogmas religiosos” .(Cf. ROBERTSON, Pato The New World Order - It Will Change The Way You Live. Dallas, 1991, 7.)


O estabelecimento de uma educação comum para todas as crianças por obra do estado, a abolição do patriotismo e do nacionalismo, da vida familiar e da instituição do matrimônio, são alguns dos princípios sustentados pelos Soberanos Invisíveis.

Capítulo VII – PASTORES, BISPOS, APÓSTOLOS... COM QUE AUTORIDADE? [A sucessão apostólica]





“Como tenho agido continuarei agindo, a fim de não dar nenhuma chance aos que dese­jam igualar-se a nós, pelos mesmos títulos de glória. Esses tais são falsos apóstolos, operários fraudulentos, disfarçados em apóstolos de Cristo”
(2 Cor XI, 12s).

A questão anterior nos leva necessariamente a esta, uma vez que todo neófito protestante deveria, antes de acolher a primeira seita que lhe bate à porta, in­dagar: QUEM fundou determinada igreja e QUEM deu autoridade aos ditos pastores para ser o que não são – contrariando assim o princípio aristotélico e o direito mais elementar? Tal pergunta deveria vir especialmente de católicos que abandonando seu Navio se lançam à deriva agarrando-se desesperadamente a canoas furadas na ilusão de que estando bem arrolhadas não venham cedo ou tarde a afundar, o que será apenas uma questão de tempo[1]. Por ser este tema de importância capital, tentaremos apontar o caminho para o entendimento.

Não é segredo que Cristo escolheu 12 Apóstolos e a eles deu autoridade e poder sobre os discípulos. E também não é segredo que aos discípulos (diáconos, presbíteros, anciãos) deu poder e autoridade sobre os demais. E ainda, que entre os 12 escolheu um, Pedro, para ser o condutor, o pai espiritual de todo o rebanho: apóstolos, discípulos e seguidores. Por isso dizemos que a Igreja é hierárquica, não democrática e igualitária, ou seja, desde o início obedece a uma hierarquia (princípio de autoridade[2]). Tudo isso está clara e incontestavelmente demons­trado em todo o Novo Testamento, como atesta S. Paulo (cf. 1 Cor XII, 28-30; Efe IV, 11; e especialmente Rom XIII, 1-7).

Nosso Senhor, ao transferir sua autoridade aos apóstolos e discípulos o quis fazê-lo não somente com palavras. Com gestos e sinais exteriores como o seu sopro (cf. Jo XX, 21ss)[3] e os eventos de Pentecostes (cf. At II, 1-4) confirmou aos que escolhera. Os apóstolos, já com o poder e a autoridade dados por Cristo continuaram repassando a quem escolhiam a mesma autoridade e da mesma forma que o Mestre (cf. At I, 15-23; XV, 27s). Dentre os sinais mais caracterís­ticos preservados pela Igreja, já existentes nas tradições do Antigo e do Novo Testamentos, está o da imposição de mãos (cf. Lv IV, 14s; Mc VI, 5 e At VI, 1-6). Por estas e outras passagens percebe-se que tal gesto não era destinado a qualquer um e tampouco em qualquer situação. Era – e sempre o foi na Igreja – um gesto de transmissão de poder e autoridade, incluindo os dons do Espí­rito Santo. Claro que somente as pessoas que recebiam esta autoridade é que poderiam repassá-la. Tais pessoas eram os Bispos (em latim, Epíscopos). Desde então, pela imposição de mãos e de outros sinais externos, os poderes deixados por Jesus Cristo à sua Igreja são legitimamente repassados a outros bispos, pa­dres (presbíteros), diáconos e fiéis, de maneira distinta, de acordo com a função (o múnus) de cada um. Portanto, jamais na história do cristianismo o poder e a autoridade de pastorear e administrar a Igreja foi dado a qualquer pessoa, por qualquer pessoa e de qualquer maneira. Daí a exortação de S. Paulo ao discípulo Timóteo, bispo da igreja de Éfeso: “Eu te conjuro diante de Deus, e de Jesus Cristo, e dos anjos escolhidos, que guardes estas coisas sem prevenção, não fa­zendo nada por inclinação particular. Não te apresses a impor as mãos a ninguém, e não te faças participante dos pecados dos outros...” (1 Tim V, 21s).

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Demônios (por Cornélio A. Lápide) III



O demônio é forte.


O Evangelho chama ao demônio o forte armado: Fortis armatus. (Luc. 11: 21). Você já indagou para saber qual é a natureza desse inimigo? É um espírito? Deseja ver-lhe? Ele é invisível ... Queres cohecer o seu caráter? É muito mau e muito astuto o seu poder? É, diz São Paulo, o dono  e o governador do mundo, ou seja, dos séculos: Mundi rectoris. (Ef 6: 12). Revesti-vos, diz  o grande apóstolo, com toda a armadura de Deus para combater as astúcias e ciladas do demônio; porque nossa luta não é somente contra homens de carne e sangue, mas contra os principados e potestades, contra o príncipe das trevas deste mundo, contra os maus espíritos malignos espalhados no ar (Efésios 6:11- 12).

Obsservemos estas palavras: os principados, potestades, príncipe deste mundo.Segundo os santos Padres, os demônios foram preservados, depois de sua queda, o mesmo nome hierárquico que tinham no céu antes de terem caído. Como em um exército, uns mandam, outros obedecem e ocupam posições inferior. Daí a sua imensa força. Aqueles que são chamados principados, potestades, governantes são líderes entre os demônios.

Se você tem um desejo de conhecer o lugar do demônio, ele sabe que domina a terra e caem sobre nós desde os altos dos ares...  Se você procurar a sua morada, saiba que ele está em todo lugar, dia e noite ... Se perguntar qual sua inteligência , saiba que é muito vasta e superior à dos homens mais sábios ...

sábado, 12 de agosto de 2017

Capítulo VI – 66 ou 73? [O Cânon bíblico]




“Para ele [Lutero] não havia outra fonte de verdade revelada senão um livro mudo (embora inspirado) de que cada indivíduo é constituído juiz.”
(Pe. Júlio Maria de Lombaerde)

Direto ao assunto

Como foi dito acima, de fato, somente os fariseus e protestantes fizeram isto até hoje, acrescentar e retirar palavras das Sagradas Escrituras. E mais que palavras.

Para entender a questão necessitaremos do auxílio da história. A Igreja, segura de possuir a verdade jamais dela teve medo, pois sabe que “nada há oculto que não venha a descobrir-se” (Lc XII, 2), de louvável para a exaltação dos bons, de deplorável para a humilhação dos maus, e de tudo para a glória da justiça divina. Portanto, aos fatos.

As categorias de judeus que não aceitaram a Cristo como Salvador e por consequência todo o cristianismo, nossos “Cains” e “Esaús”, aproximadamente em 90 d.C, reunidos na cidade palestina de Jâmnia, recusaram de seus escritos sagrados 7 livros do A.T [Tobias (Tob), Judite (Jud), Eclesiástico (Eclo), Sabedoria (Sab), Baruque (Bar), 1 e 2 Macabeus (Mac); além de trechos dos livros de Ester (X, 4-16.24) e Daniel (III, 24-90; XIII-XIV)] que Cristo, os Apóstolos e a Igreja utilizaram. Lutero, 1400 anos depois desses judeus, fará o mesmo. As bíblias protestantes, por isso, têm 7 LIVROS a menos e passagens inteiras de outros dois. E teriam menos ainda se alguns companheiros de Lutero não o tivessem feito desistir de retirar outros que ele considerava não inspirados. Seitas como as Testemunhas de Jeová irão além, adulterando várias passagens para negar a SS. Trindade e a divindade de Cristo. Outros seguirão o seu (mau) exemplo. Estes são os fatos, que poderão ser comprovados pelas indicações de leitura. Passemos, resumidamente, às explicações.

Por volta de 300 a.C Israel antiga foi tomada pelos gregos sob o comando de Alexandre Magno. Com o passar do tempo, devido à invasão grega os israelitas foram perdendo costumes e língua. Ocorre que uma colônia judaica se estabeleceu na cidade de Alexandria, ao norte da África, tendo de conviver quase que exclusivamente com a língua dos colonizadores. Como havia o risco de se perder com o exílio muito dos livros religiosos originais e pelo distanciamento gradual do hebraico por parte do povo, um grupo de sábios e estudiosos da colônia traduziu estes escritos, passando a utilizá-los em língua grega. Com o evoluir do tempo novos livros foram surgindo, alguns nesta língua, o que não foi problema para considerá-los inspirados ou dignos de veneração. No tempo de Cristo e dos Apóstolos existiam duas versões destes escritos: a assim chamada versão dos 70 (ou septuaginta ou grega), devido ao grupo de setenta e dois homens responsaveis pelo trabalho de tradução, e a versão hebraica, com os escritos em língua original, além de uma terceira, posterior, oriunda da tradução do hebraico ao aramaico para os judeus da Palestina. Todas as cópias eram utilizadas.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Estão George Soros e seu "Governo nas Sombras" por trás da crise de imigrantes?

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George Soros

Porque é que existe uma crise de imigrantes no Mediterrâneo e por que tantas ONGs envolvidas neste processo? A razão é “uma ampla rede de apoiadores da política de fronteiras abertas” e organizações que são financiados ou cooperam com as Fundações Open Society de George Soros, é revelado num artigo do site Vestifinance. O texto afirma que, se não é ilegal, quer, por vezes, a sua atividade política está indo “longe demais”.
A publicação analisa a “rede de 'lobbies' de imigração” na Itália, composta por ONGs internacionais financiados pela Open Society; As ONGs italianas financiadas pela Open Society e as organizações que têm projetos conjuntos com a Open Society. Entre elas as seguintes:

1. Associazione Carta di Roma

Esta associação foi fundada em dezembro de 2011 para implementar o “código moral da informação correta” sobre a imigração.

2. Cospe Onlus

Fundada em 1983, COSPE Onlus está presente em 30 países com 150 empreendimentos lançados “para o desenvolvimento de um mundo justo e sustentável, o respeito pelos direitos humanos, a paz e a justiça para o povo”, apoiando o direito à mobilidade internacional.

domingo, 6 de agosto de 2017

Demônios (por Cornélio A. Lápide) II





Por que Deus salvou o homem e não o anjo?

Os Santos Padres indicam cinco causas principais que fizeram com que o perdão fosse negado ao anjo e concedido ao homem.
A primeira é que o homem pecou por fragilidade da carne; enquanto que o anjo, não tendo corpo, não tinha esta fragilidade…
A segunda é que o anjo pecou sem ser tentado por ninguém; enquanto que o homem foi tentado e seduzido pelo demônio…
A terceira é que não caiu toda a raça dos anjos, mas só parte deles; enquanto que na pessoa de Adão toda a natureza humana caiu. A posteridade de Adão não era indigna do perdão, posto que não havia tomado parte em sua vontade no pecado do primeiro homem. Assim o sente Santo Agostinho…
A quarta é que o anjo, por causa de sua grande inteligência, pecou com plena vontade e malícia; enquanto que o homem, dotado de uma inteligência mais escassa, pecou por debilidade e obedecendo a um impulso estranho, mais que por uma vontade muito deliberada e por malícia…
A quinta é que o anjo foi criado no mais alto grau de honra que pudesse alcançar enquanto estava ainda no caminho do mérito, e devia ser confirmado em graça pela contemplação de seu Criador. O homem, pelo contrário, havia sido criado em uma ordem inferior. Colocado na terra, destinado a multiplicar sua raça antes de chegar a melhor vida, se encontrava mais apartado da bem-aventurança…

sábado, 5 de agosto de 2017

Capítulo V – AS ANTIBÍBLICAS: “SÓ A FÉ”, “SÓ A BÍBLIA” E “LIVRE INTERPRETAÇÃO” [Os dogmas protestantes]





“Ele (o protestante) não acredita, convencionalmente, no que a Bíblia diz, pela simples razão de que a Bíblia não diz nada. Você não pode colocar um livro no banco das testemunhas e perguntar o que ele quer dizer.”
(Chesterton)

Nosso povo é marcado pela fé, portanto, um povo crédulo, que acredita. Ocorre que a fé sem a caridade, sabedoria e humildade, não raro torna-se fanatismo, crendice e estupidez, por mais boa-fé que se tenha. Como exemplo, vejamos como Cristo responde à nada sábia e humilde boa-fé de Pedro: “Retira-te de mim, Satanás; tu serves-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus, mas das coisas dos homens” (Mt XVI, 23). Não será demais lembrar que Jesus referia-se aqui ao espírito maligno que acabara de dar umas baforadas nos ouvidos do apóstolo sugerindo-lhe uma “boa intenção” para com o Mestre, e isso logo após aquele ter permitido que o Espírito Santo o inspirasse a profissão de fé que lhe granjearia a “... chave do reino dos céus” (v. 18). Nesta mesma linha ensinará S. Paulo ao povo de Corinto: “Portanto, quem julga estar de pé, tome cuidado para não cair” (1 Cor X, 12). Algo a se ter em mente o tempo todo, todo o tempo, sobretudo aos que se con­sideram já salvos apenas por ter “aceitado Jesus”.

Um grande exemplo de fé sem caridade, sabedoria e humildade – se po­demos chamar tal atitude de fé – está em crenças do tipo sola scriptura que o homicida Lutero inventou (sim, o “reformador” também assassinou. E muitos. Inclusive protestantes, por não seguir a sua doutri­na [dele, Lutero], que como vimos considerava ser a mesma de Deus)[1].

O protestantismo possui três colunas principais de sustentação, que servirão de alicerce para o edifício[2] – que não se pode comparar a uma casa (Igreja), mas a um prédio com milhares de salas separadas (seitas), sem a união harmônica de seus cômodos –, todas criadas por Lutero para adaptar a Bí­blia ao seu pensamento e negar a autoridade da Igreja: 1ª. a sola fide (só a fé salva, sem as obras); 2ª. a sola scriptura (só as Escrituras; a Bíblia como única fonte de regra e de fé) e 3ª. a livre interpretação (cada crente pode e deve interpretar/exa­minar a Bíblia livremente, conforme creia, subjetivamente, que o Espírito Santo o ilumine). Ao analisar esta última, o faremos em união com a segunda. Quanto à primeira, sem comentários: para demonstrar sua incoerência bastará a reta leitura de Mt VII, 21 e Ap XXII, 12, associada ao mínimo de bom senso.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O Papa é o líder marxista dos Jesuítas




                                                       Pe Arturo Sosa Abascal


Pe. Arturo Sosa Abascal, comunistas e modernistas venezuelanos, estão realizando a agenda de Francisco.

Entendendo o ditado de que pessoalmente é político, o papa Francisco tem colocado marxistas em toda a Igreja, inclusive no topo da problemática ordem religiosa a que ele pertence. Em 2016, os jesuítas, com a benção do Papa Francisco, instalaram como seu superior geral um venezuelano, Pe. Arturo Sosa Abascal, cujas convicções comunistas são conhecidas há muito tempo.

Sosa escreveu sobre a “mediação marxista da fé cristã”, argumentando que a Igreja deveria “entender a existência de cristãos que simultaneamente se chamam marxistas e se comprometem com a transformação da sociedade capitalista em uma sociedade socialista”. Em 1989, ele Assinou uma carta de louvor a Fidel Castro.

Caminhando por qualquer corredor do Vaticano de Francisco,  é provável que você encontre um comunista de fato: Francisco tem um comunista executando seu pedido, um comunista que administra seu Conselho dos Cardeais (o cardeal hondurenho, Oscar Rodríguez Maradiaga), um comunista que administra a Pontifício Academia das Ciências Sociais (Margaret Archer, uma socióloga britânica que disse que representa a “esquerda marxista”) e comunistas como o teólogo renomado da teologia da libertação brasileira Leonardo Boff e a socialista canadense Naomi Klein, redigindo suas encíclicas.

Venezuela e o superior dos Jesuítas



Tradução: Gercione Lima


Venezuela auspicia se tornar a sucessora da Cuba Castrista, como uma nova plataforma de ação revolucionária -marxista, comunista para toda a América Latina. Basta ir lá e conhecer de perto através de seus próprios agentes aquilo que um turista acidental não pode ver. Testemunhas objetivas que conhecem os que foram comprados- Venezuela, Colômbia, Bolívia, Peru, Equador ... tendem a igualar o ambiente das comunidades "trabalhadas" com o mais sinistro do bolchevismo.

E o pior nas atuais circunstâncias é o surgimento de um novo Superior Geral da Companhia de Jesus, um venezuelano, que não parece tanto um substituto natural do Padre Adolfo Nicolás, mas muito mais um reforço para "flagelo satânico de comunismo" com" objetivos intrinsecamente perversos" para toda a América Latina de tradição cristã. Os termos entre aspas são do Papa Pío XI. (Redemptoris Cfr. Divini).


Há alguns anos atrás, este escritor costumava visitar a Casa de Retiro dos Jesuítas aposentados em Alcalá de Henares, sempre no dia 31 de Julho. Eu tinha um débito de gratidão e reverência para com alguns padres jesuítas que me dedicaram impagável aconselhamento durante minha juventude. Muitos ainda estavam vivos quando Hugo Chaves assumiu o poder na Venezuela. E uma vez que haviam ali residentes que por muito tempo realizaram trabalho missionário pela América, naturalmente cheguei a tomar conhecimento através de um deles de algo que merece ser reportado, ou seja, que quando o Coronel Chavez cumpria prisão no cárcere de Yera por causa de sua primeira tentativa de golpe, foi visitado uma ou duas vezes por semana por um padre jesuíta. Foram dois anos e três semanas que renderam muito fruto, visto que foi esse Jesuíta  que o instruiu no populismo que hoje impera na Venezuela. Não me revelaram o nome dele, mas ...

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Demônios (Cornelio A. Lapide)



EXISTEM DEMÔNIOS?

Não há dúvida que existem espíritos malfeitores que se chamam demônios, pois a Sagrada Escritura assim nos atesta e todas as nações unanimemente o reconhecem.
As nações pagãs têm crido na existência de certos gênios, uns bons e outros maus; deduzindo disto que era preciso ganhar o afeto dos bons com respeitos, oferendas e orações, e apaziguar a cólera e a malignidade dos maus. Daí nasceram a idolatria, o politeísmo, as práticas supersticiosas, a magia, adivinhação, etc. Esta crença tem sido também a dos filósofos pagãos…
A revelação veio ilustrar-nos sobre a existência dos demônios. Moisés nos diz que a primeira mulher foi enganada e desobedeceu a Deus por sugestões de um inimigo pérfido oculto sob a forma de serpente (Gen III, 1). Diz o livro do Deuteronômio que os israelitas imolaram seus filhos e filhas aos demônios.
Jesus Cristo falou da existência dos demônios; os expulsava do corpo dos possuídos. Também nos falam deles os Apóstolos. A existência dos demônios é um dogma da Igreja católica…

domingo, 30 de julho de 2017

A democracia é um instrumento de negócio dos partidos políticos

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NOVA ORDEM MUNDIAL

Ninguém deve se surpreender quando se cumprem décadas das primeiras eleições da democracia, somos governados por uma ditadura democrática liberal que nada mais é que o instrumento perfeito para operar o negócio dos partidos políticos subsidiados pelo Estado, eles constituem o canal através do qual se pode chegar à presidência do governo qualquer analfabeto e incapaz, ou ter como deputado a um terrorista condenado.

Os partidos são máquinas eleitorais fabricados para a conquista do voto a qualquer preço. Se os votos conseguem o poder e são obtidos com dinheiro, qualquer tipo de financiamento vale: há os que são obtidos a partir do orçamento do Estado sem respeito pela consciência e pelo bolso do contribuinte; há os que são recebidos do exterior; e há os obtidos desonestamente como vemos com vários casos de corrupção para financiá-los.
Os partidos se transformam, passam de núcleos ideológicos à centro de interesse.
Os partidos que não obtêm maioria absoluta recorrem ao pacto sistemático e, portanto, abdicam do que for preciso.

Os partidos que dizem representar o povo, e de modo especial seus quadros dirigentes, quando têm em suas mãos as alavancas do poder, esquecem as pessoas e se colocam a serviço de forças internacionais ou grupos de pressão.

sábado, 29 de julho de 2017

Capítulo IV – “ESCÂNDALO PARA OS JUDEUS, LOUCURA PARA OS PAGÃOS” [A Cruz e o Crucificado]


“Prazerosa quietação da minha vida, sê bem-vinda, cruz querida. (...)

Quem não te ama vive atado, e da liberdade alheio
Quem te abraça sem receio não toma caminho errado.
Oh! ditoso o teu reinado, onde o mal não tem cabida!
Sê bem-vinda, cruz querida”
(Do poema À Cruz – S. Tereza de Jesus)


Após abordar nos capítulos anteriores a Igreja em seu aspecto mais geral, adentremos agora especificamente nos pontos em desacordo entre a doutrina católica e a das seitas protestantes, começando por um sumamente emblemático: o da cruz com o Crucificado. Os protestantes, em sua maioria, defendem que porque “Jesus já desceu da cruz” não há porquê de o representar crucificado. Nós, ao contrário, dizemos que justamente por assim ter escolhido morrer por nossos pecados é que a cruz se torna o troféu do qual se orgulhar. Quem tem a razão? É o que veremos neste capítulo. Note-se, antes, que há templos protestantes como, por exemplo, o de luteranos, metodistas e (sic!) batistas que possuem não só a imagem da cruz, mas com ela o Crucificado.


O episódio narrado no nono capítulo dos Atos dos Apóstolos[1] encerra uma lição sublime, todavia pouco vista por muitos. Façamos uma pequena sequência didática dos fatos que nos auxilie na compreensão deste ponto:

Primeiro ato: Saulo age mal, pensando agir bem. Boas intenções — más ações;
Segundo ato: encontro com a luz da verdade;
Terceiro ato: queda do cavalo, rosto por terra;
Quarto ato: a verdade é ouvida, em atitude sábia, humilde, corajosa e honesta;
Quinto ato: a cegueira faz com que se deixe guiar;
Sexto ato: três dias de espera;
Sétimo ato: a cura para uma vida nova.

domingo, 23 de julho de 2017

O que diz o cardeal Sarah sobre a família seria delito em vários países

A retórica dos críticos de Sarah revela que os católicos liberais se converteram em nacionalistas eclesiais.
El Cardenal Robert Sarah / Wikipedia

Um grupo de críticos “pede a cabeça de Sarah na bandeja” em várias revistas católicas liberais e inclusive clamam a que o cardeal seja substituído, aponta o autor Matthew Schmitz em um artigo em Catholic Herald no que aporta citações de National Catholic Reporter, The Tablet e de Commonweal.
“Sarah não foi sempre tratado como o homem mais perigoso da cristandade. Quando em 2014 o Papa Francisco o nomeou prefeito da Congregação para o Culto Divino, foi bem recebido incluso pelos que hoje lhe criticam”.
O prefeito era visto como um homem do Vaticano II, um africano favorável à inculturação, um clérigo não ambicioso, cálido e modesto.

sábado, 22 de julho de 2017

Capítulo III – TUDO, MENOS CATOLICISMO! [A rejeição católica]


“... Se êles me perseguiram a mim, também vos hão de perseguir a vós, se êles guar­daram a minha palavra, também hão de guardar a vossa. Mas tudo isso vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquêle que me enviou.”

(Jo XV, 20s)

No capítulo anterior vimos por que “Fora da Igreja não há salvação”. Antes, porém, que Cristo é um só. Sendo um só, só poderia haver um Esposo com sua única Esposa, pois Deus, apesar de em determinadas situações tolerar a poligamia, nunca foi poligâmico. Aqui, contudo, a questão que deve ser retomada seriamente é: se Cristo então fundou/edi­ficou[1] uma Igreja, qual seria?
A resposta, o próprio Lutero e os demais pais do protestantismo como Melanchton, Carlostadt, Cal­vino, Zuíglio, Henrique VIII, Wesley, Knox etc a sabiam e nunca puseram dúvidas. A única Igreja fundada/edificada por Cristo foi a Católica Apostólica Romana. E por que nenhum deles jamais duvidou? Porque seria assinar um atestado de analfabetismo lógico e histórico, uma vez que só ela possui comprovação factual de seu nascimento bimilenário. Comecemos por onde a pendenga protestante geralmente inicia: pelo nome. O nome católico o pesquisou bem um ex protestante[2]:

Ele vem do termo grego “katholikós“, o qual é a combinação de duas palavras: “kata” – concernente – e “holos” – totalidade; por conseqüência, “concernente à totalidade” ou “integral, abrangente”. De acordo com o Dicionário Oxford de Etimologia Inglesa, o termo católico surge de uma palavra grega cujo significado é “relativo à totalidade” ou mais simplesmente, “geral ou universal”.

E prossegue[3]:

Universal é originado de duas palavras gregas: “uni” – um – e “vetere” – giro; por conseqüência, “girando ao redor de um” ou “transformado em um“[1]. A palavra igreja deriva do grego “ecclesia“, a qual significa “aqueles chamados para socorrer”, como se convocados a serem sublimados e libertos do mundo para formar uma sociedade distinta. Então, a Igreja Católica é feita destes que foram convocados e reunidos numa visível e universal sociedade fundada por Cristo. (negrito meu)

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O matrimônio natural e o matrimônio sacramento







Tradução de Airton Vieira – Dizíamos no artigo anterior, que o matrimônio não foi instituído pelos homens, mas por Deus (Gen 1 e 2; DS 3700)O matrimônio, como instituição natural, é de origem divina. Deus criou aos homens macho e fêmea (Gen 1:27) e depositou na mesma natureza humana o instinto de procriação. Deus abençoou o primeiro casal humano e lhes disse que se multiplicassem: “Procriai e multiplica-vos, e enchei a terra” (Gen 1:28).
Em decorrência do Pecado Original, a natureza humana ficou danada e a concupiscência se encarregou de obscurecer os preceitos divinos e endurecer o coração do homem. Pouco tempo depois vemos como os homens foram adquirindo maus costumes: poligamia, divórcio…
O Povo Eleito, movido pelos profetas, e principalmente depois do Exílio Babilônico, foi redescobrindo a monogamia e a fidelidade matrimonial.
É Cristo quem devolve à instituição matrimonial as propriedades que tinha em sua origem (unidade e indissolubilidade); e ademais, o eleva ao grau de sacramento para os batizados.

1.- O matrimônio desde o fim da época apostólica até nossos dias

Logo, as seitas gnóstico-maniqueias da Antiguidade e da idade Média negaram a origem divina do matrimônio. Partindo da doutrina dualista segundo a qual a matéria é a sede do mal, rejeitaram o matrimônio qualificando-o de fonte de mal.
Os Santos Padres, de modo especial, Santo Agostinho, aproveitaram essa circunstância para dar uma doutrina clara e profunda sobre o matrimônio. É Santo Agostinho (s. V) quem defende o ensinamento da Igreja frente à doutrina dos maniqueus[1], Jovinianos[2] e os pelagianos[3] na área do matrimônio. Santo Agostinho, assimila, resume e expressa os ensinamentos da tradição patrística anterior a ele e sua síntese teve a máxima importância e influxo até o s. XVI; e incluso até nossos dias. É também original dele seu ensinamento sobre os três bens do matrimônio: a prole, a fidelidade e a sacramentalidade.
O Magistério da Igreja, em sucessivos concílios e documentos, irá precisando toda a doutrina em torno ao Matrimônio, saindo assim ao encalço dos numerosos erros e heresias. Dentre eles destaquemos só alguns: Concílio II de Latrão (a. 1139) (DS 718); Concílio (particular) de Verona (a. 1184) (DS 761); Concílio II de Leão (a. 1274) (DS 860), Concílio de Trento (DS 1813-1816) e posteriores Concílios e documentos papais.
A legislação atual da Igreja sobre o matrimônio está contida no Código de Direito canônico (a. 1983) (todo o Título VII, cc. 1055-1165) e que iremos destrinchando nos seguintes artigos.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

PDT e Partido Comunista da China debatem candidatura de Ciro e fortalecem parceria


O PDT e Partido Comunista da China (PCCh) promoveram nesse sábado (8), no Rio de Janeiro, uma reunião para debater a crise econômica e política do Brasil, a importância da candidatura de Ciro Gomes, em 2018, além da integração das instituições com foco no desenvolvimento social.
Liderado pelo secretário-geral do PDT, Manoel Dias, e pelo secretário do Secretariado do Comitê Central do partido chinês, Du Qinglin, o encontro ratificou o alerta para a instabilidade gerada pelo governo do presidente Michel Temer e o consequente impacto negativo gerado no cenário macroeconômico.
Ao reafirmar a importância da candidatura de Ciro Gomes a presidente da República, Dias confirmou a necessidade de defesa da soberania e das riquezas nacionais, que são fundamentais, segundo ele, para garantir a retomada do crescimento e da independência do país.
OBS: Os comunistas são verdadeiros devastadores das riquezas nacionais. Onde esse regime se instala, sugam para eles toda riqueza nacional levando países à falência e a escravização dos povos pelo Estado, por isso o interesse em defender as riquezas nacionais.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O Matrimônio na história do homem



(Desde as origens até a época apostólica) (Estudo sobre os sacramentos 8.1)



Tradução de Airton Vieira – O matrimônio cristão é aquele sacramento pelo qual duas pessoas de distinto sexo, hábeis para casar-se, se unem em mútuo consentimento em indissolúvel comunidade de vida com o fim de engendrar e educar a prole, e recebem graça para cumprir os deveres especiais de seu estado.
No presente capítulo, dedicado ao sacramento do matrimônio, tentaremos fazer uma exposição clara e resumida de tudo aquilo que um cristão bem formado deveria saber a respeito. Falaremos pois de:
·         O matrimônio na história do homem.
·         O matrimônio civil e o matrimônio como sacramento.
·         Matéria, forma, ministro, sujeito e efeitos do matrimônio.
·         Propriedades do matrimônio.
·         Os fins do matrimônio: primário e secundário.
·         Condições para a validez e licitude do matrimônio.
·         O matrimônio temporário e o matrimônio consumado.
·         Matrimônios mistos e disparidade de culto.
·         Divórcio e nulidade matrimonial.
·         É possível falar de Matrimônio entre pessoas do mesmo sexo?
Como podem ver, o tema é amplíssimo, de forma que tentaremos simplificar ao máximo mantendo em todo tempo a claridade dos conceitos e da exposição.

domingo, 16 de julho de 2017

Bento XVI: a Igreja tem urgente necessidade de pastores que resistam ao espírito da época

Benedicto XVI: la Iglesia tiene necesidad apremiante de pastores que resistan el espíritu de la época

Para o Papa emérito, a Igreja se encontra em uma necessidade particularmente urgente de pastores convincentes que possam resistir à ditadura do espírito da época. E destaca que o cardeal entendeu que «o Senhor não abandona a sua Igreja, incluso quando o barco há assumido tanta água que está a ponto de tombar-se».

(Fidem in Terra/InfoCatólica) – Tradução de Airton Vieira – O funeral de Joachim Cardeal Meisner ocorreu esta manhã, sábado 15 de julho, na magnífica catedral de Colônia. Uma mensagem do Papa Francisco foi lida pelo Arcebispo Nikola Eterović, Núncio Apostólico na Alemanha. Para surpresa dos presentes, o Arcebispo Georg Gänswein, Prefeito da Prefeitura da Casa Pontifícia e Secretário Pessoal de Bento XVI, leu uma mensagem do Papa Emérito.

A seguir nossa tradução da bela mensagem de Bento XVI no Funeral de seu amigo próximo o Cardeal Meisner:

sábado, 15 de julho de 2017

Capítulo II – “PLACA DE IGREJA NÃO SALVA NINGUÉM!” [“Fora da Igreja não há salvação”]

“Com toda a probabilidade, o melhor do protestantismo somente sobrevi­verá no catolicismo.”
(Chesterton)



A questão anterior, a da unidade da Igreja, nos coloca outra não menos importante para quem se preocupa de fato com a sua salvação, e não somente com a sua.

A máxima titular é comum ouvir-se na boca dos que se habituaram a pro­testar: “Placa de igreja não salva ninguém”. Isso, desconfio, parece pertencer a quem desconfia de que no fundo esteja em uma canoa furada, ainda que leve o escafândrico[1] nome de “Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água”. Também nos faz lembrar uma personagem comum em tempos de paganismo generalizado, que se auto delatou ao deixar que um rei dividisse uma criança ao meio por saber não ser a sua[2] (cf. 1 Re III, 16-28).

Em verdade que somos obrigados a concordar com tal máxima, pois de fato placa de igreja não salva ninguém. Nos salva a Igreja. Que só pode ser uma como o Pai, o Filho e o Espírito Santo: um só Deus em três pessoas. Queiram ou não as Testemunhas de Jeová. Mas se alguém, com tal expressão, quer com isso dizer que igreja não salva ninguém, terá então um outro problema, o de informar a São Paulo que não foi muito feliz ao aconselhar o discípulo e bispo Timóteo para se portar bem na casa de Deus “... que é a Igreja de Deus vivo, coluna e firmamento da verdade” (1 Tim III, 15).