segunda-feira, 26 de junho de 2017

500 ANOS DE REFORMA: UM BRINDE!(?) – AIRTON VIEIRA

Introdução

O trabalho em pauta, publicado em 2016 inicialmente sob o título de Evangélico, graças a Deus!(?), em uma pequena tiragem de 300 exemplares (já esgotada), foi realizado no intuito de dar meu “óbolo da viúva” a um tema que este ano adquire todo um significado, porque todo um programa contra a Igreja de Cristo. Consciente de minha estatura, não pretendi nem pretendo, nesta versão digital, se sobrepor às vozes mais credenciadas que antes, durante e depois de mim se pronunciam sobre o tema, mas tão somente ecoá-las e mesmo difundi-las para que a ignorância vencível possa, aos de boa vontade, ser de uma vez superada, pois disso dependerá a salvação de muitos e mesmo a boa ordem social humana.

Entretanto, o fato de se escolher uma forma de abordagem mais informal e direta para tratar do assunto, o que aqui é o caso, não dispensará o raciocínio lógico e o bom senso, ao contrário, serão eles fundamentais para a compreensão das questões propostas ao longo da leitura. No ensejo, alerto que a ironia será parte integrante do trabalho, mas como figura de linguagem, não gratuita, pois que será utilizada para combater ideias, pensamentos, doutrinas e práticas, não pessoas, ainda que algumas sejam citadas. Ao contrário do vulgo pensamento moderno, tão antigo quanto o homem, a melhor maneira de res­peitarmos alguém é não respeitar os seus erros uma vez que se manter no erro é reduzir ou mesmo abolir a dignidade de filhos de Deus, preferindo a lavagem dos porcos ao banquete oferecido pelo Pai celestial. De onde vem o propósito desta obra: não se respeitar os erros para se respeitar a quem erra.

500 ANOS DE REFORMA: UM BRINDE!(?) – AIRTON VIEIRA

apresentação
Há um ano foi lançado o livro “Evangélico, graças a Deus!(?)”, de Frei Zaqueu (pseudônimo literário de Airton Vieira), como disse o autor, no intuito de oferecer “meu óbolo da viúva” a um tema tão candente mas infelizmente mal compreendido à maioria dos católicos e protestantes, de maneira especial nesses tempos de pseudo-ecumenismo. Com espírito de gratidão e amor à verdade o colocaremos à disposição dos leitores agora em formato virtual (revisado e atualizado), sob o título acima, sendo previamente autorizada sua reprodução “a maior glória de Deus, o nosso bem e de toda a Santa Igreja”.

Durante os meses que seguirão abordaremos, aos sábados, um aspecto deste que ainda hoje é pouco e mal conhecido tanto em suas causas como em seus efeitos: o Protestantismo. O objetivo do autor, como o diz no livro, foi o de somar com seu “óbolo” ao que muito foi dito por pessoas mais abalizadas. Em outras palavras: dizer o mesmo de forma distinta. Por questões compreensíveis a intenção não será a de esgotar o índice das polêmicas entre católicos e protestantes, mas somente a de levar o leitor a aprofundá-lo, o que poderá ser feito com as indicações de fontes no corpo do texto e principalmente ao final destas postagens. Para isso, iniciaremos no próximo sábado com uma pequena introdução acrescida de algumas notas que permitam a melhor compreensão do que virá. Em todas as postagens remeteremos o leitor ao link desta Apresentação/Introdução a fim de lhe contextualizar a leitura.

Nas postagens que se seguirão foram selecionados, não por acaso, 17 temas em que, apesar de não esgotar o terreno de abrangência das “heresias protestantes” (os que não estiverem familiarizados com estes termos assim unidos, ou mesmo discordem de sua união, poderão ao decorrer da leitura entender o porquê de não poderem ser postos em separado), atingem pontos centrais da sã doutrina católica maculada pelo luteranismo e seus consequentes. Por isso, ao final será ainda acrescida uma pequena biografia de Lutero utilizando-se de fonte crível, pois sem o conhecimento do criador não se é possível entender a contento a criatura.

Assim foi como a Maçonaria intentou ocultar e reprimir a mensagem de Fátima

Así fue cómo la masonería intentó por todos los medios ocultar y reprimir el mensaje de Fátima
Pese aos intentos dos maçons, que ocupavam importantes cargos, a mensagem de Fátima chegou ao mundo

A mensagem de Fátima, do que se cumprem justo agora 100 anos, alertava das consequências do comunismo. Mas em seu momento houve a quem a mensagem que a Virgem deixou aos três pastorzinhos e ao mundo inteiro tampouco foi do agrado. Desde o princípio, os maçons tentaram silenciar e ocultar o que ocorreu em Fátima ainda que não o conseguissem. Assim o relata Cari Filii News:

Desde começos do século XX, influíam em Portugal correntes políticas e ideológicas anticlericais vinculadas a lojas maçônicas que buscavam arrancar a fé do coração dos habitantes, as aparições de 1917 em Fátima se inscreveram em um clima político e social abertamente anticatólico, tal e como conta Jean-Baptiste Noé em Aleteia.

As repressões das que foram vítimas os católicos de Portugal se enquadravam em um contexto europeu de anticlericalismo virulento e no contexto português de uma antiga luta contra a Igreja.

Podemos remontar a origem ao marques de Pombal (1699-1782), diplomático do rei, que se converteu no primeiro ministro de José I.

sábado, 24 de junho de 2017

Dia de São João Batista





<Eis o Cordeiro de Deus>, cuja                           
divindade é proclamada pela voz

celeste e pela pomba divina: e que

quis, no entanto, receber o batismo
de João, o Precursor.

24 DE JUNHO


NASCIMENTO DE SÃO JOÃO BATISTA


Celebrando o nascimento de São João Batista,  Igreja festeja a aurora da Redenção; seis meses antes do Natal, o nascimento do Precursor anuncia o mistério da Encarnação e participa da sua grandeza. Na Idade Média era considerado como que uma espécie de Natal do verbo, com três missas como o Natal; a liturgia realça a afinidade das duas festas: basta ler a secreta e a pós-comunhão, bem como a antífona do Magnificat das 2ª vésperas.



quinta-feira, 22 de junho de 2017

Portugal, os incêndios e Fátima



A humanidade hoje já se habituou a não chamar as coisas pelo seu nome ou para esconder o que é desagradável.


Dissimular o que é desagradável pode ser feito de duas maneiras: esconder a verdade ou fabricar falsidades. Embora sejam duas formas de distorcer a realidade elas estão geralmente intimamente ligadas.

De qualquer forma ninguém deveria perder isso de vista porque parece que estamos a testemunhar um momento histórico, em que o pai da mentira está implantando todo o seu poder.

Dos procedimentos citados - ocultação da verdade ou sua falsificação - , cada uma das sociedades, a Civil e a Eclesiástica, tem mostrado claramente a sua preferência por um método:

A Sociedade Civil decidiu, como instrumento mais prático e suficiente, a lei do silêncio, sem significar que não faça uso do outro procedimento quando necessário.

A Sociedade Eclesiástica, no entanto, prefere usar abertamente o sistema da proclamação da mentira, depois de verificar que o conjunto dos fiéis já está suficientemente emburrecido, sem capacidade de pensar, muito menos decidir. É neste sentido, e apenas neste sentido, como pode-se dizer, que o uso do silêncio não anda longe de ser estranho para aqueles que dirigem a Sociedade Eclesiástica.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Comissão Maçônica Europeia atuará contra Polônia, Hungria e Rep. Tcheca por negarem-se a acolher refugiados

Dimitris Avramópulos

A Comissão Europeia anunciou a abertura de um processo por infração contra a Hungria, a Polônia e República Checa por se recusar a aceitar os requerentes de asilo da Itália e da Grécia.


Temos esgotados todos os meios no último ano. Pedi a esses países  para cumprirem os seus compromissos”, disse à imprensa o Comissário Europeu para a Imigração, Dimitris Avramopoulos  em uma entrevista coletiva.

O Comissário lembrou que todos os Estados-Membros se comprometeram a acomodar os requerentes de asilo que estavam na Itália e na Grécia e cumpri-lo é “uma obrigação”.
Ao mesmo tempo, ele espera que esses três países  “reconsiderem a sua posição”.
De acordo com Avramópulis, Hungria, Polônia e República Checa “não fizeram nada por um ano” em relação às suas obrigações.

sábado, 17 de junho de 2017

Em três anos o número de exorcismos triplica e dispara o número de exorcismo

Os bispos franceses oferecem números e mostram sua preocupação

Em somente 10 anos o número de exorcismos se triplicou e disparou as petições de auxílio


En sólo 10 años el número de exorcismos se ha triplicado y disparado las peticiones de auxilio
Os exorcistas alertam continuamente dos perigos de abrir a porta ao demônio como por exemplo com a ouija, muito popular entre os jovens




Javier Lozano - Traduão: Airton Vieira de Souza

O número de exorcismos não para de aumentar na França e a cifra de pessoas que acode à Igreja pedindo ajuda ante possíveis casos de possessão ou influência demoníaca se multiplica. Quem faz esta análise é o sacerdote Emmanuel Coquet, secretário geral adjunto da Conferência Episcopal francesa, de onde também coordena a Oficina Nacional de Exorcistas.

Em todas as dioceses francesas, mais de 90, existe já ao menos instalado um exorcista cuja missão o foi encomendada pelo bispo. Neste momento, há 120 sacerdotes desempenhando este ministério. Há não mais de 30 anos não superavam os 30, havendo dezenas de dioceses nas que não tinham exorcistas.

“Há um reconhecido aumento. Os exorcistas são golpeados por um fenômeno que se está tornando cada vez mais importante”, assegura este sacerdote ao diário
Le Figaro, enquanto explica que cada exorcista é assistido por uma equipe de leigos e religiosos.

50 exorcismos e 2.500 petições ao ano só na zona de Paris, Coquet dá cifras desta evolução pondo como exemplo a Ilha de França, a região que alberga a cidade de Paris e seus arredores, zona que soma mais de 12 milhões de habitantes. Esta região está conformada por oito dioceses: Creteil, Evry, Meaux, Nanterre, Paris, Pontoise, Saint-Denis e Versailles, nas que há mais de 7 milhões de católicos e cujo arcebispo metropolitano é o cardeal Vingt-Trois.



Emmanuel Coquet deixa claro aos leitores de Le Figaro que o demônio é real, não algo "simbólico"



Há dez anos se produziam na Ilha de França um máximo de 15 exorcismos ao ano. Na atualidade se realizam mais de 50. As cifras se dispararam em algumas dioceses tendo chegado ano passado a mais de 2.500 petições. Se produz um exorcismo por cada 143.000 católicos e um pedido de ajuda à Igreja por cada 2.800 católicos. E os bispos se estão vendo obrigados a nomear mais exorcistas pois os que há não podem fazer mais.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Fátima, requalificada





 Tradução de Airton Vieira – Requalificar um terreno, se converteu há anos em uma ocasião estupenda para enriquecimento de políticos de todo naipe. Uma zona que estava tendo um uso rural, se requalificava convenientemente para ter uso turístico; subia o preço da terra e nesse trajeto, nada por aqui, nada por ali… saíam alguns milhõezinhos a distribuir entre os pixulecos de turno, comissionistas, prefeitos ou mediadores vários. Isso passou na Espanha durante todo o tempo do boom turístico, ainda que há que reconhecer que hoje em dia este tipo de ações se fazem com mais descaro, mais estilo e resultados de mais volume. Em todo caso, a requalificação permitia dar um uso distinto ao que se estava dando até o momento, para lucrar todo e cada qual.
Hoje em dia, na Igreja de Francisco (parece que ele é o proprietário), se está requalificando tudo, sem pressa mas sem pausa. Seguindo o calendário bergogliano e os estatutos da máfia de São Galo, que é a que parece ser que montou o negócio, provavelmente com capital judeu e outras aquiescências multicores. O caso é que a desmitologização proposta por Bultmann foi um jogo de crianças comparado com  isto. O protestante Bultmann deslumbrou a todos os teólogos e hierarcas católicos da época, ao propor desmitologizar os milagres e todo o conteúdo do Evangelho que se presumisse mito, ou seja, não exatamente histórico. Com este método, se carregou os Evangelhos em sua totalidade, pois, se comprovou cientificamente que tudo era mito. Graças a Bultmann e seus católicos coroinhas, babosos e corifeus vários, podemos interpretar existencialmente o que não era mais que uma pura crença mitológica, exagerada pelo panfletismo intelectual da época e mantida pelos centro de poder interessados.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Santo Antônio de Pádua

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13 de junho

Falaremos aqui do verdadeiro Santo Antônio, o Martelo dos Hereges, pelo ardor e zelo que defendia a fé. Bem diferente da imagem adocicada de “casamenteiro” apresentada pela mídia de massa com apoio do clero modernista cujo objetivo é ridicularizar a fé.


Taumaturgo Franciscano, nascido em Lisboa, 1195; Morreu em Vercelli [na verdade Arcella - Ed.], em 13 de junho de 1231. Ele recebeu no batismo o nome de Fernando.

Escritores posteriores do século XV afirmam que seu pai era Martin Bouillon, descendente do renomado Godofredo de Bouillon, comandante da Primeira Cruzada, e sua mãe, Theresa Tavejra, descendente de Froila I, quarto rei das Astúrias. Infelizmente, no entanto, sua genealogia é incerta; Tudo o que sabemos de seus pais é que eles eram pessoas nobres, poderosas e tementes a Deus, e no momento do nascimento de Fernando ainda eram jovens e viviam perto da Catedral de Lisboa.

Tendo sido educado na escola da Catedral, Fernando, aos 15 anos de idade, juntou-se aos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, no convento de São Vicente, fora das muralhas da cidade (1210). Dois anos depois, para evitar ser distraído por parentes e amigos, que freqüentemente o visitava, conseguiu a permissão de seu superior no Convento de Santa Cruz em Coimbra (1212), onde permaneceu por oito anos ocupando seu tempo principalmente com estudo e oração. Dotado de um excelente entendimento e de uma memória prodigiosa, ele logo se encontrou nas Sagradas Escrituras e nos escritos dos Santos Padres, um tesouro do conhecimento teológico.

Festa de Corpus Christi - Corpo de Cristo


“Corpo e sangue do meu Deus, eu vos adoro, presentes na Eucaristia, ao mesmo tempo símbolo e fermento da unidade entre Cristo e os fiéis, que dela se alimentam. (Na Igreja dos primeiros séculos Cristo era simbolizado por um peixe, porque as letras desta palavra, em grego, eram as iniciais de << Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador >>).


FESTA DO CORPO DE CRISTO


 A festa do Corpo de Cristo remonta ao século XIII. Instituiu-a, em 1246, o bispo de Liège, na sua diocese a pedido instante de Santa Juliana, prioresa de um convento situado às portas da cidade, no monte Cordillon. Passados anos, Urbano IV, antigo arcediago de Liège, estendeu-a à Igreja universal. A procissão do Santíssimo, que dela faz parte, tornou a festa do Corpo de Cristo, em pouco tempo, uma das mais queridas do povo. Com a sua fé na presença real, canta a Deus nesta solenidade, o reconhecimento de todos os benefícios auferidos neste sacramento. A Eucaristia liga-se intimamente à vida da Igreja e dos fiéis. Pode dizer-se que é na Eucaristia que esta vida que se vai haurir e que nela se exprime continuamente. Na Santa Missa, a Igreja atualiza sobre nossos altares, o sacrifício de Cristo, fonte da redenção, e oferece-o incessantemente a Deus, em união com o próprio Cristo. Na Sagrada Comunhão, é a união íntima dos fiéis com Cristo, por eles imolado, que se opera, e a transfiguração de suas vidas pela D’ele: nascidos para a vida da graça, nas águas batismais, alimentam-se na Eucaristia, como dum pão celeste.

A missa e o ofício foram compostos por São Tomás. Ai se encontra, com a alma do Santo, a precisão de doutrina do grande Teólogo.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Eliminar o sacerdócio: estratégia do inimigo para destruir a Igreja



Uma das virtudes de um bom militar é a sua capacidade de estratégia. A história sempre ressaltou grandes estrategistas como Alexandre, o Grande, Napoleão, Júlio César e muitos outros.


Um elemento muito importante para ganhar batalha é planejar bem em todas as frentes possíveis que entram em jogo: as forças que um conta, o poder do inimigo, a época do ano, o local da batalha, as armas mais adequadas, etc ...

Agora bem, essa estratégia que, bem utilizada pode nos dar muitas vitórias em todos os campos da ciência humana e da vida espiritual, também pode ser usada pelo inimigo para enfraquecer, atacar e nos destruir. Para descobrir a estratégia do inimigo é muito importante saber o que eles querem conquistar, pois, vai nos ajudar a fortalecer o que ele procura destruir.


Objetivo


Como em qualquer guerra, a vitória final é o resultado de muitas vitórias parciais. O processo é geralmente progressivo e contínuo. A vitória final é precedida por muitas escaramuças e vitórias parciais. Um bom estrategista sabe que para conseguir a vitória, é melhor enfraquecer o inimigo em diferentes frentes, de modo que depois de ter deixado sem defesa, a batalha final será mais fácil e a vitória segura.

Para destruir um edifício, o mais eficaz é derrubar os pilares. Se queremos destruir a Igreja, o mais simples é atacar os pilares que mestres que a sustentam. Um dos pilares fundamentais da Igreja fundada por Cristo são os sacerdotes. Então, destruir o sacerdócio católico será uma das primeiras coisas que o inimigo irá atacar.

Ter bons sacerdotes é um obstáculo que impede o inimigo para conquistar consciências, destruir a família, apoderar-se da sociedade. Como nosso Senhor nos disse: “eles vão atacar o Pastor e as ovelhas se dispersarão” (Mt 26:31).


domingo, 4 de junho de 2017

5 razões pelas quais Satanás ama a pornografia. E nenhuma é o sexo.



Tradução: Airton Vieira. 

Cada ano em minha classe de Cristianismo e Meios de comunicação na universidade Benedictine College falamos de pornografia: o gigante midiático do século XXI.

E todos os anos o problema da pornografia piora. O último: os dois serviços mais populares de streaming de vídeos em linha incluem programas de grande difusão que simpatizam com a pornografia: um documentário e um biopic.
Não vi (nem verei) nenhum, mas depois de falar há pouco com uns exorcistas (após ter escrito sobre eles) me dei conta de algo relacionado com este fenômeno: Satanás é o maior entusiasta da pornografia.
Por que?

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Distúrbios terroristas dos traidores internos



O que os Protocolos de Sião dizem sobre o terror?


É de nós que o todo-engenhoso PROCESSO DE TERROR procede”. Protocolos dos Sábios de Sião, 9-4

O terror é mencionado cerca de uma dúzia de vezes nos Protocolos de Sião como forma de assegurar a submissão total ao governo mundial judaico-maçônico.
Os GOYIM (1) são um rebanho de ovelhas, e nós somos seus lobos. E você sabe o que acontece quando os lobos se apoderam do rebanho?” Protocolos de Sião, 24-4

Por Henry Makow

Fico surpreso com a aceitação universal da narrativa de que estamos sendo atacados pelo “terrorismo islâmico”. Estamos sob ataque de nossa própria “elite colonial” traiçoeira.
“Terroristas islâmicos”, como os do bombardeio em Manchester, são controlados por serviços de inteligência que servem os banqueiros maçônicos judeus e seu “supergoverno” mundial.


Salman Abedi



quinta-feira, 1 de junho de 2017

EDWARD PENTIN ENTREVISTA O CARDEAL CARLO CAFFARRA




Por que a Educação é Chave na proteção da Vida, Matrimônio e a Família.

“A Igreja existe, sobretudo, para liberar os homens do pecado e para acompanhá-los à vida eterna. Este é o propósito da Igreja”. Card. Caffarra

Por Edward Pentin. 30 de Maio de 2017 

Tradução de Airton Vieira – O Cardeal Carlo Caffarra explica para The Register por que os fiéis devem compreender as verdades católicas a respeito destes temas fundamentais e defendê-los em praça pública.

O Cardeal Carlo Caffarra, arcebispo emérito de Bolonha, Itália, tem uma mensagem chave a dar: Grandes esforços devem ser feitos na educação católica e na catequese se a Igreja deseja combater os atuais ataques contra o matrimônio, a vida e a família.
Em uma entrevista para The Register em Roma a 19 de Maio, o presidente fundador do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimônio e a Família (em latim Pontificium Institutum Joannes Paulus II Studiorum Matrimonii ac Familiae), também fez um chamado aos católicos para marcar presença nas praças públicas e chamar as coisas por seu nome. “Erro é erro”, disse. “Não existe paz entre a verdade e o erro”.

Um dos quatro cardeais das Dubia, preferiu não discutir esse tema na entrevista, mas advertiu acerca de uma recente tendência na Igreja, de separar a doutrina, ou a teoria, da prática pastoral, para ser visivelmente mais pastorais e compassivos. “A teoria sem a prática é como uma roda sem eixo”, disse. “A prática sem teoria é um cego no caminho. Dar prioridade à prática: Em primeiro lugar, isto é teologicamente falso”.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Dizem...

Airton Vieira
(tonvi68@gmail.com)


Hoje mundo afora dizem tanta coisa que não se sabe mais que coisa é que coisa; e mesmo o que dizer...

Dizem que homem com homem não dá mais lobisomem: dá artista bem pago ou político bem votado...

Dizem que mulher com mulher não mais dá jacaré: dá presidente de república ou cantora de axé...

Dizem que isto de homem e mulher foi lá no jardim do Éden; depois da torre de Babel a diversidade de línguas se estendeu às esferas sócio-político-culturais...

Dizem que tal diversidade deva ser extensiva mesmo a toaletes. Depois da lei da entropia é presumível que seja reduzida a toaletes unissex...

segunda-feira, 29 de maio de 2017

O fim da vergonha: grupo pró-vida celebra a ilegitimidade


Miss Maddi Runkles



Nota do tradutor (Airton Vieira): As Escrituras falam na fidelidade ao pouco; em que uma só letra sagrada adulterada é o suficiente para causar um dano não pequeno; em que os céus e a terra passarão antes que uma só palavra de Deus se perca. Como (muito) bem destaca o autor do artigo abaixo, a que se atentar aos “detalhes”. Nunca os sofistas deram tanto ibope. Estamos ipsis litteris nos tempos em que fala o Apóstolo das Gentes: “... em que (muitos) já não suportarão a sã doutrina, pelo contrário, sentindo coceira nos ouvidos, segundo os seus próprios desejos juntarão mestres para si mesmos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos” (2 Tim IV, 3s). Ai de nós!
Em 20 de maio de 2017, a escritora do New York Times, Sheryl Gay Stolberg, publicou um artigo intitulado, “Grávida aos 18. Aclamada pelos inimigos do aborto. Castigada por Escola Cristã.Qual foi o crime da escola cristã? Não permitir uma estudante de dezoito anos, visivelmente grávida e solteira, Maddi Runkles, participar da cerimônia de graduação escolar.
A senhorita Runkles admite ter violado a norma escolar sabendo que seria “castigada”. No entanto, parece que para muitas pessoas a decisão tomada pelo comitê educativo da escola de não permitir à Srta. Runkles participar no local próprio durante a graduação foi algo cruel e inusual.
A Srta. Runkles estava bastante chateada. Tal como declarou ante a repórter do New York Times:
Algumas pessoas pró-vida estão contra o assassinato de bebês não nascidos, mas não falam a favor da menina que elege conservar seu bebê,” disse. “Honestamente, me faz sentir que talvez tivesse sido melhor o aborto. Sendo assim, simplesmente me teriam perdoado, em lugar de ter que enfrentar esta consequência visível.
Entretanto, a senhorita Runkles não é a única chateada. Naquele tempo, seu pai, Scott Runkles, era o líder do conselho de escolas cristãs:
O Sr. Runkles, vice-presidente de um banco, se auto excluiu das decisões sobre sua filha, mas finalmente renunciou ao comitê chateado por como ela tinha sido tratada.
“Normalmente, quando alguém rompe uma norma, é castigada no momento de rompê-la. Desta maneira, o castigo fica atrás e pode seguir adiante com a folha em branco,” disse. “Com Maddi, seu castigo apareceu quatro meses depois. Arruinou seu último ano.”
Além disso, a senhorita Runkles encontrou uma voz compassiva em Sara Moslener, quem ensina filosofia e religião na universidade de Central Michigan e escreveu muito acerca dos evangélicos e a sexualidade. A Srta. Moslener disse que a situação da senhorita Runkles soava “para mim como ‘A Letra Escarlate’.”

Os limites no desenvolvimento social da adolescente

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Reflexão para os pais católicos "modernos" que deixam suas filhas adolescentes expostos em redes sociais e à televisão e todo tipo de contato com os maus costumes

A criança na adolescência, uma espécie de larva operando a metamorfose, participa igualmente da infância e da juventude; não estando todavia nem em um nem na outra, não se acha bem colocada em parte alguma.


É mista e difícil a sua posição; em todas as partes incomoda e se acha embaraçada, pelo que se diz com razão que é esta a idade ingrata. O corpo, o espírito, os modos, tudo participa delas, tudo apresenta o seu cunho. Mas a mãe não pode pensar em evita-la, é uma prova de prudência e de justiça da sua parte aceita-la tal qual é; e reservando então principalmente a severidade para os defeitos e para as faltas, devem mostrar-se indulgentes com todas as exterioridades desagradáveis.

Se não se deve tratar a jovem adolescente como criancinha, também não se deve ainda torna-la mulher na família e na sociedade, desenvolvendo, a par de uma razão prematura, uma afoiteza não menos prematura, pois que são mais perigosos que agradáveis os frutos colhidos antes de maduros.

sábado, 27 de maio de 2017

Os bispos da Costa do Marfim advertem que um católico não pode ser maçom



De 16 al 21 de maio teve lugar na localidade de Kodjoboué a CVII Assembleia Plenária da Conferência de Bispos Católicos da Costa do Marfim. Como explica o comunicado final desta reunião dos pastores, aproveitaram a ocasião para “enviar uma mensagem aos fiéis católicos sobre a incompatibilidade entre a franco maçonaria e a fé católica” (n. 13).

Segundo informam diversos meios locais, a carta, que já pode ser consultada na página web da Conferência Episcopal marfimenha, será lida nas paróquias este domingo 28 de maio, solenidade da Ascensão do Senhor.
Recordação da postura da Igreja
A missiva não supõe uma condenação ou excomunhão, como assinalaram alguns meios digitais, empenhados em tergiversar o que é, simplesmente, uma recordação da postura da Igreja Católica sobre a maçonaria. Não há nenhuma novidade. Os documentos do Magistério deixam claro que não é possível ser maçom e católico ao mesmo tempo. Mais além das inimizades históricas, se trata de um problema de incompatibilidade doutrinal e vital.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Quatro filósofos ateus e dois teístas explicam por que se Deus não existe o coerente é ser amoral

Cuatro filósofos ateos y dos teístas explican por qué si Dios no existe lo coherente es ser amoral
Em nome de que condenar as grandes atrocidades do século XX se não é em nome de uma lei moral absoluta e de seu
Legislador?

Tradução de Airton Vieira – És célebre a sentença de Fiodor Dostoievski em Os irmãos Karamazov: "Se Deus não existe, tudo está permitido"[1]. Mas tem fundamento? Um recente artigo em Unione Cristiani Cattolici Razionali (página web de apologética católica baseada na ciência e a razão), publicado sob o título "A líquida amoralidade, única escolha coerente se não há Deus", argumenta que sim baseando-se tanto em autores ateus como teístas:

Se Deus não existe, então não existe o fundamento da moral, não se pode falar de valores, de direitos, nem de um Bem ou de um Mal absolutos, mas só de um débil e caprichoso relativismo extremo. Quem o reconheceu foi Joel Marks, filósofo laico da Universidade de New Haven, em seu Manifesto amoral: "Fiz o surpreendente descobrimento de que os fundamentalistas religiosos têm razão: sem Deus não há moralidade. O ateísmo implica amoralidade e posto que eu sou ateu devo, em consequência, abraçar a amoralidade".


Joel Marks é professor emérito de Filosofia na Universidade de New Haven (Connecticut).

quarta-feira, 24 de maio de 2017

A participação dos Judeus no Holocausto

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Christopher Story
A história que nos e´escondida sobre o Holocausto


O Memorando de Hoyer sugere que os judeus sabbateanos (Illuminati) foram cúmplices no planejamento do extermínio de seus irmãos judeus.

O objetivo era traumatizar os judeus por lavagem cerebral para acreditarem que precisavam de uma “pátria” própria quando, graças à Maçonaria, eles já dominavam todos os países que habitavam.

Em 1962, Christopher Story era o único 'goy'(1) trabalhando no banco Judeu “S. Japhet & Co.” na cidade. O julgamento de Eichmann estava nos noticiários e Story perguntou a uma colega de trabalho judia, uma agradável senhora de meia-idade, se Adolf Eichmann não era ele mesmo judeu?

Ela respondeu: “Você não sabia que o maior inimigo de um judeu é outro judeu?”

 Em seu livro de 2007, The New Underworld Order (A Nova Ordem do Submundo), Story escreve que muitos nazistas que planejaram e implementaram o Holocausto eram de fato judeus. Eles “se uniram aos nazistas alemães Luciferianos para exterminar milhões de sua própria raça, o que resultou em uma guerra civil inter-judaica e uma operação de limpeza étnica ...” (532)


A motivação? Impedir os judeus de desaparecerem como nação, enganando-os para avançar a Ordem Mundial Judaica, tornando-se nazistas. Ele cita o famoso artigo no jornal judaico “Daily Express”, intitulado “Judeia declara guerra à Alemanha” (24 de março de 1933). Afirma que Hitler “despertou todo o povo judeu para uma consciência nacional”. (535)

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Em seu livro, “Soldados Judeus de Hitler” Brian Rigg afirma que 155.000 soldados nazistas tinham sangue judeu, incluindo alguns generais.

Um desses generais, SS Lieut. O General Horst Hoyer apresentou em 1952 um relatório sobre o papel desempenhado pelos judeus nazistas no Holocausto. Ajudando o plano a “Solução Final” estavam os judeus chamados Walter Sonnenschein, Zuckerhorn, Spitze, Lowenstein, Gregor e Feckler. Os judeus organizados ofereceram a Hoyer 30.000 DM(2) para suprimi-lo, mas ele não aceitou. Hoyer foi assassinado alguns anos depois.



 

terça-feira, 23 de maio de 2017

Cena Dantesca

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Airton Vieira

(tonvi68@gmail.com)


“...que ele era suprema e diretamente devocional; e que amava apaixonadamente a devoção católica muito antes de ter de lutar por ela”

(Chesterton sobre S. Tomás de Aquino)


Foi no dia do franciscano Bernardino de Sena. Na cidade de Fortaleza. Em uma paróquia que leva o nome do casto esposo de Maria e pai adotivo de Jesus. Eram 20h e 01 min daquela lúgubre sexta-feira. Era uma sexta-feira, e era de noite...

O homem entrara no templo, segundo relatos oculares, já fora de si (os motivos desconheço). Assim se manteve durante a missa até a fatídica hora da Comunhão. É que após passar a missa em estado aquém da mínima reverência exigida a lugares como este se aventura à fila da Comunhão. Calçado, de bermuda, e sem camisa. Assim se aproximou o homem para comungar. E assim recebeu das mãos da “ministra extraordinária da Eucaristia” a Sagrada Espécie. Duas vezes. É que a primeira tentativa de dar-lhe a Hóstia ele a recusara. Insistiu a caridosa mulher. Ele A recebeu, para em seguida retirá-lA de sua boca com a mão e ali, em frente à ministra, em frente ao altar que continha o sacerdote fora do seu lugar de direito (e dever) em horas com esta, mas presenciando tudo, lançou ao chão o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, ato contínuo pisoteando-O e esfregando-O para enfim cuspir enquanto lançava impropérios. E retira-se com a irreverência com que chegara. A cena dantesca não termina aí. Ao tempo em que temos o homem se aproximando nas condições narradas, cometendo o sacrilégio e a profanação descritos, temos o sacerdote que presencia, segue a comunhão oferecida aos “ministros”, e somente após Jesus ir ao chão, nas condições em que o deixou o homem, sair com (convenhamos) uma estranha fleuma de seu lugar, com o purificador [seco] para passá-lo no chão ao modo de um asseio doméstico. Neste ínterim, antes mesmo da aproximação do sacerdote faxineiro, a ministra, após os poucos segundos de “escandalização” suficientes para passar o susto, segue a distribuir hóstias com o povo muito piedoso, mas pouco apiadado indo comungar. No instante em que o profanador lança o Sacramentado ao chão, sai de um banco ao lado do altar outra bem intencionada mulher, uma espécie de coroinha reserva, para “catar” o que restara de Jesus Cristo hostilizado, sem ao certo saber o que fazer com “aquilo” que tinha em suas mãos. O padre após limpar o chão volta ao seu lugar. Os comungantes voltam a comungar. E a ministra, ali para distribuir Jesus às mãos dos pés que seguem a pisoteá-lO em suas partículas pelo chão [mal e porcamente] purificado.