sábado, 27 de fevereiro de 2016

Monsenhor Galarreta: “Acho que o Papa vai seguir o caminho de reconhecimento unilateral.”

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Monsenhor Galarreta





Dom Alfonso de Galarreta deu uma palestra na Bailly, perto de Versalhes, em 17 de janeiro de 2016. Ele descreveu a situação atual da Igreja e informou aos ouvintes do atual estado das relações entre Roma e a Fraternidade São Pio X. Ele havia dirigido a comissão de teólogos da Fraternidade de São Pio X nas discussões doutrinais com Roma entre 2009 e 2011. os trechos mais significativos de sua palestra, transcrita por DICI.


Um agravamento da crise de fé que desperta reações públicas


Na primeira parte, o Bispo Galarreta constata que se desenvolve em Roma <<um desejo de tirar todas as consequencias contidas nos princípios do Concílio Vaticano II>>. As ideias conciliares de ecumenismo,  liberdade religiosa e da colegialidade até agora adquirida pelas autoridades romanas, é a moral que agora foi afetada por alguma forma de evolucionismo: <<Isto já é realidade para o dogma, para a verdade (de acordo com os progressistas); isso é realidade para o ecumenismo, para a liberdade religiosa, para a colegialidade, todo o espírito revolucionário Liberal ... então por que não para moral também? Basicamente, foi uma incoerência de não aplicar a evolução na moralidade também”, esta última é obrigada a se adaptar também>> em função da vida do homem, a moral, as leis, a evolução as coisas ... ".
No entanto, o prelado argentino reconheceu que diante deste desastre, uma reação se manifesta, <<Agora é na Igreja oficial atual que começa a aparecer reações. E as reações que variam em profundidade, porque alguns se dão conta, que existe um problema doutrinal, um problema de fé. Eles percebem que há um problema também no magistério pós-conciliar e conciliar. Eles começam a fazer perguntas e, o que é muito importante, eles entendem que para se opôr a esta ruptura total com a Tradição tem que reagir, e necessariamente se opor às autoridades que são os promotores de tais erros. Assim, vemos cardeais, bispos, sacerdotes e leigos que estão começando a responder, na direção certa, e, por vezes, muito firmemente.>>

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Justo protesto de católicos contra blasfêmia

  A zombaria e a ofensa são próprias dos orgulhosos; a vingança os espreita como um leão. (Eclesiástico 27, 31)
 

Estatuetas de santos com rostos e vestes de personagens famosos vendidas em loja de Brasília (Foto: Ana Smile/Divulgação)Fotos do site G1




Desde 2015 uma página do Facebook (Santa Blasfêmia) vem produzindo e divulgando pequenas estatuetas satirizando a fé católica. Constitui-se, pois, um ato de vilipêndio de objeto de culto religioso. Esta página produz, divulga e comercializa estatuetas de personalidades católicas (santos), todavia, com suas vestes e fisionomia alteradas (com a fantasia do Batman, Mulher Maravilha, Malévola etc.). As características fundamentais destas estatuetas foram dadas pela Igreja Católica há pelo menos alguns milhares de anos. O seu uso indevido, além de ser contra a ética, constitui-se como um ato de violência à dita Instituição, bem como ao meu sentimento religioso. Venho, então, por meio deste expressar minha denúncia de infração contra o Artigo 208 do Código Penal brasileiro.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

São Matias - Apóstolo

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24 de Fevereiro
(calendário tradicional)




O grego Matthias (ou, em alguns manuscritos, Maththias), é um nome derivado de Mattathias, hebraico Mattithia, significa “dom do Senhor.” São Matias foi um dos setenta discípulos de Jesus, e tinha estado com ele desde seu batismo por João até a Ascensão (Atos 1: 21-22). Está relatado em (Atos 1: 15-26) que, nos dias após a Ascensão, Pedro propôs aos irmãos reunidos, que contavam em cento e vinte, que se escolhesse um para preencher o lugar do traidor Judas no apostolado. Dois discípulos, José, chamado Barsabás, e Matias foram selecionados, e, disto, houve um sorteio com o resultado a favor do Matias, que assim se juntou aos onze Apóstolos.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Imagem de Nossa Senhora Aparecida fica intacta em meio a um incêndio



Imagem de Nossa Senhora Aparecida intacta / Foto: Facebook Anderson Batista

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Quantos filhos devemos ter? Generosidade e confiança em Deus...























Crescei e multiplicai-vos, e enchei a terra... (Gênesis 1:28)


Esta questão do título, agora é uma questão de “aterradora” para a maioria dos matrimônios católicos recentes e namorados católicos que estão prestes a se casar. Para quem tem fé em Deus e que trata de cumprir  os seus mandamentos e agradar-Lhe, essa carta é para vocês. Mas por que  a questão do título é aterradora para vocês? Porque a resposta correta é: os filhos que Deus quiser dar-lhes! E agir de acordo com essa resposta não é fácil ou simples, envolve muitos problemas e sacrifícios. Sim, eu sinto muito, mas essa é a resposta certa! Não, eu não sou louco, nem tenho fumado maconha, nem desconheço os múltiplos métodos artificiais e naturais de controle de natalidade, e programas do governo sobre planejamento familiar. Sim, já pensei sobre a superpopulação e eu acho que ainda falta muito para que chegue e, antes disso, ou Deus tem ação direta sobre o assunto, por exemplo, diminuindo o ritmo natural da procriação, ou homens encontrarão soluções éticas na terra ou fora dela ou acontecerá o fim do mundo. Também já pensei se “antes de se podia, era outros tempos,  agora é impossível, está tão cara vida!”, e sejamos sinceros: antes e depois houve e haverá tempos melhores e piores, isso não é uma justificação não é a verdadeira causa do terror a resposta.

A causa real é o próprio homem, os homem e as mulheres de hoje: a ignorância, o egoísmo, o hedonismo, a sua falta de fé e confiança em Deus e do amor a Deus para cumprir fielmente sua vontade. Sim, é uma questão de generosidade e confiança em Deus, como  disse o Papa Pio XII. Nos parece isso tão importante e tão claro que escolhemos para esta página. O planejamento familiar e controle de natalidade são um insulto à Providência.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Meios para se guardar a castidade no namoro/noivado

Capítulo do Livro Fiançailles Chrétiennes (1956), do Padre François Dantec.


Alguns conselhos práticos ou os principais meios de guardar a castidade durante o noivado

Os noivos devem saber que a castidade nem sempre é fácil durante o noivado, sobretudo quando este é demasiadamente prolongado. Todavia, eles devem também estar convencidos de que esta castidade lhes será sempre possível, com a ajuda da graça de Deu, com a qual eles poderão sempre contar.
 Para guardar a castidade durante todo o noivado, lhes será preciso cumprir certas condições e pôr em prática certos meios sem os quais eles só poderiam chegar a lamentáveis fracassos.


As condições necessárias.

Antes de mais nada, eles devem ambos ter o sentido da, a estima e o amor pela castidade. E devem saber, ainda, que Deus nunca pede o impossível… e que, a todas as almas sinceras e que rezam, Ele dá a força de realizar o que Ele ordena.

Porém, por causa da força dos impulsos carnais, a virtude da castidade só pode ser mantida sob uma dupla condição: primeiramente uma atitude de esforço e de luta; em seguida ­- e sobretudo – uma vida sobrenatural intensa alimentada pela oração e pela recepção frequente da Penitência e da Eucaristia.

sábado, 20 de fevereiro de 2016

A música do diabo



Hoje em dia, a música escutada pela grande maioria dos jovens é de origem satânica. Gêneros de Rock and Roll, Pop, Hip Hop, Rap, Funk, Heavy Metal e tudo o que se escuta na MTV e canais semelhantes, são  músicas do diabo. Estou sendo extremistas fazendo tal afirmação? Se o leitor pensa assim, deixe-me, pelo menos, explicar as razões que me levam a dizer isso, e então cada um decidi por si mesmo. Nesta primeira parte do trabalho que eu proponho examinar as raízes do Rock and Roll, o seu impacto revolucionário na sociedade, e as primeiras estrelas dos anos 50 e 60.
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Vejamos as origens do rock and roll, começando com a sua etimologia. O termo, embora originalmente cunhado em canções marítimas nos anos 30 degenerou em uma referência velada à fornicação. Foi o locutor de rádio, Alan Freed, que popularizou o nome em referência ao novo gênero, uma fusão de Rhythm and blues, swing e outros estilos. Um dos mais importantes expoentes do novo estilo que exerceu uma grande influência sobre músicos do rock mais tarde, que muitos chamam de “avô do Rock”, foi o cantor e guitarrista Robert Johnson (1911-1938). Eles dizem que este personagem misterioso, gravou somente 29 músicas, que muito pouco é conhecido, e que morreu em circunstâncias misteriosas aos 27 anos (inaugurando uma verdadeira tradição no mundo Rock), adquiriu sua habilidade na guitarra, graças a um pacto com Satanás . Isto é confirmado pelas letras de sua música Crossroad Blues, que narra o encontro com Satanás em uma encruzilhada; “dar-lhe-ei fama e dinheiro em troca da sua alma” e o jovem músico aceita o acordo. Na canção Me and the devil blues, Johnson conta o que pode ser facilmente interpretado como o demônio aparecendo numa manhã para cobrar a sua parte do negócio. Isto é o que ele diz :

“Esta manhã cedo
Quando você bateu na minha porta
De manhã cedo, OOH
Quando você bateu na minha porta
Eu disse: “Olá, Satanás
Eu acho que é hora de ir







A realização de Freed era estender a iniciante música rock para um público branco, enquanto o blues  tinha sido sempre uma música exclusivamente do público negro. O primeiro grande sucesso de Rock and Roll, que fez o gênero um fenômeno de massa, veio em 1954 com Rock Around the Clock de Bill Haley e a maior revolução social dos tempos modernos havia nascido.

Com o auge de Elvis Presley se originou uma nova tendencia na música: a idolatria das estrelas do rock por seus seguidores ou “fãs”, uma palavra derivada de “fanáticos”.. Bastava Elvis subir no palco para que hordas de adolescentes entrasse em êxtase. Pode-se dizer que, em sua presença seus fãs caíam em uma espécie de transe, perdendo completamente o controle de suas ações. Este efeito fascinante por si só seria suficiente para nos alertar contra a música rock, porque a perda da vontade, com a consequente perda de inibições morais, é um sinal inequívoco do demoníaco, e desde então tem sido uma constante na música rock e todos os gêneros derivados. Eu acho que é uma combinação de vários elementos que produzem o efeito alienante nos “iniciados” do culto Rock and Roll. Além de adorar o ídolo no palco, os movimentos bruscos e espasmódicos da dança e a pulsação inexorável de um ritmo sincopado, hipnotizam os participantes. Se somarmos a isso o consumo massivo de álcool e outras drogas, temos um coquetel extremamente perigoso, que é perfeitamente desenhado para estimular nos adeptos às baixas paixões e despertam todos os tipos de luxúria e  maldade.






Isto é assombrosamente semelhante ao que os antigos descreviam do culto a Dionísio, que os romanos conheciam como bacanais. As sessões desse culto foram caracterizados por forte consumo de vinho e narcóticos (na época eram utilizados cogumelos alucinógenos), uma música muito rítmica de efeito hipnotizante e danças frenéticas que produzem nos iniciados um estado de desenfreio que terminava em orgias e todos os tipos de crimes. No século II aC, o senado romano achou por bem proibir os bacanais, considerando que ameaçava a ordem moral e pública. Deve-se lembrar que estamos falando de um império pagão. Hoje, os governos pós-cristãos e anticristãos, longe de proibirem os bacanais modernos, os organizam e subsidiam com nossos impostos.

O que mais chocou a opinião pública conservadora na hora das performances de Elvis não eram seus ritmos e suas letras (na verdade, as letras são um componente pouco da sua música), mas as suas contorções pélvicas de conotação sexual claras, algo nunca antes visto o momento. Seus movimentos obscenos escandalizou a tal ponto que, quando aprareceu em 1957  no programa de televisão, Ed Sullivan Show, por decência, só se mostrou apenas da cintura para cima. Que distantes parecem aqueles tempos! Agora em qualquer canal, a qualquer momento, se veem mulheres semi-nuas, em exposição e contorcendo-se da forma mais grotesca, de modo lascivo, crianças dançando de forma lasciva sem o menor constrangimento, e todos batendo palmas e sorrindo, como a coisa mais normal . Na verdade, o grotesco tornou-se “normal”.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A moda feminina


Escuta e Reflete!

Breves Pensamentos Morais

 

Em tempos de shorts e saias curtas, calças coladas, decotes nos bustos e nas costas, biquines etc. é sempre bom recordar, principalmente para as católicas, o perigo que correm suas almas de se condenarem eternamente.

 

1º Ponto: Antes não existias. Dentro de 100 anos onde estarás... Ou no Paraíso ou no Inferno! Qual é o fim da tua vida?... Dar ao Criador a prova de amor, com a observância de sua Lei. A vida não é prazer; é luta contra as paixões, contra Satanás e as máximas perversas do Mundo. Para vencê-los precisamos  da   ajuda   de   Deus,   que   se   obtêm   com a Oração e  com   os   Sacramentos. O fruto da vida cristã é a paz do coração, a resignação na dor, e depois, o Paraíso.

 

2º Ponto: No toca disco ficam impressas as ondas sonoras... cantos delicados ou grosseiros... palavras santas ou inconvenientes... Assim, no livro da tua vida permanecem escritos: os bons pensamentos ou os maus, as conversas morais ou imorais, as obras boas ou as más. Depende de ti escrever somente o bem.

 

3º Ponto: O rio corre; a cada momento se avizinha do mar. A tua vida foge: cada dia que passa é um de menos que te fica sobre a terra; todo o dia é um passo em direção do cemitério. Não queres pensar nisto? És tola! Imita as virgens prudentes!

 

4º Ponto: Sabe que a alma vale mais que o corpo. Por que tanta solicitude com o mísero corpo e tanto desleixo com a alma? Aprende a ser mais sábia!

 

 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A necessária castidade durante o namoro

A necessária pureza entre namorados. Evidentemente, a primeira razão para se guardar a castidade no namoro é observar o sexto mandamento, evitando o pecado mortal e sua consequente perda da graça. Nossa razão reconhece e Deus nos ensina que a união entre um homem e uma mulher deve ter em vista a procriação. Todavia, não basta a procriação, pois é preciso também educar a prole. Para educar bem os filhos, é preciso que haja o matrimônio. Portanto, a união entre o homem e a mulher deve se realizar somente dentro do casamento, para que a primeira finalidade dessa união seja assegurada de forma adequada.


A segunda razão para que os namorados mantenham a castidade é com a finalidade de que façam uma boa escolha, uma escolha realmente lúcida e livre. Um dos fatores que mais arrastam o nosso reto juízo, desviando-o da adequação à realidade, são as paixões desordenadas. Quando julgamos afetados por essas paixões, nossa inteligência e nossa vontade são como que arrastadas a julgar em conformidade com tais paixões. Portanto, a falta de castidade entre os namorados vai conduzi-los a julgar não conforme à realidade, mas conforme às paixões. Eles não conseguirão considerar adequadamente a estima mútua, a simpatia, a confiança e o acordo sobre o ideal que devem ter. Eles tenderão a julgar simplesmente seguindo a inclinação dessas paixões desregradas. Em virtude das paixões, ele quererão permanecer juntos e tenderão facilmente a julgar que todas as condições que mencionamos na segunda parte estão presentes, ou não darão a devida importância a essas condições.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

A maçonaria no Império de Bonaparte

Napoleão Bonaparte



Vimos a derrubada da civilização cristã projetada por volta do fim do século XVI, almejada por uma sociedade secreta que, de geração em geração, ano indicado pelos Humanistas, desenvolvido pelos Enciclopedistas, definitivamente determinado pelos Iluministas e posto em execução pelos Jacobinos.

 Sufocada no sangue do Terror e na lama do Diretório, a franco-maçonaria não pôde erguer o Templo da Humanidade sobre as ruínas da Igreja da França, que ela tinha destruído.

 A Igreja se reergueu. A franco-maçonaria não renunciou a seu projeto. Ela novamente se aplicou a ele desde os primeiros dias do império. A cada ano ela aumentou o círculo de sua ação; e no momento atual ela tem a garantia de consegui-lo desta feita, tanto mais certamente quanto ela conhece o que a fez fracassar no século XVIII.

 Ela quis aniquilar toda a ordem de coisas existente, religião, sociedade e propriedade, e substituí-la pelo estado puro da natureza. Ele não pôde. O Império foi uma reação que a Restauração acentuou. Nós veremos a maçonaria, sob os governos que vão se suceder, trabalhar para estorvar suas boas intenções e paralisar seus esforços para o bem, inspirá-los para o mal e nisso secundá-los; depois, enfim, a assenhorear-se do poder, e então perseguir abertamente a realização dos desígnios que os enciclopedistas, os franco-maçons e os iluministas tinham concebido.

 A reação se deu, inicialmente, na ordem religiosa.

 O catolicismo não pudera ser inteiramente sufocado. Sua doutrina e sua moral não tinham deixado de viver numa multidão de corações, e o seu culto não deixara de ser praticado, mesmo com perigo de vida. Assim que aquele que concebeu a ideia e que se impusera o poder para restabelecer uma certa ordem na sociedade quis pôr-se ao trabalho, compreendeu que, para reerguer a França de suas ruínas era preciso, necessariamente, começar pela restauração do culto.  Mas, que culto? Nenhum outro que não o católico teria sido aceito, nenhum outro teria sido viável. Todo o mundo o percebia bem, e Napoleão melhor que qualquer um. Ora, o culto católico só podia ser restaurado pelo Papa: daí a necessidade de entender-se com ele. Napoleão percebeu-o e logo encetou as negociações que deveriam redundar na Concordata de 1801. No entanto, a franco-maçonaria estava sempre presente e ela absolutamente não renunciava ao projeto de liquidar o catolicismo e com ele a civilização cristã. Vamos revê-la, pois, trabalhando para isso, não mais com a impetuosidade de 1793, mas discretamente, lentamente, e, pensava ela, com mais segurança.

Evolucionismo para não evoluídos






O EVOLUCIONISMO
Dr. Carlos Baliña

Licenciado em Física (Univ. de Bs.As.); Dr. em filosofía (Univ de Barcelona)

 O objetivo deste artigo é um exame crítico da teoria da evolução desde as ciências particulares à filosofia. Como veremos o juízo será negativo no que diz respeito à evolução, como nos é empurrada pelos meios de comunicação e até mesmo pela comunidade científica internacional. Começamos por expor brevemente a doutrina evolucionista.

Sabemos que a origem desta teoria remonta ao século XIX, quando, em 1859, um naturalista Inglês, Charles Darwin, depois de uma viagem ao redor do mundo na corveta Beagle escreveu um livro que realmente causou um tumulto extraordinário no campo das ideias: E1 origem das espécies. Darwin procurou neste livro dar uma explicação racional e natural à origem de todos os seres vivos sobre a face da terra, tanto vegetais como animais. Darwin postulou um mecanismo pelo qual surgiram todas as espécies viventes: chamou-a de seleção natural. Ele chegou a esta ideia de seleção natural a partir da observação de como os pecuaristas na Inglaterra, sua terra natal. Ele observou como os criadores de gado, cavalos, etc., por meio de cruzamentos convenientemente escolhidos tinha se conseguido uma grande variabilidade dentro das espécies. Se você acha que por exemplo em cães, por um cruzamento convenientemente escolhido, um pode obter desde um Chihuahua até um grande de guarda, e toda a variedade de raças diferentes  que conhecemos. Consequentemente Darwin postulou que a natureza funciona como um grande “criador” (cultivador), não “creador”(Deus): da maneira dos “senhores fazendeiros” Ingleses, a natureza tinha também melhorado as características dos indivíduos para alcançar as diversidade das diferentes espécies que conhecemos hoje .

Portanto, Darwin concebeu um novo conceito, que trouxe um monte desdobramentos  de todos os pontos de vista: a sobrevivência do mais apto. A natureza favoreceria o desenvolvimento das características específicas dos indivíduos mais aptos. Todos nós temos alguma ideia deste conceito como tem sido divulgado em todas as formas possíveis pela mídia. Na luta pela sobrevivência, por exemplo, a gazela mais rápida vai sobreviver contra a perseguição do leão; por sua vez, a gazela mais rápida transmiti sua velocidade para seus descendentes. E o mesmo acontece com qualquer ser vivo: os mais aptos na luta pela sobrevivência  transmitem aptidão  à sua prole. No decorrer de milhões de anos, ou um tempo suficientemente longo, pequenas diferenças iriam ampliando-se para produzir todos os seres vivos que conhecemos hoje. A seleção natural seria, então, o mecanismo pelo qual os organismos vivos apareceriam.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Carta aberta ao Papa de um judeu converso

Sua Santidade, o Papa Francisco                                         Tradução: Gercione Lima



Cidade do Vaticano

janeiro 2016



Estimado Santo Padre,



Eu sou judeu. E assim como  Menachem Mendel Schneerson de Crown Heights, Brooklyn, tenho certeza que sou descendente direto do rei Davi por parte do meu pai (minha mãe, segundo me asseguraram era descendente de Hillel).



Tenho 74 anos. Me converti à Igreja Católica Romana com a idade de 17 anos no último ano do pontificado do Papa Pio XII. Eu fiz isso porque eu estava sob a convicção de que eu tinha que aceitar e ter fé que Jesus Cristo era meu Salvador, e eu acreditei. E eu acreditei que tinha que ser batizado como um membro de Sua igreja para ter uma chance de salvação. Então eu me converti, fui batizado na Igreja Católica e, em seguida, fui confirmado.



Ao longo dos anos, eu contribuí com dezenas de milhares de dólares tanto para o Óbolo de São Pedro (tesouro próprio do papa com o qual você deve estar muito familiarizado), como com minha própria paróquia e diocese.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Finalidade do namoro

Finalidade do namoro. O Reverendíssimo Padre Lodi diz que a finalidade do namoro é “o conhecimento da alma do outro.” Esse conhecimento da alma é conhecer as qualidades e defeitos, naturais e sobrenaturais, do outro, bem como conhecer qual é o “ideal” de vida do outro. Todavia, as condições para que um jovem e uma jovem possam construir com segurança um lar católico são quatro:
  1. Uma grande estima mútua;
  2. Uma profunda simpatia mútua;
  3. Uma profunda confiança mútua;
  4. Acordo quanto ao ideal.
A finalidade do namoro deve ser verificar a existência dessas quatro condições ou desenvolvê-las. O que segue é baseado na obra do Padre François Dantec, Fiançailles Chrétiennes.


1. Estima mútua. A estima é reconhecer no outro certas qualidades e certos valores reais e apreciar de modo particular essas qualidades e esses valores. Essa estima deve ser, portanto, motivada, ela deve ter um motivo real e ser séria, e não ser baseada em impressões ou sentimentos. Essa qualidade e esses valores nada mais são do que as virtudes. Eis aqui o verdadeiro título de nobreza e o tesouro mais precioso para que um lar digno seja fundado. Antes de escolher o cônjuge, é preciso prestar atenção nas suas qualidades morais, naturais e sobrenaturais. Se há um defeito grave e de difícil correção no outro, não se deve hesitar em romper o relacionamento. Se, ao contrário, constata-se a presença das virtudes no outro, a estima pode ser dada ao outro. Essa estima é o primeiro passo para o verdadeiro amor entre os que querem se casar.




2. Simpatia. A simpatia aqui quer dizer uma certa inclinação ao outro. Em geral, ela decorre da estima de que falamos acima. Assim, também a simpatia deve ser motivada. Todavia, pode haver casos em que há estima sem que haja a simpatia. Os sinais dessa simpatia são o desejo de rever o outro, a alegria de se encontrar e de conversar juntos, ter o pensamento inclinado para o outro, preocupar-se com os problemas e preocupações do outro, etc… Convém deixar claro que essa simpatia não é uma atração sensível ou física. É necessário para noivar e casar que haja atração entre os dois, mas uma atração como a simpatia que descrevemos acima. Não é necessário que haja uma atração física, sensível, que faça o coração palpitar. Isso é de uma importância prática extrema, pois nada há de mais instável e variável que a sensibilidade e essa inclinação física. A pretensão de construir o lar sobre uma base tão instável é viver na ilusão e construí-la sobre a areia. O casamento vai desmoronar. O matrimônio precisa ser baseado na estima motivada e na simpatia que deriva dessa estima, em virtude das qualidades morais reais do outro. Está claro que a inclinação física e sensível não é em si um mal e pode ser um bem, desde que não levem a pessoa a tomar decisões baseadas nelas. Se essa inclinação física e sensível está ausente, mas estã presentes a estima, a simpatia e as outras condições de que falaremos, os jovens podem se casar com confiança. Se a simpatia mútua está ausente, é muito imprudente casar. Essa ausência de simpatia pode acontecer mesmo entre um jovem e uma jovem católicos e virtuosos. Seria muito imprudente casarem sem ter simpatia um pelo outro ou tendo antipatia pelo outro. Também seria imprudente casarem se houvesse alguma espécie de repugnância física pelo outro. A graça baseia-se na natureza. Se no campo natural existem fatores que desaconselham o matrimônio, seria difícil que a graça suprisse tais problemas. Qualquer que seja a causa dessa antipatia, consciente ou inconsciente (incompatibilidade de temperamento, diferença de idade, de cultura, etc.), trata-se de uma contra-indicação seríssima ao casamento, pois seria expor-se mais tarde a provações muito frequentes e muito fortes, com risco para o casamento.


3. Completa confiança mútua. Além da estima e da simpatia, é preciso que haja confiança, para que haja um casamento feliz. É preciso que a outra pessoa seja digna da confiança, que seja possível ter certeza quando ela diz algo. Essa confiança é também ter certa segurança e estabilidade, fundada nas qualidades reais do outro. Além disso, essa confiança é ter por certo que é possível se apoiar no outro para enfrentar as dificuldades, as provações, os sofrimentos. A vida matrimonial é completamente distinta da vida anterior: o cônjuge já não está mais só. No melhor e no pior, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, é preciso ter a certeza de poder contar com o outro. Para casar, os namorados/noivos devem ter essa confiança profunda no outro. Essa confiança é motivo de muita força e alegria para a vida do casal. Essa confiança mútua tem também o sentido de que um cônjuge se confia ao outro, quer dizer, que não guarda segredos para o outro. Claro que há graus e etapas nessa abertura mútua. O essencial é que um esteja à vontade com o outro (no bom sentido), para confiar ao outro tudo o que vale realmente a pena e para contar tudo o que seria desleal ou imprudente esconder.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

A classe dirigente europeia; instrumento chave do sionismo para destruir a Europa





É imperativo ressaltar, com muita urgencia, que a imigração em massa está sobrecarregando a Europa, a maioria de origem muçulmana, não é espontânea, nem muito menos mais saudável se pensarmos em nações como os organismos vivos. Na verdade é preciso pouco sentido para perceber isso. Para não ver, é necessário por uma venda preta sobre os olhos.

Já foi suficientemente removido neste momento o famoso mito da coexistência de três culturas. Sem ir mais longe, na Espanha nunca viveram juntos cristãos, judeus e mouros. Eles se suportaram o quanto puderam, e apenas quando nenhuma cultura era maioria a ponto de afastar a outra. Mas isso era outra história.
Uma história que não contou, ao contrário de nossas sociedades, com protagonistas ingênuos, liberais e progressistas.

Hoje, a Alemanha gasta, e gastará mais ainda, milhões de euros assistindo  pessoas que nem desejam integrar-se no país de acolhimento ou na cultura a que pertencem não é de forma alguma compatível com os nativos. A Alemanha está sofrendo agora, além disso, uma onda de estupros e assaltos à nativos em institutos e colégios realmente intoleráveis; e o mesmo, ou pior, ocorre na Suécia e Noruega. Inglaterra e França tem sofridos grandes distúrbios pela imigração recebida, e na Itália, é fácil ver nas ruas qualquer escrito do tipo – Eu testemunhei isso - exigindo que o Islã seja erradicado da Europa. E assim por diante. O choque de civilizações é apenas uma questão de tempo.
Só será preciso desvendar quando estas bombas irá explodir nas ruas da Europa.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Duração do namoro católico

Suponho que o excelente texto do Padre Luiz Carlos Lodi recentemente republicado aqui tenha feito muito bem aos jovens – ou nem tão jovens – católicos que pretendem ter um namoro santo, conforme a reta razão iluminada pela fé, para poderem ter também um casamento santo. O namoro é preparação para o casamento. Assim, quem quer ter um bom casamento, deve preparar-se bem. Casamento santo supõe preparação santa, supõe namoro santo. Gostaria, porém, de acrescentar alguns pontos quanto (1º) à duração do namoro católico e (2º) quanto à finalidade do namoro, que o Padre define corretamente como “conhecer a alma do outro”. Finalmente, (3º) gostaria de tratar com um pouco mais de precisão das consequências prejudiciais dos pecados contra a pureza entre namorados.

(1º) Duração do namoro. Quando falamos aqui de namoro, falamos de todo o tempo e de todo e processo que antecedem ao matrimônio, incluindo, portanto, namoro e noivado. A duração do namoro deve ser a duração necessária para que ele possa atingir a sua finalidade. A finalidade do namoro consiste em “conhecer a alma do outro”. A finalidade do namoro é conhecer o que o outro pensa, é avaliar e examinar, com a seriedade devida, as probabilidades que o casal tem de atingir o fim último do matrimônio: a santidade dos cônjuges e dos filhos. Essa avaliação e exame devem considerar as qualidades, as relações, o ambiente social, etc., de ambos, com tudo aquilo que pode e costuma influenciar na formação de um lar católico, com tudo aquilo que pode e deve contribuir para assegurar o cumprimento dos graves deveres que pesam sobre os casados (Peinador, Consultorio Moral Popular, p. 63). Para maiores detalhes quanto a esse conhecimento ver a 2ª Parte.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

PORQUE PADRE PIO É O OPOSTO DE BERGOGLIO ( O RETORNO DOS PEREGRINOS A ROMA PELO SANTO ESTIGMATIZADO)



Publicado em 7 de Janeiro de 2016: Tradução: Gercione Lima

O "complô para mudar o Catolicismo" (título do New York Times), que é o verdadeiro  projeto do Papa argentino, ou seja, transformar a Igreja em uma sucursal do jornal  "A República" e do Greenpeace, ganhou a aprovação entusiástica de todos os mais acirrados inimigos da fé católica.


Mas para ter sucesso nesse intento, precisa do apoio absoluto do povo católico. Só que este povo está no lado oposto dos progressistas bergoglianos e - embora bombardeados pela mídia - preferem ficar do lado de Padre Pio  do que dos “esquerdistas".

E não foi por acaso que em 2014 caiu pela metade sua participação nas audiências de Bergoglio e já em 2015 se reduziu pela metade os de 2014. Uma verdadeira fuga.

Por isso no Vaticano saíram com a ideia de um novo Jubileu: era necessário inventar um meio para sanar a dramática queda no comparecimento em torno ao papa Bergoglio.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Tempo da Quaresma


Da Quarta-feira de cinzas ao Domingo da Paixão


EXPOSIÇÃO DOGMÁTICA: O  tempo da Septuagésima já nos demonstrou a necessidade de nos unirmos, pelo espírito de penitência, à obra redentora do Salvador. Pelo jejum e outros exercícios de penitências, a Quaresma vai associar-nos a Ele de maneira efetiva. Mas não há Quaresma que valha, sem esforço pessoal de retificação da vida e de a viver com mais fidelidade, reparando, por qualquer privação voluntária, as negligências de outros tempos. Paralelamente a este esforço, que exige de cada um de nós, a Igreja ergue diante de Deus a cruz de cristo, o  Cordeiro de Deus, que tomou sobre Si os pecados dos homens, e que é o verdadeiro preço na nossa Redenção. À medida que nos aproximamos da Semana Santa, o pensamento da Paixão tornar-se-á predominante, até chegar o momento de pender por completo a nossa atenção. Já desde o começo da Quaresma, ela nos está presente, e é em união com os sofrimentos de Cristo que o exército cristão vai entregar-se à <<santa quarentena>>, indo ao encontro da Páscoa com a alegre certeza de partilhar da Ressurreição do Senhor.

OBS: A prática de celebrar-se o Tempo da Septuagésima foi suprimida do rito romano da Igreja Católica, a partir da reforma (destruidora) litúrgica do Concílio Vaticano II , que integrou-o no tempo comum que se segue à Epifania. Esta prática está mantida na forma extraordinária do rito romano.