domingo, 31 de janeiro de 2016

BASTIDORES DESCONCERTANTES. É POSSÍVEL QUE O VATICANO TENHA CHEGADO A ESSE PONTO?


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Roma, 30 de janeiro de 2016: Mais de 2 milhões de pessoas marcham a favor da família na edição deste ano do Family Day (fotos do Fratres in unum). Tradução: Gercione Lima.





Como muitos já perceberam eu não posso ser contado entre os fãs do Papa Bergoglio, no entanto, por uma esperança incurável nunca desisto de esperar que qualquer surpresa agradável desminta minha opinião negativa. Até agora continuo pontualmente decepcionado.


Sábado de manhã, argumentando com os amigos, eu dizia, se não por causa da paternidade, se não por causa dos ideais em comum, ou quem sabe pela esperteza política (que em Bergoglio nunca falha) eu esperava que o papa pelo menos desse um sinal.


No fundo, para esse povo composto por pessoas boas e corajosas bastaria apenas uma pequena mensagem e eles o teriam hosanado e enchido de aplausos filiais.


E de pensar que Bergoglio chegou a discursar para o Centro Social Leoncavallo e abençoou aqueles ativistas políticos instando-os a continuar a luta! Pensei então que poderia dirigir pelo menos um cumprimento ou uma bênção para o povo do Dia da Família, que basicamente seria o seu povo católico.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Quando a Igreja era acusada de impiedosa

Quando ai suicidi veniva negata la sepoltura nei camposanti 

Rino Cammilleri - Tradução: Gercione Lima

Fabrizio De André retornava com muito gosto ao tema do "suicídio". A primeira vez, em The Ballad of Miche ", onde atacava a Igreja, acusando-a de impiedosa porque negava o funeral religioso aos suicidas. Na passagem escrita em memória de Luigi Tenco, que havia cometido suicídio, ele se lançou contra a "Igreja impiedosa" dizendo com toda certeza que o Paraíso acolhe a todos, "porque o inferno não existe no mundo de um Deus que é bom." Finalmente, na obra Andrea, jogou a toalha e não fez mais comentários metafísicos sobre o suicídio do protagonista.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Apostasia pública oficializada: Francisco participará do aniversário dos 500 anos da rebelião protestante


 
Houve rumores e especulações sobre isso durante algum tempo, mas agora foi confirmada oficialmente.

Boletim oficial do Vaticano hoje:

O Santo Padre Francisco irá para Lund (Suécia) para comemorar o 500º aniversário da Reforma

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Erros e perigos da Astrologia




New Age


"Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho e sua filha, nem que se dê a adivinhação, a astrologia... porque o Senhor teu Deus abomina todas essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor teu Deus expulsa diante de ti essas nações."(Deuteronômio 18:10-12)




A maioria das pessoas conhece a Astrologia através dos horóscopos publicados nos jornais.  Muita gente lê e acredita nas previsões que são feitas, alguns inclusive seguem as sugestões dadas pelos astrólogos. Mas será que já se perguntaram no que se fundamentam estas previsões? Há base científica? Ou ainda, lembrando que nem tudo pode ser explicado pela ciência, há base racional para a Astrologia? E, fora estas questões, é lícito (ou, ao menos, convém) a um católico recorrer às previsões astrológicas? São questões relevantes, que precisam ser analisadas atentamente e respondidas com precisão. Além do mais, quando se procura entender as origens e as relações da Astrologia com o mundo atual, percebe-se claramente que hoje ela está muito ligada aos movimentos conhecidos por “New Age” ou, Nova Era. No que consiste esta tal de Nova Era?

Segundo os místicos e astrólogos a New Age (Nova Era) é o advento da Era de Aquário. Para eles, estamos no final da Era de Peixes, dominada pelo pensamento cristão "repressivo", "retrógrado" e "preconceituoso". O próximo Eon (ou Era) será o fim da dominação cristã e o início de um tempo de luz, tecnologia e paz. Como disse, a filosofia da Nova Era está intimamente ligada à Astrologia e esta, por sua vez, usa uma roupagem falsa de ciência quando utilizada (erroneamente) conceitos da Astronomia.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Todas as religiões são boas? (Por Monsenhor Ségur)

Pedro




Introdução: Infelizmente, este á o parecer de não poucas pessoas, incluindo muitos católicos seduzidos pelo falso ecumenismo e não sabem que existe apenas uma religião verdadeira fora da qual não há salvação. Leia a resposta do Monsenhor Segur sobre o assunto, dada mais de um século atrás.



Dice o incrédulo: Todas as religiões são boas.

Resposta - Quereis dizer definitivamente que todas as religiões são boas, no sentido de que é melhor ter uma, qualquer que seja, do que nenhuma; mas não no que seja indiferente a professar esta ou aquela. Mas pensai que pouco importa ser pagão, judeu, turco, católico, protestante ou supondo que todas as religiões são invenções dos homens e que Deus Nosso Senhor não cuida delas?

Se assim for, diga-me onde você aprendeu esta doutrina, e quem revelou que todas as religiões igualmente agradam o Ser Supremo?

Porque existem falsas religiões você conclui que não há uma verdadeira, e porque você se encontra cercado de impostores você não deve encontrar um verdadeiro amigo?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Continência, ciência e moral


 

Um ato é moral quando concorda com a lei divina, e não com as leis da ciência, que, muitas vezes, são hipotéticas, pois toda ciência progride, se desenvolve; enquanto a regra moral é de uma imutabilidade completa, por que é divina.

Deus fez o homem e Deus fez a grande lei moral que é o Decálogo. Como pode haver antagonismo entre a obra e o legislador? Toda moral verdadeira nada tem a ver com a ciência, mas, sim, com a lei divina.

A lei divina domina a ciência, como  a certeza domina a dúvida, como o absoluto domina o contingente e como o fato domina a hipótese.

As ciências dirigem-se à inteligência; a moral dirige-se à vontade; ora, um ato da Inteligência é distinto de um ato da vontade. Nihil volitum, nisi praecognitum, dizem os filósofos, A inteligência precede; a vontade segue, de modo que sem consentimento voluntário e deliberado não há ato humano, ou ato moral, enquanto pode haver ato da inteligência involuntário e indeliberado.

 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Superpopulação? Um mito pseudocientífico

Crianças em demasia?

Os antioxidantes sempre ajudam o organismo; o cérebro dos seres humanos é maior que o de outros animais; uma pessoa aprende mais facilmente quando se utiliza o método de aprendizagem da sua preferência; o crescimento da população aumenta a fome e a pobreza. Qual é o denominador comum entre estas declarações? O fato de que todas elas são mitos falsamente científicos.

Após o Wall Street Journal, outro célebre e respeitado meio de comunicação norte-americano desmascara a teoria de que a superpopulação mundial produziria fome e pobreza: desta vez, a renomada revista Nature, em artigo do último mês, oferece um breve histórico desse mito teorizado em 1798 por Thomas Malthus, abraçado com amplo consenso pelo mundo acadêmico no século XX e resumido em textos famosos, como “A bomba demográfica”, de Paul Ehrlich (1968), e “Os limites do desenvolvimento”, publicado em 1972 pelo Clube de Roma, organização formada por economistas, cientistas, filantropos e homens de negócios do mundo inteiro.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Festa da Sagrada Família


O humilde aprendiz de Nazaré

é, apesar de tudo, rei do Céu e

 da Terra; uma coroa invisível

cinge a sua fronte divina.





I domingo após a Epifania

Festa da Sagrada Família


Concedidas a certas dioceses por Leão XIII, em 1893, e estendida à Igreja universal por Bento XV, em 1921 a Festa da Sagrada Família ocupou o lugar do domingo dentro da oitava da Epifania, cuja missa se transfere para o primeiro dia livre da semana. Jesus, Maria e José, na humilde casa de Nazaré! A santidade mais elevada nas condições de vida mais simples. Entre os acontecimentos que marcaram o nascimento do Salvador e o começo da sua vida pública, quis a Santa Igreja lembrar, todos os anos, este nobre exemplo, em que as famílias autenticamente cristãs, nunca deixarão de se inspirar, como modelo de santificação pela prática das virtudes familiares.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

A maçonaria quer mesmo destruir a Igreja ou os papas exageraram ao condená-la?

Fala a historiadora Angela Pellicciari: os maçons estudaram estratégias subversivas para acabar com o poder eclesiástico


maconaria




A maçonaria tentou destruir a religião na Itália? Agiu para extinguir a ação e a existência da Igreja católica naquele país?


A resposta de Angela Pellicciari, italiana historiadora do “Risorgimento” e professora de História da Igreja, é positiva: desde o seu nascimento, a maçonaria se propôs acabar com o poder da Igreja mediante ações subversivas, em geral sutis, que foram vigorosamente denunciadas e repudiadas pelos papas.


Angela explica para a Aleteia: “A maçonaria moderna nasceu em Londres em 1717. A Igreja emitiu a primeira das suas centenas de condenações e excomunhões em 1738, com a carta apostólica ‘In Eminenti’, do papa Clemente XII. ‘Cheios de certa aparência afetada de honradez natural’, escreve o papa sobre os maçons. E o papa tem razão: a maçonaria sempre tem nos lábios a palavra ‘moral’, mas a moral a que ela se refere não é a moral revelada”.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Festa da Epifania


6 de janeiro

Epifania



A festa da Epifania, que já existia no Oriente e em certas igrejas do Ocidente, antes de entrar em Roma, parece ter sido, primitivamente, uma festa da Natividade; o dia 6 de Janeiro era, para essas igrejas, o equivalente à festa do Natal, na igreja romana.

 Introduzida em Roma na segunda metade de século VI tornou-se o complemento e, de certo, a coroa da festa do Natal.

 Epifania quer dizer manifestação. Nela deseja a Igreja celebrar a manifestação do Senhor ao mundo. Com efeito, depois de se revelar aos pastores, mostrou-se aos Magos, que do Oriente O tinham vindo adorar. A tradição cristã viu sempre, nos Magos, as primícias da gentilidade. Eles trazem consigo, com efeito, todos os povos da terra, de modo que a Epifania é uma afirmação da salvação universal, como muito bem diz São Leão, nas lições de matinas, onde nos mostra, na adoração dos Magos, os primórdios da fé cristã, a hora em que o intérmino desfile do mundo pagão se põe em movimento, para seguir a estrela que o convida a marchar ao encontro do Salvador.

 É o sentido total da profecia de Isaías, cuja leitura, a Igreja nos proporciona no primeiro noturno de matinas e na epístola da missa. Este mesmo pensamento de Redenção universal retoma-o a Igreja e aplica-o a si mesma, ao cantar, no Magnificat das 2ª vésperas, a sua união com Cristo, figurada nas bodas de Caná, e o batismo de seus filhos, prefigurado pelo de Jesus, nas águas do Jordão. A Epifania era, outrora, subsidiariamente, um dia de batismo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O poder financeiro está por trás da propagação da ideologia de gênero?

 Gender symbols for homosexuality

Os interesses corporativos contra a família e a favor dos "novos direitos": da desintegração dos corpos intermediários, nasce o homem sozinho, consumidor e súdito perfeito

 
Entrevistado por Zenit, Iadicicco adiantou o que exporá no encontro.

domingo, 3 de janeiro de 2016

Festa do Santíssimo Nome de Jesus


Em nome de Jesus,- nome de

Poder e de salvação,- Pedro,                                 

acompanhado de João, opera

o seu primeiro milagre e cura

o enfermo.



Festa comemorada aos domingos desde que situados entre os dias 2 e 5 de Janeiro, se não ocorrer, será transferida para o dia 2 de Janeiro.





A Igreja revela-nos as grandezas do Verbo Encarnado, cantando as glórias do seu nome.

O nome de Jesus significa Salvador: fora indicado, em sonhos, a José, com o seu significado (Mateus 21), e à Virgem Maria pelo Arcanjo Gabriel, na altura da Anunciação (Lucas 1, 13-33). O evangelho recorda-nos estas intervenções divinas, prenúncio da missão de Jesus.