quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bella Dodd: A "Nova Ordem Mundial" é o Comunismo

Bella Dodd-06.jpg         Introdução do Roma de sempreImportante artigo para desmascarar também os liberais  que tanto encantam católicos  pelo fato de combaterem o comunismo. Porém, esses mesmos liberais que denunciam o comunismo, inclusive citando o trabalho de Bella Dodd, escondem a natureza judaica do mesmo, deixando livre os cabeças. Liberalismo e comunismo são dois lados de uma mesma moeda.


Em 1954, Bella Dodd, uma desertora de alto nível do Partido Comunista dos EUA, nos advertiu que banqueiros judeus maçônicos estão por trás do comunismo, e esse culto satânico controla os EUA.

Liberais e socialistas são apenas vestimentas para esso poder sinistro que subverteu o Ocidente. Seu livro “Escola das Trevas” requer uma revisão.

Os objetivos do comunismo estão sendo constantemente avançados ... O indivíduo é incapaz de enfrentar face a face uma conspiração tão monstruosa, ele não pode acreditar que existe”. J.Edgar Hoover (1956)

Bella Dodd era líder do Partido Comunista da América (CPUSA) nas décadas de 1930 e 1940. Seu livro, “Escola das Trevas” (1954) revela que o comunismo era um engano perpetrado por financiadores “para controlar o homem comum” e para promover a tirania mundial. Naturalmente, este importante livro está fora de edição e não é mais encontrado em livrarias.

Bella Dodd nasceu Maria Asunta Isabella Visono na Itália por volta de 1904. Uma mulher brilhante e dedicada, formou-se no Hunter College e na NYU Law School. Ela assumiu a direção do New York State Teachers Union e foi membro do Conselho Nacional do CPUSA até 1949.

Dodd descreve o comunismo como “um estranho culto secreto” cujo objetivo é a destruição da civilização ocidental (ou seja, cristã). Milhões de idealistas ingênuos são enganados pelo discurso de ajudar os pobres, mas só se preocupam com o poder. Por exemplo, Dodd descobriu que não havia pesquisa social na sede do partido. “Somos um partido revolucionário, não um partido de reforma”, disse ela. (pag 163).


quarta-feira, 18 de outubro de 2017

UM BISPO FALA: ENTREVISTA A MONS. SCHNEIDER PELO PE. JAVIER OLIVERA RAVASI

 

Buenos Aires, 1º de Outubro de 2017


Tradução de Airton Vieira – Aproveitando a visita que Mons. Athanasius Schneider fez à Argentina, no marco do XX Encontro de Formação Católica organizado pelo Círculo de Formação San Bernardo de Claraval, tivemos a oportunidade de entrevistá-lo graças à generosidade de seus organizadores.

Queremos aproveitar também para agradecer de público, não só à Sra. Virginia Olivera de Gristelli e seu esposo, Jorge, como também aos jovens que, abnegada e sacrificadamente, organizaram um dos encontros católicos mais importantes de nosso país.

Quanto à entrevista, oferecemos aqui, o vídeo e a transcrição que, cremos, vale a pena dedicar um tempo para ouvi-la, a fim de,
Que no te la cuenten[1]

Pe. Javier Olivera Ravasi
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Rumo a um "novíssimo ordo missae"?




Na web www.maurizioblondet.it de 10 de setembro de 2017, leio que uma Comissão vaticana estaria preparando textos litúrgicos ad experimentum para a celebração de «missas ecumênicas».

Por exemplo, na Diocése de Turim, o grupo ecumenista «Spezzrare il pane» [Partir o pão, ndt], dirigido pelo senhor Fredo Oliviero, apoiado decididamente pelo bispo de Turim, mons. Cesare Nosiglia, começou a celebrar ecumenisticamente a missa junto aos valdenses, aos ortodoxos, aos anglicanos e aos luteranos.
Cada mês se reúnem e celebram, uma vez na «casa» de um e outra na de outro, todos juntos e todos na mesma mesa eucarística, oficiando segundo a liturgia da «casa» que lhes hospeda e tomando todos a comunhão. O essencial é a pertença comum ao «cristianismo» e não a especificidade católica, luterana, anglicana ou valdense.
Desde Turim, esta prática começa a difundir-se em outras Dioceses diferentes.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Os Bispos da Nigéria agradecem o "grande milagre" à Virgem de Fátima





Centenas de pessoas assistiram, de acordo com vários vídeos, como o sol dançou durante a procissão da Virgem por ocasião do centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Você pode ver as imagens abaixo.

O passado 13 de Outubro,  no marco do Congresso Nacional Mariano da Nigéria, numa celebração da Santa Missa que teve lugar na cidade de Benin para comemorar o centenário das aparições da Virgem Maria em Fátima e a consagração da Nigéria ao Imaculado Coração.

A Conferência Episcopal da Nigéria (CBCN) declarou 2017 como Ano Mariano  para a Igreja na Nigéria. A celebração comemora o centenário das aparições da Virgem aos três pastores de Fátima em 1917.

sábado, 14 de outubro de 2017

Capítulo XV – IDOLATRIAS PROTESTANTES [As imagens]





“É que Narciso acha feio o que não é espelho.”
(Caetano Veloso)

Resumindo

Peguemos um exemplo concreto para falar do tema. Em um vídeo postado há alguns anos assisti a uma cena de um culto neopentecostal em que um, como chamaríamos, “pastor da prosperidade” fazia sua defesa contra o que considerava idolatria na utilização de imagens e nas orações a elas dirigidas pelos católicos. O homem em questão é uma dessas espécies a quem podemos denominar bons de grito, figura apropriada a estes (fins dos) tempos tão conturbados, e barulhentos.

Dizia ele ao seu público que havia debatido com um padre em um programa televisivo sobre a questão das imagens. O padre, em dado momento o indagou se em suas viagens não levava na carteira como recordação a imagem de sua esposa. Já antevendo a argumentação do sacerdote, sua resposta foi positiva, mas – acrescentou em tom de burla –, nunca se ajoelhava diante dela para realizar algum pedido, e isto é o que fazia a grande diferença. E por aí foi a entusiasmada pregação...

A resolver questão tão simples primeiro será útil notar que quando pastores utilizam o “método do grito”, não fazem outra coisa que desviar a atenção do que de fato está em jogo: eis a tática de muitos sofistas modernos, tirada de manuais de marketing político e religioso (não raro, muito utilizada em governos populistas e demagogos[1]).

Os membros das igrejas protestantes ao se deixar levar ainda que de boa-fé por esses sofismas, não percebem quão gritantes contradições lhes são incutidas ao se tentar defender o indefensável. Os engodos são sempre os mesmos, trocam apenas de roupa. No vídeo em pauta[2], as contradições do pastor começam logo ao dizer que aceita a expressão “imagem”, o que leva à conclusão de que o problema afinal não são imagens, mas imagens católicas. Quando se acusa um católico de adorar imagens, pois Deus “as proibiu que se fizesse”, não se está fazendo outra coisa que declarar-se duplamente ignorante. Ou malicioso. Para compreender o tema bastará a formulação de duas simples perguntas: imagem é o mesmo que ídolo? E prostrar é o mesmo que adorar? Na primeira questão, o caso é se os substantivos são iguais, na segunda, os verbos. Teremos de aclarar o elementar se quisermos entender o fundamental. Não será difícil.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A Revolução, George Soros e o ataque ao Ocidente

soros behind riots


Tradução: Airton Vieira

Às vezes lembro de meus anos na universidade, de quatro décadas atrás. Entre a universidade e a pós-graduação colaborei como assistente do escritor e filósofo conservador, Russell Kirk, em Mecosta, Michigan. Sendo um jovem do sul, o único significativo que faz lembrar o clima lá de cima era que tínhamos neve no solo—e muita—desde o dia de Ação de Graças até abril. Por isso, além de minhas tarefas de assistência ao Dr. Kirk, tinha muito tempo para ler (os Kirk não tinham televisão). E a biblioteca de Russell tinha mais de 30.000 livros. Tinha a abundância de um bibliófilo ao alcance da mão. Não só isso, ele era um dos “mestres” mais lidos que um estudante podia ter.


Então, mais além de sua vasta coleção de histórias e biografias, pude ler literatura excelente, incluindo alguns clássicos da espiritualidade católica.  Além de Jonathan Swift, Sir Walter Scott, e Robert Lewis Stevenson, estavam as obras de G. K. Chesterton, Hilaire Belloc, e os antigos, Vidas de Plutarco, Metamorfose de Ovid, Dante, e os escritos mais influentes do místico espanhol, São João da Cruz, esses que mudam a vida de alguém. Não os menciono para alardear, mas para dizer que meu ano com o Dr. Kirk foi mui frutífero de distintas maneiras, que só agora logro apreciar em sua totalidade.

Hoje em dia, quando reflito e escrevo ensaios, recordo cenas e citações de muitos desses clássicos que muitas vezes parecem encaixar e apoiar minha narrativa. Ao preparar este ensaio, recordei uma citação. É de Benjamin Disraeli, o grande primeiro ministro conservador britânico do século XIX, destacado de maneira proeminente na obra de Kirk, The Conservative Mind (A Mente Conservadora,1953). Surge de uma das novelas de Disraeli, Coningsby. Aqui está: “Já vê o senhor, meu estimado Coningsby, que o mundo está governado por personagens mui distintos de como os imaginam quem não estão detrás dos bastidores.”

Disraeli escreveu estas palavras há mais de 170 anos. Mas hoje, ao observar os restos decadentes de uma cultura que alguma vez se orgulhou de ser o “Ocidente cristão”, isto é, a civilização europeia que herdamos e nos modelou e temperou durante quase dos mil anos—enquanto contemplamos o ataque sem limites a este legado, parece que a decadência e decrepitude não chegou por acidente, nem por um ataque frontal. O grande triunfo da revolução Marxista tem sido, em troca, o subverter e influenciar para transformar a cultura do Ocidente desde dentro, quase clandestinamente.

Animalismo




Juan Manuel Prada - Animalismo

“Para os que consideramos que o respeito aos animais é uma obrigação humana irrenunciável, as reivindicações dos chamados ‘animalistas’ ou defensores dos direitos dos animais constituem uma constante interpelação. Segundo o movimento animalista, os animais não só merecem um trato ético e uma proteção legal, mas devem ser sujeitos de direitos. Talvez o primeiro animalista tenha sido o filósofo Jeremy Bentham, que escreveu em sua ‘Introdução aos princípios da moral e da legislação’ (1789): “Um cavalo ou um cachorro adulto é, para além de toda comparação, um animal mais racional e mais comunicativo que uma criança de um dia, ou de uma semana, ou até de um mês. Mas ainda que se supusesse que fosse de outra forma, que importaria? A questão não é se os animais podem raciocinar nem tampouco se podem falar, mas se podem sofrer”. E, em época muito mais recente, o australiano Peter Singer, em sua obra ‘Libertação animal’ (1975), postulou que a resistência a reconhecer direitos aos animais é comparável a fenômenos históricos tão reprováveis como a escravidão racial ou a discriminação sexual. Singer se opõe ao que denomina ‘especismo’; isto é, a que um ser vivo seja titular de direitos pelo mero fato de pertencer à espécie humana. Para Singer, deve-se tratar com igual consideração todos os seres capazes de sofrer; daí que, a seu juízo, a vida de um feto ou a de uma criança com problemas cerebrais não seja mais valiosa que a vida de um chimpanzé. Esta é a razão pela qual quase todos os animalistas são defensores mais ou menos entusiastas do aborto.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

O movimento separatista catalão encontra em George Soros um grande aliado



Para alcançar seus objetivos, o clã capitalista que prevalece na Catalunha não tem reserva moral ao apoiar-se em uma das facções do Poder Global do Dinheiro. Tudo é, dizem os seus membros, para alcançar a liberdade e contra um estado espanhol que alguns, narcotizados pelo ódio e propaganda, assimilam ao mal absoluto. A ideologia separatista catalã que nestes dias impulsiona um ataque a toda a Espanha encontrou em George Soros um grande aliado. O arquiteto globalista húngaro viu na questão do separatismo catalão um ótimo meio para continuar a operacionalizar sua função geopolítica.

Ele não está interessado na demanda por liberdade e justiça que exclamam as bases ideológicas da plataforma separatista, nem no benefício exclusivo dos membros do grupo crematístico que hoje possui o poder na Catalunha. Deve ser dito, tão pouco o preocupam, os não separatistas espanhóis em torno da Moncloa.

Moncloa – distrito de Madri onde fica o palácio da Moncloa, residência oficial do Primeiro Ministro Espanhol

Ele os considera elementos necessários porque possuem um sentido zero de Deus, de Pátria e de Justiça. Por cobiça e ambição, são maleáveis ​​e funcionais para o desenvolvimento do jogo doméstico espanhol e do jogo regional europeu desenvolvido por George Soros e seus companheiros de clã globalistas. Para que, de fato, 1% da humanidade possa realmente controlar o mundo, é essencial avançar rapidamente na erosão das soberanias nacionais e na diluição do poder dos povos através da divisão nacional, confronto horizontal entre os componentes de um mesmo povo e a perda do sentido integral da pessoa humana.

Dispõem no campo fático do país ecolhido, estratégias de distração e tensão que nem sempre têm o objetivo imediato de fragmentação territorial ou a aniquilação de um país. É imperativo mencionar que o poder mundial é segmentado em clãs que coincidem em princípios e objetivos, mas diferem uns dos outros na preferência de companheiros - aliados conjunturais- na velocidade no cumprimento dos planos, nos alcances temporais e na eficácia. É por tudo isso - e não pela filantropia - que George Soros aceitou há pouco tempo a causa da secessão proposta pela camarilha capitalista da Catalunha.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

12 de Outubro: Dia de Nossa Senhora Aparecida

Roma de Sempre



Em 1717, através de três pescadores, a Santíssima Virgem manifesta seu amor maternal para com a Terra de Santa Cruz. Numa pescaria que se mostrava fracassada, os pescadores Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso rezaram para que a Virgem intercedesse por eles junto a Deus.

A pescaria parecia continuar sem resultado até que João Alves joga a rede e ao invés de peixe, traz o corpo da imagem da santa sem a cabeça. A rede é arremessada pela segunda vez e vem a cabeça da imagem.  A partir daí os pescadores pegaram tanto peixe que tiveram que interromper a pescaria para que suas embarcações não se rompessem com o peso. Eis o primeiro de milhares de milagres.

Espiritismo: um delírio que se pretende ciência

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Diria, talvez, alguém que estou exagerando, e que os espíritas não ensinam tal encarnações sucessivas?

Não há nenhum exagero. Eis uns versos publicados pelos vivos, mas ditados pelos mortos.
Os espíritas até publicaram um volume de versos pelos espíritos, intitulado: “ Parnaso de além-túmulo”, e aí encontramos versos, sonetos, de poetas mortos, que eles fizeram, voando pelo espaço, ou reencarnando-se em qualquer arara.

Eis um espécime curioso, feito poeta Augusto dos Anjos, intitulado: “Vozes de uma sombra”. Lá em cima, na lua, a própria sombra fala, canta e faz até versos! É para romper a monotonia da lua! Mas escutemos bem:

Donde venho? De era remotíssimas
Das substâncias elementaríssimas
Emergindo das cósmicas matérias.
Venho dos invisíveis protozoários,
Da confusão dos seres embrionários,
Das células primevas, das bactérias.

Venho da fonte eterna das origens,
No turbilhão de todas as vertigens,
Em mil transmutações, fundas e enormes;
Do silêncio da mônada invisível,
Do tetro e fundo abismo, negro e horrível,
Vitalizando corpos multiformes.

Sei que evolvi e sei que sou oriundo
Do trabalho telúrico do mundo,
Da Terra no vultoso e imenso abdômen;
Sofri, desde as intensas torpitudes
Das larvas microscópicas e rudes,
A infinita desgraça de ser homem.

Augusto dos Anjos.

Paremos aqui. É o bastante para provar que os espíritos, sem juízo neste mundo, não mudaram no outro.

O nosso grande poeta já foi larva microscópica, incluída no abdômen da terra... e foi evoluindo... até ser nômada invisível... depois protozoário, depois ovo de rã, depois sapo, rato, gato, cabra, boi, cavalo, macaco, e, enfim, homem. É ele mesmo que o conta... e porque não acreditá-lo? Ele não diz se, sendo macaco, já fazia versos.

E hoje? Que será ele? Em que animal ou pássaro se terá ele se reencarnado? Corvo, rouxinol, bem-te-vi, ou canário?

E estes pobres espíritas contam tais loucuras com uma serenidade, como se acreditassem.