terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O "Feminismo" e a "ideologia de gênero"


-Feminismo: Olá, muito prazer me chamo Feminismo.

-Ideologia de gênero: Olá, eu sou Ideologia de gênero. Prazer. A que te dedicas?

-Feminismo: Eu luto pela segurança e a exaltação da mulher, e ponho em controvérsia e rivalidade os homens contra as mulheres para que não haja mais violência de gênero e não morram mais mulheres oprimidas pelo patriarcado machista. Te unes a minha causa?

-Ideologia de gênero: Pois eu faço todo o contrário, eu sustento que o "gênero" não é mais que uma construção social que devemos derrubar, já que o conceito de "homem - mulher" é só uma invenção de nossas mentes e temos que romper com os paradigmas e criar um "mundo melhor" para os que são discriminados por sua orientação sexual. E falando de discriminação; Tu, Feminismo, vás contra meus princípios porque evidentemente promoves esta mesma construção insistindo na distinção de homem e mulher já que "defendes" as MULHERES dos HOMENS. A mim me criaram para evitar o crescimento populacional, pelo fato de que pessoas do mesmo sexo não se reproduzem já que as únicas potências do mundo são países com numerosos habitantes.

-Feminismo: Mas algo temos em comum, a mim me criaram para pôr em oposição a seres compatíveis entre si, para criar inimizade entre homem e mulher para que não possam também reproduzir-se.
-Ideologia de gênero: Pois sejamos amigos então, tu promoves minha causa e eu promoverei tua causa. 

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Contos com moral da história: “Um teste para descobrir a autêntica santidade”


A história que lhes trago hoje é real. Aconteceu com São Felipe Neri a finais do s. XVI.
Durante a vida de São Felipe Neri existiu uma monja na Itália que tinha fama de santidade. Se dizia que continuamente tinha revelações e locuções do céu. Um dia, o Papa mandou precisamente o padre Felipe ao convento onde vivia a citada monja para que avaliasse sua santidade.
Estava São Felipe caminhando pelas ruas de Roma, quando de pronto sobreveio um grande aguaceiro. Ainda que o santo se cobrisse como pôde, logo as ruas se encheram de barro. Ele, empenhado em cumprir o encargo que lhe havia dado o Papa prosseguiu todo empapado e embarrado até o convento. Chegando ao convento, perguntou em seguida pela monja e….
-Precisamente, disse a irmã porteira, aí vem a santinha com outras três irmãs,- pois quase todas as monjas do convento estavam assombradas das revelações que a santa dizia ter.
A irmã caminhava mui séria e afligida, sem prestar atenção a ninguém e com a mente perdida em Deus.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Movimento de Jerusalém foi criado para gerar caos


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(Jeffrey Epstein executou uma operação de chantagem para o Mossad.)
























O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel é parte de um plano de longo prazo para a hegemonia global maçônica judaica (Illuminati, comunista). A ação gratuita de Trump enfureceu o mundo inteiro, especialmente 1,8 bilhão de muçulmanos, ou 25% da população mundial. O sionismo versus o islamismo foi a receita de Albert Pike para a Primeira Guerra Mundial.


O trabalho de Trump não nos é nos guiar à Terra Prometida. Seu trabalho, tenho medo, é polarizar e dividir. Todos são maçons: Trump, Hillary, Putin, May, Merkel, George Soros, Netanyahu etc. A maioria dos membros do Congresso são. Stalin, Hitler, FDR e Churchill foram. O objetivo não é uma solução ou outra. Direita ou Esquerda. Sionismo ou islamismo. Comunismo ou Fascismo. O objetivo é o próprio conflito - bloqueio, guerra e caos. Ordo ab Chao.

Eles estão transformando o mundo. Guerra e caos são como eles fazem isso.

Maçons dividiram-se em equipes de temes comunistas e sionistas. Maçons e Judeus Illuminati estão em ambos os lados de cada conflito.

Pensamos que Trump ou Brexit representaram contratempos para os globalistas. Mas eles não são constrangimentos se o caos for seu objetivo. Estamos sendo levados por um culto satânico extremamente inteligente e poderoso.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Dia da Imaculada Conceição



8 de Dezembro

A Imaculada Conceição de nossa Mãe, a Virgem Maria, é uma verdade revelada: que Ela foi concebida no seio de sua mãe, sem mancha de pecado original.

I. pecado original

Para especificar o alcance deste singular privilégio da Virgem, devemos lembrar o que a Igreja nos ensina sobre o pecado original, o modo de transmissão e suas consequências no homem.

O livro sagrado declara pela boca de Eva, o diálogo entre a primeira mulher e a serpente, a quem Eva revela que Deus é esplêndido com eles, apenas os proibiu, que entre as atrações do paraíso, não comecem o fruto da árvore no meio do jardim: não comam, nem toque, porque se o fizerem, morrerás.

A serpente astuta apresenta a Eva um argumento sutil: “Você não vai morrer de forma alguma; Deus sabe bem que no dia em que você comer, seus olhos serão abertos e você será como Deus, sabendo o bem eo mal”. [1]

Foi tocada a ambição humana, os primeiros pais têm mais do que condições prodigiosas, mas ainda anseiavam pela maior perfeição: ser como Deus.

A vaidade os fazem esquecer a proibição de Javé e desobedecer a Ele. Deus os castiga expulsando-os do paraíso e anunciando uma série de sofrimentos e tristezas.

Venceu a serpente. De agora em diante, ela será a rainha da humanidade: todas as pessoas nascidas até o final dos séculos terão seu carimbo infernal assim como os animais marcados pelo fogo  para conhecermos o seu dono.

A serpente ganhou no primeiro combate, deixando a humanidade vítima do pecado original com consequências tristes, mas enquanto a serpente se alegra em seu triunfo, e os primeiros pais saem humilhados do paraíso, a promessa ressoa: “E eu colocarei inimizade entre você e a mulher e entre sua descendência e a dela: esta te esmagará sua cabeça e tu ferirás seu calcanhar”.

Satanás se sente derrotado, agora com a advertência de Javé; depois com a realidade da mulher.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Quatro sacerdotes que preferiram o martírio à revelar confissão

Cuatro sacerdotes que prefirieron el martirio antes que revelar el secreto de confesión

Tradução de Airton Vieira – Depois que o Arcebispo de Melbourne na Austrália, monsenhor Denis Hart, afirmou que preferia ir ao cárcere antes que romper o segredo de confissão, devido uma possível ingerência do Estado, ACI Prensa relembra 4 sacerdotes que defenderam ao extremo o sigilo sacramental.
Em 14 de agosto a Royal Commission, entidade criada na Austrália para investigar os casos de abusos sexuais, propôs que os sacerdotes da Igreja Católica rompam o segredo de confissão quando saibam de algum caso de abuso sexual.

Não obstante, o Código de Direito Canônico que rege a Igreja Católica assinala que “o sigilo sacramental é inviolável; pelo qual está terminantemente proibido ao confessor descobrir o penitente, por palavra ou qualquer outro modo, e por nenhum motivo”. Aquo os 4 sacerdotes que defenderam até o extremo o segredo de confissão.

O cisma Luterano não era religião, era nacionalismo germânico

El cisma luterano no era religión, era nacionalismo germánico: tesis de María Elvira Roca en El País

Tradução de Airton Vieira – A filóloga María Elvira Roca Barea, autora de Impériofobia y Leienda Negra (Siruela), publicou um artigo em El País assinalando os pontos chave entre o nacionalismo alemão e o orgulho pela figura de Martinho Lutero, fundador do protestantismo.

Roca Barea assinala que Lutero não foi um exemplo de pessoa bondosa nem equilibrada: foi ferozmente antissemita, contrário à liberdade de religião, anti-latino, exortou à caça de bruxas e à matança de camponeses rebeldes e o cisma que impulsionou e lançou a Europa a sangrentas guerras de religião.

Como é então que a Alemanha se mostra tão orgulhosa desta figura e celebra com pompa o Quinto Centenário de suas teses de Wittemberg? "Em 1983 passou sem pena nem glória na Alemanha federal o quinto centenário do nascimento de Martinho Lutero, tão festejado nos tempos de Bismarck", relembra.

Sua resposta é que a Alemanha volta a sentir-se nacionalmente poderosa, politicamente triunfante, e Lutero torna a ser parte da propaganda nacionalista da Alemanha atual.

Mas isso sempre implicará, previne ela, vituperar a cultura latina, mediterrânea, e sua expressão cultural católica, como se tem feito durante séculos.


Roca Barea, que não é pessoa religiosa, não estuda a controvérsia teológica, mas o uso nacionalista que a Europa do norte tem feito do protestantismo contra a Europa do sul. Essa é a razão do atual orgulho institucional alemão por uma figura que nos anos 80, com a Segunda Guerra Mundial mais presente e a Alemanha dividida, não se atreviam a celebrar. 



Publicamos em seguida o artigo íntegro de María Elvira Roca Barea.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Santa Bárbara



4 de Dezembro

Vírgem e Mártir


Apresentamos aqui ao católico um pequeno resumo da vida de Santa Bárbara, exemplo de cristã que deu sua vida e derramou sangue por amor a Nosso Senhor.
A abordagem aqui é católica sem o diabólico sincretismo que a diluiu no paganismo do candomblé, desgraçadamente, muitos católicos por culpa ou desinformados pelo próprio clero, prestam oferendas idolátricas a entidades falsas.






Nascida na cidade de Nicomédia, atual Izmit, Turquia, século III. Não há nenhuma referência a St. Barbara contained in the Santa Bárbara contida no authentic autêntico early  historical histórico authorities das autoridades for Christian antiquity, neither does her name appear in the original recension of St. Cristãs da antiguidade, nem o seu nome aparece na recensão original do martirológio de São JerônimoJerome's martyrology .Veneration. A veneração of the saint was common, however, from the seventh century. da santa ficou comum, no entanto, a partir do século VII. At about this date there were in existence Mais ou menos nessa data havia a existência legendary do notório Acts Ato of her martyrdom which were inserted in the collection of Symeon Metaphrastes and were used as well by the authors (Ado, de seu martírio que foi inserido na coleção de Simeão Metaphrastes e foram usados ​​também para ampliar o martirológio composto durante o século IX Western na Europa Ocidental. Europe  According to these narratives, which are De acordo com estes relatos, que são essentially essencialmente the same, Barbara was the daughter of a os mesmos, Barbara era a filha de um rich rico heathen named pagão chamado Dioscorus Dióscoro .. She was carefully guarded by her father who kept her shut up in a tower in order to preserve her from the outside world. Ela foi cuidadosamente guardada por seu pai, que a mantinha trancada em uma torre a fim de preservá-la do mundo exterior. Por ser muito rica e bela, An várias offer ofertas of de marriage casamento which was received through him she rejected. foram feita ao pai mas, foram todas rejeitadas por ela.

Desconcertado diante da cidade, Dióscoro estava convencido que as “desfeitas” da filha justificavam-se pelo fato dela ter ficado trancada muitos anos na torre. Então, ele permitiu que ela fosse conhecer a cidade; durante essas visitas ela teve contato com cristãos, que lhe contaram sobre os ensinamentos de Jesus, sobre o mistério da união da Santíssima Trindade. Pouco tempo depois, um padre vindo de Alexandria a batizou.Before going on a journey her father commanded that a bath-house be erected for her use near her dwelling, and during his absence Barbara had three

domingo, 3 de dezembro de 2017

A guerra contra o Cardeal Sarah



Marco Tosatti para First Things. Tradução de Airton Vieira

Quando o cardeal Gerhard Müller foi destituído de seu posto no Vaticano, o principal objetivo do círculo que rodeia Francisco foi o Cardeal Robert Sara, prefeito da Congregação para o Culto Divino. Seu último golpe é a publicação de uma carta de “correção” dirigida ao Cardeal Sara e assinada por Francisco. Publicado no domingo, a carta foi celebrada como uma humilhação justa do cardeal e acompanhada de chamadas para sua renúncia.
A princípios deste outono, Francisco emitiu Magnum Principium, um documento que outorga às conferências episcopais uma maior liberdade para fazer suas próprias traduções de textos sagrados e liturgia. O cardeal Sara respondeu com uma carta que oferecia uma leitura limitada do documento, preservando o mais possível o poder de Roma para evitar más traduções (como o desejo dos bispos alemães de traduzir pro multis como “para todos”, em lugar de o corrigir “para muitos”).

Francisco declarou publicamente que Sara está equivocado, e que o Magnum Principium reduziu o poder de supervisão de Roma.

Showman: O mal intrínseco do Novus Ordu




Na Missa do Vaticano II, o showman é mais importante do que o Alter Christus, queira  ou não, bom celebrante não  invalida a missa, mas a distorce em sua missão estabelecida pelos Quatro Fins do Santo Sacrifício. Refiro-me aos fatos.

Vejamos uma comparação triste, mas lembrando que o Vaticano II pediu o auxílio para a mudança da Liturgia para vários cabeças de “igrejas” protestante. Para isso, a chave da liturgia é “o livro”, não o Altar do Sacrifício. As igrejas anglicana e protestante, a religião do livro como a maometana, foram prestigiando as cadeiras do pastor com o livro e tirando o Altar. O pastor dirige, canta, prega, o pastor como “animador” é o centro da liturgia protestante. A fé está no livro de maneira cega e, portanto, naquele que me diz. E como ‘cada mestre com seu livreto”, milhares de seitas e divisões nasceram de acordo com a visão fideísta do pastor de plantão. O pastor centraliza seu rebanho em sua liturgia para que fiquem fiéis e proselitistas. A verdade ficou louca - diria Chesterton definindo uma heresia - da Cristocêntrica Verdade Católica.

Ao contrário da posição luterana, desde a época da liturgia patrística, raiz do tradicional da Igreja Católica, tudo estava centrado no Altar, na Hóstia e no Sacrifício, para que tudo seja Cristo. Durante o tempo das catacumbas, a missa foi celebrada no féretro- dos últimos mártires retirados para o enterro. O Altar, nesses primeiros três séculos, era aquela caixa que continha os ossos triturados pelos animais no testemunho - martírio - de Cristo que se identificavam com o Crucificado do Gólgota “ao qual não se quebraram nenhum osso”, porque “se assim tratam o árvore verde, o que eles não farão com a seca”. O sangue dos mártires é misturado com o Sangue do Mártir para a Excelência. O Sacerdote, sempre em Persona Christi, está sacrificando sobre o Altar oferecendo ao Pai Eterno a Santa Hóstia, o único infinito que a natureza humana produziu via hipostasia com o Verbo Pontífice. O centro, para todos os fiéis que olhavam para o Sol que nasceu, foi o Cristo da Cruz, compartilhando sua natureza divina graças ao Sacerdote Pontífice que revivia incruenta a Última Ceia do aviso e do mandato. O Centro era derramar o Sangue com Cristo e por Cristo pela Redenção de muitos. Isso foi assim, isso foi desejado assim, isso foi visto como “o que vimos, o que tocamos, é disso que falamos”. E a tradição veio assim ...


sábado, 2 de dezembro de 2017

Parusia em castellani. A providência e os profetas finais









Tradução de Airton Vieira – É um trabalho árduo apresentar Leonardo Castellani e ademais apresentar um tema tão controverso e também escondido como é a Parusia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Mas tomemos o touro pelos chifres (ainda que nunca tenha visto fazer isso um toureiro ou um criollo dos Pampas, mas segundo o refrão é ir direto à coisa, como o porco à batata, que dizemos por aqui), e pincelemos o cura.

O Padre Leonardo Castellani[1] foi um luzeiro argentino que cresce com o tempo. Nasceu na selva do chaco santafesino[1] em 1899, filho de famílias nobres por parte da mãe e de italianos inteligentes e lutadores por parte do avô e pai, este assassinado pela polícia em épocas nas que um jornalista não podia falar contra a oligarquia partidocrática. Marcou a ferro o menino de 6 anos que há menos de três havia enfermado e perdido um olho pela alta febre; aprendeu a ler com sua avó aos três anos e meio, e leu tudo o que havia até sua morte apesar da limitação. Estudante destacadíssimo nos colégios dos jesuítas, noviço piedoso, mestre desde tenra idade, escritor de renome antes dos 21 anos (Camperas), crítico literário em nove línguas; filósofo em Roma discípulo do Pe. José Marechal SJ, introduz Marcel Jousse[2] na Argentina; teólogo e doutor sacro de primeira ordem da gregoriana, e doutor em filosofia aplicada à psicologia com tese na França e trabalho de campo em vários centros psiquiátricos europeus.

Escritor claro, agradável, gracioso, profundo, para todos os níveis da apreensão e educação. Seus mais de cinquenta livros são de duas ou mais leituras e a análise das consequências dos fatos que estuda se foram dando nos campos religiosos, políticos, educativos, jornalísticos. Explicou que profeta não é só aquele que vê o futuro pela Graça de Deus, mas também aquele que, também pela Graça de Deus, pode ler uma profecia realizada nos fatos. Castellani foi profeta seguramente pela segunda acepção. A vida espiritual sofrida e obediente o demonstram como um místico porque “em todo momento seguiu a voz do Espírito que lhe falava em sua consciência”, segundo nos explicou o que era um santo.