sexta-feira, 24 de março de 2017

A incorruptibilidade do manto de Guadalupe: a ciência não encontra explicações

"Deus troveja com uma voz maravilhosa, faz prodígios que nos são incompreensíveis." (Jó: 37-5)

O extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”, afirma investigador

O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.
Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe.
O especialista disse que “todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.
Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe.

terça-feira, 21 de março de 2017

Festa de São Bento

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21 de Março

Fundador do monaquismo ocidental, nascido em Nursia, no ano 480; Morreu em Monte Cassino em 547. A única vida autêntica de Bento de Nursia é aquela contida no segundo livro de “Diálogos” de São Gregório. Trata-se antes de um esboço de caráter do que de uma biografia e consiste, na maior parte, em uma série de incidentes milagrosos que, embora ilustrem a vida do santo, dão pouca ajuda para um relato cronológico de sua carreira. A autoridade usada por São Gregório, por tudo o que ele relata, foram os próprios discípulos do santo. Constantino, que lhe sucedeu como abade do Monte Cassino; E Honoratus, que foi Abade de Subiaco quando São Gregório escreveu seus “Diálogos”.


Bento era filho de um nobre romano de Nursia, uma pequena cidade perto de Spoleto, e uma tradição, que São Beda aceita, conta que ele era gêmeo de Santa Escolástica. Sua infância foi em Roma, onde viveu com seus pais e frequentou a escola até que ele tivesse atingido seus estudos superiores. Então, “dando os seus livros e deixando a casa e a riqueza de seu pai, com a mente apenas para servir a Deus, buscou um lugar onde pudesse atingir o desejo do seu santo propósito, e desse modo partiu [de Roma] , instruído com a ignorância aprendida e decorado com sabedoria ignorante”. Há muita diferença de opinião quanto à idade de Bento na época. De modo geral, é aceita como catorze, mas um exame cuidadoso da narrativa de São Gregório torna impossível supor que ele tinha menos de dezenove ou vinte anos. Tinha idade suficiente para estar no meio de seus estudos literários, para entender o verdadeiro significado e valor da vida dissoluta e licenciosa de seus companheiros, e ter-se profundamente afetado pelo amor de uma mulher. Ele era capaz de pesar todas estas coisas em comparação com a vida ensinada nos Evangelhos, e escolheu o último, ele estava no início da vida, e ele tinha à sua disposição os meios para uma carreira como um nobre romano; Claramente não era uma criança, como o expressa São Gregório, “ele estava no mundo e era livre para desfrutar das vantagens que o mundo oferece, mas recuou o pé que tinha, por assim dizer, já estabelecido no Mundo”. Se aceitarmos a data de 480 para o seu nascimento, poderemos fixar a data em que ele abandonou as escolas e saiu de casa por volta de 500 dC.

domingo, 19 de março de 2017

São José: esposo de Maria e pai virginal de Cristo

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!9 de Março



<<A Igreja celebrou com solenidade especial a festa de São José, porque é um dos maiores santos, Esposo da Virgem Maria, pai legal de Jesus Cristo, e porque foi declarado patrono da Igreja universal>>. A Liturgia da Missa descreve com rasgos eloquentes a missão que Deus Lhe confiou:

<<Ele é o homem justo que deste por marido da Virgem Mãe de Deus; o servo fiel e prudente que puseste à frente de sua Família, para que, agindo como um pai, cuidara do seu Filho único, concebido pelo Espírito Santo, Jesus Cristo, nosso Senhor.>>

Marido de Maria e pai virginal de Jesus Cristo. Aqui começa a grandeza de São José e, em virtude desses títulos, forma parte integrante do mistério da Encarnação.



Suarez sugeriu que há certos ministérios que tocam a ordem da união hipostática, e que nesta ordem está São José, ainda em seu ínfimo grau. Isto mesmo defenderam muitos teólogos depois de Suarez, alguns dos quais argumentam que São José intrinsecamente pertence a esta ordem. Mas é melhor e mais comum dizer que pertence unicamente extrínseca ,moral e mediatamente, forma na que - como defende o padre Lhamera - cooperou São José para a constituição da ordem hipostática, concluindo que <<São José  está dentro do decreto divino da Encarnação>>. Esta opinião argumenta José María Bover:

<<Em relação ao Filho de Deus, enquanto homem, era a verdadeira autoridade o poder paterno:  Jesus Cristo, enquanto homem, estava sujeito a José, a quem devia obediência. No que diz respeito à Mãe de Deus, a paternidade de José era como o complemento congênito da maternidade divina de Maria, cujo status foi elevado. Em relação a Deus Pai, foi uma participação misteriosa, a comunicação ou  extensão da paternidade divina.
Sob esta relação tripla, a paternidade inefável de São José se conectava à ordem da união hipostática.

E esta ordem suprema pertencia, consequentemente, a graça de José: não de ordem ministerial – como a de São João Batista ou dos apóstolos - mas a graça de ordem e caráter hipostático, como era a graça da Mãe de Deus, embora que em um grau inferior a dela.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Pecados mortais cometidos com toda tranquilidade hoje em dia



- Faltar a missa aos domingos e / ou dias de obrigação.


- Ficar mais de um ano sem confessar.

- Receber a comunhão sem ter confessado pecado mortal.

- Não praticar voluntariamente ao jejum eucarístico (não comer qualquer coisa uma hora antes de receber a Comunhão).

- Faltar voluntariamente a abstinência de carne às sextas-feiras durante a Quaresma.

- Blasfemar contra Deus.

- Jurar falsamente colocando Deus como testemunha.

quinta-feira, 16 de março de 2017

O acaso!


O acaso não existe. É uma palavra sem sentido, vazia, a laicização da Providência, para uso dos corações maus, que querem livrar-se da submissão, da oração e do reconhecimento. Uma alma cristã não usa esta linguagem bárbara: "É o destino!... um acaso! a fatalidade inevitável!" E a Providência? A Divina Providência! Oh! Tanta gente que se diz devota e piedosa e, contudo, crê, como os pagãos, num destino cego! O homem admite a fatalidade, porque desconhece as combinações e planos

quarta-feira, 15 de março de 2017

Neocatecumenao: uma seita judaizante

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Um dos sintomas mais inquietantes da protestação geral que é verificado no seio da igreja católica a partir do pontificado de João XXIII é dado pela extraordinária difusão do caminho neocatecumenal, que muitos membros da hierarquia celebram como ideal intérprete dos Impulsos inovadores promovidos pelo Concilio Vaticano II.

Declarando fazer alcançar o redescobrimento da vocação batismal a seus próprios adeptos, o movimento fundado por Kiko Arguello e Carmen Hernández, seguro pelo decisivo apoio e das reiteradas aprovações dos Padres pós-conciliares, consideram-se mesmo  representantes privilegiados de uma Nova “Igreja”, febrilmente propensa a libertar da tutela opressiva de estruturas hierárquicas e de princípios dogmáticos hostis à espontânea efervescência carismática, anunciadora de uma religiosidade mais vital e positiva.

terça-feira, 14 de março de 2017

A conspiração maçônica na Restauração da Monarquia francesa após a queda do Império

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Luís XVIII



 A Restauração corresponde ao período em que reinaram Luís XVIII (1815-1825) e Carlos X (1825-1830), irmãos de Luís XVI.


Desmoronado o império, a França julgou que somente aqueles que a tinham construído poderiam, após tanta desordem e tanta ruína, reerguê-la e fazê-la reentrar em seus caminhos. Ela voltou, pois, os olhos para os filhos de São Luís. Já em 1799 seu coração os chamava. A Franco-Maçonaria teria querido, se o regime monárquico se impusesse novamente, entregarnos a príncipes estrangeiros. Mirabeau tinha adiantado a candidatura do duque de Brunswick e, desde 1791, Carro tinha proposto ao chefe dos jacobinos a candidatura do duque de York, filho do rei da Inglaterra. Mas a seita sentia tão bem que o desejoda nação pedia o retorno dos Bourbons, e que um dia ou outro esse desejo irresistível venceria, que ela quis tomar a dianteira e assenhorear-se do movimento para dominálo e dirigi-lo. Dois maçons eméritos, os generais Malet e Oudet, fundadores da sociedade dos Filadelfos em Besançon, entabularam negociações com Luís XVIII. Eles foram preteridos por Sieyès e aqueles que, como ele, preparavam a ditadura que foi inaugurada com o golpe de Estado de 18 do Brumário.

O que maçonaria queria, por um meio ou outro, era, mesmo sujeitando-se às necessidades que se impunham, salvar a Revolução, manter seu espírito e resguardar o mais possível suas conquistas. A seita obtivera isso de Napoleão pelo despotismo;de Luís XVIII ela pretendia obter pelo que ela chamava de “liberdade”. O que Malet e Oudet tinham querido negociar com Luís XVIII era, fato que se deu quinze anos mais tarde, o estabelecimento do regime constitucional, do mecanismo parlamentar que permitiria continuar a guerra contra a Igreja.

Em 1799 Luís XVIII teria podido se livrar mais facilmente do aperto maçônico. Ele teria sido mais livre para restaurar a antiga constituição nacional, despojada de seus abusos. O restabelecimento do culto católico se impunha, já o vimos, a ponto de Napoleão não ver nada de mais urgente do que negociar com o Papa. Se Luís XVIII, em vez de Napoleão, tivesse negociado a Concordata, ela teria sido outra. Ele mostrou bem isso através das negociações cuja iniciativa ele tomou junto à Santa Sé após a segunda Restauração, com o objetivo de melhorar aquela que Napoleão lhe havia legado; e, livre, a Igreja de França, purificada pelo martírio, desembaraçada das manchas do jansenismo, teria podido recolocar a nação cristianíssima nas vias da verdadeira civilização.

sábado, 11 de março de 2017

Crux Fidelis



Música para meditação na Sexta-Feira Santa e período de Quaresma:

Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet.

Pange lingua gloriosi lauream certaminis, et super crucis trophæo dic triumphum nobilem: qualiter Redemptor orbis immolatus vicerit.

Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine.

De parentis protoplasti Fraude Factor condolens, quando pomi noxialis in necem morsu ruit: Ipse lignum tune notavit, Damna lignus ut solveret.

 Dulce lignum, dulces clavos, dulce pondus sustinet.

Aequa Patri Filioque,inclito Paraclito,sempiterna sit beatae Trinitati gloria,
cuius alma nos redemit atque servat gratia
.


Crux fidelis, inter omnes arbor una nobilis: nulla silva talem profert, fronde, flore, germine. (tradução em seguida).

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pio XII conseguiu salvar 63,04% dos judeus de Roma durante a perseguição nazista

Vem abaixo, cada vez mais retumbante, a covarde lenda negra contra o Papa Pacelli


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Tentaram despejar sobre a figura do venerável Papa Pio XII uma covarde quantidade de lendas negras a propósito da sua suposta “colaboração” com os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A investigação histórica séria, no entanto, vem desmontando essas mentiras uma por uma. A mais recente a desabar (mais uma vez) é a da alegada falta de ajuda aos judeus durante a perseguição nazista.
Já havia numerosos testemunhos e documentos sobre as ações do Papa em favor dos judeus, apresentados amplamente, em 2014, durante o Congresso “Pio XII, o Papa da Caridade”. Agora, “estamos em posse de novos testemunhos de judeus, de novos documentos e arquivos”, explica o diácono Domenico Oversteyns, que confirmam e revelam ainda mais claramente a amplitude da ajuda que o Papa Pacelli prestou aos judeus.

terça-feira, 7 de março de 2017

O perigosíssimo “Abortoduto” está prestes a ser votado. Manifeste-se!

Por Thiago Pontes de Moraes
O PL 7371/2014, que será votado no Plenário da Câmara na semana do dia 8 de março, tem por principal finalidade construir um gigantesco “abortoduto” internacional que financiará o treinamento e a prática do aborto nos seis mil hospitais de todo o Sistema Único de Saúde brasileiro, segundo um modelo muito bem conhecido que já foi utilizado no Uruguai, quando o aborto ainda era ilegal. No Uruguai o projeto ficou conhecido como Iniciativas Sanitárias, e consistia basicamente em uma metodologia para violar sistematicamente a lei para então modificar a lei.

Vídeo: O que eles tramam às (nem tanto) escondidas.