sábado, 21 de janeiro de 2017

O acordo secreto entre o Vaticano e a Sinagoga

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Durante o Concílio Vaticano II, Yves Congar (foto acima), atuando como enviado oficial do Vaticano, reuniu-se com os judeus na França para perguntar o que eles queriam. Os judeus responderam que queriam ser consideradas como “irmãos, companheiros iguais em dignidade.” Lazare Landau escreve , “o Concílio nos concedeu nossos desejos”. Desde então, dois novos conceitos surgiram nas relações entre a Igreja e os judeus; a noção de “orar para o mesmo Senhor”, e a de “uma mesma missão” de trazer Deus para o mundo (a qual não exige a necessidade da conversão dos judeus para a Igreja de Cristo para a sua salvação), princípios anunciados pelos Papas do Concílio, incluindo o Papa Bento XVI e Francisco. À luz da próxima visita à sinagoga (17 de janeiro de 2016), publicamos esta breve exposição.


O acordo secreto do Vaticano II e Roma, com líderes judeus


Durante os primeiros dias do Concílio Vaticano II,aconteceu uma reunião secreta entre a Santa Sé e um grupo de judeus. O acordo feito com a Sinagoga foi como o acordo “Vaticano-Moscou”. O último era um pacto secreto entre o Vaticano e o Kremlin feito em 1962, de modo que observadores da Igreja Ortodoxa Russa assistiram ao Concílio e em troca, João XXIII garantiu que no Vaticano II não existirá condenação do comunismo. As notícias do pacto entre Moscou e o Vaticano, hoje, já foram amplamente divulgadas. O acordo secreto com líderes judeus não é tão bem conhecido.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Existem perigos no carismatismo?

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Parte 1


Este artigo está dividido em duas partes. Primeiro vamos fazer algumas considerações preliminares principalmente doutrinárias- depois passar para apontar o que é o movimento carismático.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

1. O homem será julgado por Deus sobre a fé, caridade e às boas obras.

2. Deus dá, ao homem os carismas de maneira gratuita. (Veja os tipos carismas em Rom. 12: 6-8, 1 Coríntios 12: 7-11, 1 Coríntios 12: 28-30).

3. Não é a todos os homens que Deus dá a graça de um carisma extraordinário.

4. Se pode perfeitamente viver uma vida cristã e santa sem nunca ter um desses carismas.

5. Muitos santos, verdadeiros modelos de virtude, não gostava desses carismas (por exemplo, Santa Teresa do Menino Jesus, que, inclusive - por humildade - pediu a Deus para não tê-los).

6. Os carismas são concedidos pelo Espírito Santo para utilidade do próximo, não para a vanglória pessoal. O carisma é um dom de Deus, não um mérito do homem. São Tomás diz que a graça é dupla:  a santificante que liga o homem a Deus e outra (a carismática) que ele chama de graça dada gratuitamente “pelo qual um homem coopera para outrochegar a Deus ... É dada ao homem acima das faculdades naturais e mérito pessoal ... como diz o apóstolo: “a cada um é dada a manifestação do Espírito Santo para a utilidade”, isto é, dos outros.

7. Não seremos salvos por ter ou não recebido algum carisma, mas seremos responsáveis pelo bom ou mau uso que fizemos deles, se realmente tivermos recebido.

8. A vida cristã deve fincar-se na caridade, já que seremos julgados no amor. A aspiração do católico deve ser em viver na graça santificante, único caminho para Deus. A salvação é alcançada por meio da fé e boas obras. Lembre-se o princípio e fundamento de Santo Inácio: “amar e servir a Deus nesta vida, em seguida, vê-Lo e apreciá-Lo na outra.”Estruturar a vida espiritual em outro fundamento é errôneo. Se fincar-nos nos carismas, estamos confundindo um meio - um entre tantos - como se fosse o fim. São Paulo diz: “Se tendo o dom da profecia, e conhecendo todos os mistérios e toda a ciência, e a fé capaz de remover montanhas, mas não tiver caridade, nada sou” (1 Cor 13: 2).

9. O carisma é um meio (que, como já disse, é para a utilidade e ajudar o próximo). Sendo um meio, embora extraordinário, não de ser como tal, um entre muitos outros. Ao centrar a vida de uma comunidade ou um ser humano nesse meio, é desfigurar a vida cristã. Os meios devemter uma hierarquia como tal e não deve se sobre valorar-se nem se considerar como fins. As coisas são boas quando se guardam, a justa proporção e no lugar que Deus preparou para eles. Como diziaChesterton, uma virtude que perde a sua hierarquia, que se extrema e se desfigura,  torna-se uma virtude louca. O mesmo devemos dizer dos meios, há também “meios”que sepervertem, tornando-se louco. Portanto, é um erro grave (independentemente da boa-fé que existe nas pessoas) concentrar a vida cristã nos carismas extraordinários em vez de dirigi-la para as virtudes cristãs.

10. Os carismas dados por Deus são bons (eu enfatizo: dado por Deus). Mas quando PROCURADOS ... na realidade serálogo para aplicá-los para o benefício dos outros, ou serápor um desejo insano do extraordinário ou para satisfazer uma curiosidade mórbida de sentir-seseres privilegiados e superiores? Ou um pouco de tudo? Devemos responder isso com toda a sinceridade. Por que olhar os carismas e focar nossa religião sobre eles? Não seria isto uma prova de um desequilíbrio? Não devemos deixar que o Espírito Santo sopre onde quer e não onde nós queremos? A humildade de Santa Teresinha contrastacom essa atitude. Eu sei que muitos de nossos irmãos fazem com a melhor das intenções, se deixaram deslumbrar com o sensível, “extraordinário”, e emotivo; Se tem deixado contagiar por esta psicose coletiva que se retroalimenta entre uns e outros, chegando a acreditar que o único caminho, a única maneira, a salvação para a Igreja é o movimento carismático, buscando por ele quetodos os católicos se insiram nele. A Igreja tem muitos meios – para eclesiásticos e leigos - para levar o homem à Deus. As diferentes ordens, congregações e organizações provam, ao longo da história, que há uma abundância de formas de levar o homem à Deus e ao próximo, no amor. Já ouvi pessoas que consideram o movimento carismático quase como se fosse o único meio de salvação, daí o seu espírito proselitista, principalmente nos próprios católicos. Inclusive se sentem incompreendidos por aqueles que não simpatizam ou não estão dispostos a participar com eles: pensam que têm o melhor meio-se não o único - da salvação e com a melhor boa vontade quererem compartilhar com todos, mas ficam desapontados com os demais irmãos que não se enquadram em seus requisitos. Muitos se sentem uma minoria mal compreendida, o que os impele a um grande ativismo, as vezes frustrante, já que se baseia mais na emoção e sensibilidade do que em uma espiritualidade autêntica e genuína. Eles não percebem que com a sua atitude, eles negam o valor dos vários meios de salvação dentro da Igreja Católica.

11. Tão grave como negar toda a intervenção sobrenatural de Deus, é cair na superstição de encontrar em tudo ações e intervenções extraordinárias do Espírito Santo. Uma religião que ignora o sobrenatural é como a água desidratada: não existe, porque nega a sua própria essência. Mas as intervenções extraordinárias são precisamente o que seu nome sugere: extraordinário. Os dois extremos são ruins. Nem o ceticismo nem o credulismo. Conforme a fé e as virtudes, deve julgar-se a origem dos carismas para discernir se eles são realmente tal. Há mesmo pseudos milagres e pseudos dons, onde estão aspectos psicológicos do indivíduos ou de histeria coletiva ou mesmo possíveis intervenções do Maligno. Por exemplo: falar em línguas é um carisma ensinado por São Paulo, mas também - de acordo com o ritual católico - é um possível sinal de possessão demoníaca. Assim, a extrema necessidade de discernimento. O bom senso deve ser separado de qualquer influência emocional ou emotiva, algo muito difícil para quem fundamenta sua religiosidade sobre eles.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

PAPA MANDA CARDEAL MULLER DEMITIR 3 PADRES DA CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

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Tradução: Gercione Lima


Marco Tosatti, o bem informado e bem respeitado vaticanista Italiano, acaba de revelar um outro desenvolvimento preocupante em Roma. No dia 26 de dezembro, Tosatti relatou em seu próprio website Stilum Curiae que o Papa Francisco tinha acabado de pedir ao prefeito de um dicastério do Vaticano para demitir três de seus sacerdotes, removendo-os de suas funções na Congregação.


Minha própria pesquisa mostrou que este incidente ocorreu na Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), e que foi o próprio Cardeal Gerhard Müller, que agora tem que obedecer a estas novas ordens peremptórias. Além disso, eu consegui descobrir que os três padres envolvidos, são respectivamente, um de nacionalidade eslovaca-americano, um francês e um mexicano. (Uma das minhas fontes é um amigo de um desses três teólogos.) No entanto, ao último dos três foi permitido permanecer por algum tempo a mais em sua posição atual na Congregação.

Consideremos agora alguns dos detalhes específicos que o próprio Marco Tosatti perceptivelmente reuniu para nós. Ele começa o artigo com uma referência à repreensão habitual que o Papa Francisco faz à Cúria Romana no seu discurso de Natal e detecta a raiva óbvia do papa em suas palavras e gestos. Ao olhar para a próprio Curia, no entanto, Tosatti percebe algo que vai mais além da raiva recíproca presente entre os membros da Cúria: "Não se trata de sua resistência, mas do seu medo, seu descontentamento, e um tipo de sentimento que pertence a outro contexto completamente diferente."

Tosatti em seguida faz alusão a uma fonte fidedigna que lhe contou vários episódios recentes ocorridos no Vaticano. Dois deles parecem ser de grande importância e podem também dar-nos alguns vislumbres adicionais sobre os métodos autoritários próprios do Papa Francisco, bem como sua maneira um tanto indireta de governar a Igreja. Mas por hora, devemos primeiramente nos concentrar na matéria dos funcionários da Congregação para Doutrina da Fé, que o próprio Tosatti diz que  "decisivamente é a mais triste":

domingo, 1 de janeiro de 2017

Oitavas de Natal

Tal como o Sol, começando de
novo seu curso anual, também
Cristo, Sol de justiça, deixando
o seio virginal de Maria, templo
vivo de Deus, inicia um círculo
de luz através das festas da Igreja.



I de Janeiro


A liturgia deste dia celebra três festividades numa só.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Segundo Sermão no Natal do Senhor




Convite à alegria. Plano secreto de Deus para restaurar a dignidade do homem e humilhar o diabo

Caríssimos, deixemo-nos transportar de alegria e demos livre curso ao júbilo espiritual, porque raiou para nós o dia de uma redenção nova, dia longamente preparado, dia de felicidade eterna.

O ciclo do ano nos trás de volta o mistério de nossa salvação, mistério prometido desde o começo dos tempos e concebido no fim, feito para durar sem fim. Neste dia é digno que, elevando nossos corações, adoremos o  mistério divino, a fim de que a Igreja celebre com grande júbilo aquilo que procede de um grande dom de Deus.

O que Deus Todo-Poderoso e clemente, cuja natureza é bondade, cuja vontade é poder e cuja ação é misericórdia, desde o instante em que a malícia do diabo, pelo veneno de seu ódio, nos trouxe a morte, determinou, na própria origem do mundo, o remédio que sua bondade usaria para dar novamente aos mortais seu primeiro estado; ele anunciou, pois, à serpente a descendência futura da mulher, descendência que, com sua força, lhe esmagaria a cabeça altaneira e malfazeja, isto é, Cristo, que viria na carne, designando assim aquele que, ao mesmo tempo Deus e homem, nascido de uma virgem, condenaria, por seu nascimento sem mancha, o profanador da raça humana. Com efeito, o diabo, se gloriava de que o homem, enganado por sua astúcia, tinha sido privado dos dons de Deus e, despojado do privilégio da imortalidade, estava sob uma impiedosa sentença de morte; para ele era uma espécie de consolo em seus males ter encontrado alguém que participasse de sua condição de prevaricador; o próprio Deus, segundo as exigências de uma justa severidade, tinha modificado sua decisão primeira a respeito do homem, que ele tinha criado em tão alto grau de dignidade. Era necessário, portanto, caríssimos, que, segundo a economia do desígnio secreto, Deus, que não muda e cuja vontade não pode ser separada de sua bondade, executasse por um mistério mais oculto o primeiro plano de seu amor; e que o homem, arrastado para a falta pela astúcia do demônio, não viesse a perecer, contrariamente ao desígnio divino.

 Realização desse plano em Jesus, cujo nascimento singular traz o remédio a nossas almas enfermas e lhes dá vigor novo

 Caríssimos, tendo-se, pois, cumprido os tempos pré-ordenados para a redenção dos homens, Jesus Cristo, Filho de Deus, penetrou nessa parte inferior do mundo, descendo da morada celeste, sem deixar a glória do Pai, vindo ao mundo de modo novo e por um novo nascimento. Modo novo, porque, invisível por natureza, tornou-se visível em nossa natureza; incompreensível, quis ser compreendido; ele, anterior ao tempo, começou a estar no tempo; senhor do universo, tomou a condição de servo, velando o brilho de sua majestade; Deus impassível, não se  dedignou ser homem passível; imortal, aceitou submeter-se às leis da morte. Nascimento novo esse pelo qual ele quis nascer, concebido por uma virgem, nascido de uma virgem, sem que um pai misturasse a isso seu desejo carnal, sem que fosse atingida a integridade de sua mãe. Com efeito, tal origem convinha àquele quê seria o salvador dos homens, afim de que ele tivesse em si o que constitui a natureza do homem e estivesse isento daquilo que mancha a carne do homem. Porque o Pai desse Deus que nasce na carne é Deus, como atesta o arcanjo à bem-aventurada Virgem Maria:”O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo vai te cobrir com a sua sombra; por isso, o Santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus”.

Origem dessemelhante, natureza comum: que uma virgem conceba, que uma virgem dê a luz, e permaneça virgem é humanamente inabitual e insólito, mas depende do poder divino. Não pensemos aqui na condição daquela que dá à luz, mas na livre decisão daquele que nasce, nascendo como queria e também como podia. Procurais a verdade de sua natureza? Reconhecei que humana é sua substância. Quereis saber sua origem? Confessais que divino é seu poder. Com efeito, Nosso Senhor Jesus Cristo veio para eliminar nossa corrupção, não para ser sua vítima; para trazer o remédio aos nossos vícios, não para ser sua presa. Ele veio curar toda enfermidade, consequência de nossa corrupção, e todas as úlceras que manchavam nossas almas; como ele trazia para nossos corpos humanos a graça nova de uma pureza sem mancha, foi necessário que ele nascesse segundo um modo novo. Foi necessário, com efeito, que a integridade do filho preservasse a virgindade sem exemplo de sua mãe, e que o poder do divino Espírito, derramado sobre ela, mantivesse inato esse recinto sagrado da castidade e essa mansão da santidade, na qual ele se comprazia; porque ele tinha decidido elevar o que era desprezado, restaurar o que estava quebrado e dotar o pudor de uma força múltipla, para dominar as seduções da carne, a fim de que a virgindade, incompatível, nas outras, com a transmissão da vida, se tornasse para as outras graças imitáveis ao renascerem.

Perito explica à luz da história os presentes dos Reis Magos ao menino Jesus


MADRI, 06 Jan. 14 / 10:58 am (ACI/Europa Press).- O Professor de História do Oriente Médio da Universidade CEU - San Pablo, da Espanha, Hipólito Sanchiz, explicou que os três presentes que obsequiaram os Reis Magos ao Menino Jesus não foram escolhidos ao acaso, e explicou que o ouro era um presente para Jesus como Rei --pois era um presente destinado a nobres e monarcas--, o incenso era um presente para o Jesus como Deus --pois esta resina se queimava diante dos deuses-- e a mirra, para Jesus como homem --pois com ela se embalsamava os mortos--.

Assim, Sanchiz explica que o ouro, o incenso e a mirra que os Reis do Oriente entregaram ao menino Jesus em Belém estavam associados a certos conceitos e rituais, além do fato de que os três poderiam ser equiparados ao que hoje seriam considerados produtos "caros" e de "luxo".

Um Santo e feliz natal !!!!

São Nicolau
O Natal é a festa cristã onde comemoramos o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, Verdadeiro Deus e Verdadeiro homem, é a chegada do Messias prometido  aos israelitas como penhor de nossas faltas, o redentor e libertador do gênero humano subjulgado pelo pecado. Essa é a importância do Natal é enxergar humildade de um Deus que se fez homem e habitou entre nós, veio ser a luz do mundo para que não andemos mais nas trevas.

São Francisco de Assis, inspirado na importância da data, monta o primeiro presépio que se tem notícias relembrando o cenário onde chegou ao mundo o Verbo encarnado. Ali pôde se prostar em adoração como fez os reis magos.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Da Conceição puríssima de Nossa Senhora



Ponto I. Considere como sendo determinado o Verbo eterno fazer-se homem, e honrar a natureza humana, e criar a Santíssima Virgem para ser sua Mãe, de que se haviam de vestir da linhagem de Abraão e Davi e, embelezando-a e enriquecendo-a com tantos santos progenitores cheios de virtudes heroicas, começando tantos séculos antes a dispor a pousada em que havia de habitar, e temperar a massa da qual iria formar o seu corpo; do qual se deve aprender quanta disposição é necessária na alma para receber a Deus dignamente, e que nenhuma é demasiada para a excelência de tão soberano hóspede, e com quanto tempo, e quanto de propósito deve dispor para receber-lhe em tua podre morada, e pedir ao Senhor a sua graça, e que te disponha e faça digno de receber-lhe, como dispôs digna habitação para si na Santíssima Virgem.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Da eleição de Nossa Senhora para Mãe do Verbo Eterno



Ponto I. Considere como tendo feito o decreto da Santíssima Trindade redimir o homem; tornando-se homem, o Verbo eterno, quis nascer de uma mulher como os outros homens, embora que de maneira mais perfeita que convinha a sua divindade: bem pudera Deus formar um corpo perfeito como o de Adão, e se juntar a ele hipostaticamente, elevando-o a ser Deus sem ser nascido de mulher, mas não quis vir por esse meio, mas ser concebido e nascido de uma Virgem, de modo a honrar mais a natureza humana, fazendo de um homem Deus e de uma mulher Sua Mãe, como para se parecer com todos os outros homens; começando desde a Concepção até sofrer a estreiteza daquele aposento por nove meses, e nascendo pequeno, sujeito às inclemência dos tempos, sujeitando-se a uma mulher como sua mãe; em que tens muito de ser muito gratos, e aprender a não afetar exceções, e certamente sofrer por seu amor, e sujeitar sua vontade a dos outros homens.


PONTO II. Considere-se que também quis Deus nascer de uma mulher, para que, como mostra que a perdição teve o seu início em um homem e uma mulher, a nossa redenção veio de outro homem e outra mulher que de alguma forma, ajudou dando o corpo ao Redentor, para que assim a medicina correspondesse à doença e o remédio à culpa: do qual colocará tu nas tuas, tentando com todas as tuas forças satisfazer os seus pecados, quando for de tua parte, com a devida e proporcional penitência, fazendo tais obras que mereçam o perdão dos seus pecados.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O satanismo por trás do marxismo cultural


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Walter Benjamin

Quando estudei literatura inglesa, fiquei surpreso
de seu contexto social e biográfico

Como se palavras  tivessem algum significado oculto por si mesmas.

A “Teoria Crítica” (satanismo judaico, cabalismo) subverteu

(“Desconstruído”)a cultura ocidental moderna

E minou a linguagem como meio de comunicação.

Nosso sistema educacional induz literalmente jovens ingênuos a um culto satânico maçônico judaico.










“A fim de efetuar a destruição de todas as forças coletivas, exceto a nossa, vamos esmagar a primeira fase do coletivismo, as universidades, reeducando-os em uma nova direção.” “Protocolos de Sião, 16”.

CABALISMO = JUDAISMO = COMUNISMO = SATANISMO

Os judeus (e os maçons) têm uma escolha: renunciar a suas organizações, ou serem culpados pelo que estão fazendo.